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Lamento a morte do Ministro Quaglia Barbosa, es...

lu (Estudante de Direito)

Lamento a morte do Ministro Quaglia Barbosa, especialmente porque tive a honra de ser uma das alunas ouvintes, durante aula magna proferida por ele, na ocasião da minha entrada na faculdade de Direito.

Também eu lamento a morte do Ministro Quaglia B...

João Bosco Ferrara (Outros)

Também eu lamento a morte do Ministro Quaglia Barbosa como lamentaria a morte de qualqeur indivíduo, até mesmo do meu mais encarniçado inimigo. A morte é a pior mazela do ser humano. Ato final sem graça, que marca e escancara nossa fragilidade e nossa finitude. Se de fato o homem é criação de algum ser superior, este ser é um ser de mau gosto e sádico, que se deleita com a nossa miséira de viver, gostar da vida, nos apegar a ela e lutar ferrenhamente para não perdê-la, numa vã tentativa de estendê-la o mais possível rumo a perenidade. Apesar disso, não posso cometer o farisaismo de lançar encômios ao finado como magistrado porque não concordo nem nunca concordei com muitas de suas decisões, entre as quais a de deixar de conhecer recursos especiais e agravos de instrumento contra decisões de inadmissibilidade de recursos especiais só porque o carimbo de protocolo, embora presente, era ilegível, numa franca demonstração do vezo de transferir para o jurisdicionado uma responsabilidade que não é sua, mas do tribunal onde o recurso foi protocolizado. Esse tipo de decisão sempre foi objeto do meu mais franco e acerbo repúdio, e não é o fenecimento do ilustre Ministro que me faria mudar de opinião. Por isso, para mim, não foi um bom juiz, embora possa ter sido excelente pessoa, mas quanto a isso, somente os seus mais chegados amigos podem opinar.

Ainda me lembro da homenagem que seus colegas d...

toron (Advogado Sócio de Escritório)

Ainda me lembro da homenagem que seus colegas de turma lhe prestaram em São Paulo na Hebraica por ocasião de sua posse no STJ, uma bela festa regada pelo amor e admiração dos seus muitos amigos. Conheci de verdade o Min. Quaglia no STJ como juiz criminal, aliás, um grande juiz. Estive mais de uma vez no seu gabinete e sempre fui tratado da maneira mais atenciosa possível. Afável e ameno no trato, ouvia com atenção os argumentos que lhe eram submetidos, escrevia o essencial e, depois, invariavelmente, decidia com esmero. Não preciso dizer que ele, como em geral o são os homens mais robustos, era dono de uma simpatia sem fim. Nós, os criminalistas, sentimos muito com a sua saída da 6ª Turma e, agora, choramos a perda de um grande juiz. O Judiciário perdeu um grande juiz. A família um marido e pai magnífico. A cidadania um grande brasileiro! Com certeza ele, agora, repousa entre os justos e deixa para todos nós não apenas um exemplo do que é ser juiz, mas, sobretudo, o que é a grandeza de um homem. Alberto Zacharias Toron, advogado, Secretário-Geral Adjunto da OAB

Lamentável perda para o Judiciário Nacional e, ...

Marcus Alexandre Manhães Bastos (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Lamentável perda para o Judiciário Nacional e, acima de tudo, para a sociedade brasileira. Parte um dos maiores Juízes da atualidade, que sempre dignificou e honrou a Justiça Bandeirante, servindo de espelho para muitos magistrados deste país, sobretudo pela seriedade e respeito com que enfrentava os casos que lhe eram submetidos a apreciação.

Sem dúvida, um exemplar mestre da nossa sempre ...

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Sem dúvida, um exemplar mestre da nossa sempre lembrada Faculdade de Direito da Universidade de Araraquara - UNIARA. Tivemos o privilégio de ter mestres com a extraordinária capacidade do Ministro Hélio Q. Barbosa, Fernando da Costa Tourinho Filho, Sérgio Médici, Rui Magalhães e tantos outros de similar dimensão humana e intelectual. SALVE A INESQUECÍVEL UNIARA.

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