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Em defesa do trabalho

Anamatra entrega o Prêmio de Direitos Humanos na quarta

A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) fará, nesta quarta-feira (10/12), a entrega do Prêmio de Direitos Humanos. Em sua segunda edição, o prêmio tem três categorias — Imprensa, Instituição, e Judiciário Cidadão. O evento acontece às 20h no Porto Vittória Espaço de Eventos, em Brasília.

O objetivo da entidade, que representa mais de 3,5 mil juízes do Trabalho, é contemplar ações e pessoas que se esforçaram na defesa dos direitos humanos no mundo do trabalho. “O prêmio marca o compromisso dos juízes do Trabalho de todo o Brasil com a causa dos direitos humanos”, afirma Cláudio Montesso, presidente da Anamatra.

O primeiro colocado de cada categoria recebe R$ 5 mil e a estatueta Cilindro de Ciro. Os outros dois finalistas recebem R$ 2 mil.

Os finalistas na categoria Judiciário Cidadão são: Projeto de inclusão digital — e-Saber do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (Paraíba); Biblioteca para todos do juiz José Vinícius de Sousa Rocha, do TRT da 9ª Região (Paraná); e Projeto Missão Ubaré, do procurador Audaliphal Hildebrando da Silva.

Na categoria Instituição concorrem ao prêmio: a Clínica Esperança de Amparo à Criança; o Comitê Betinho: Cidadania, Solidariedade e Inclusão Social; e a Prelazia de São Félix do Araguaia (MT).

Pela categoria Imprensa, os finalistas são: a reportagem “O Infiltrado: A PM por dentro” do repórter Rafael Gomide, da Folha de S.Paulo; o programa de rádio CBN e o seu trabalho, da consultora Ana Paula Tauceda; e a reportagem “Os anti-heróis — o submundo da cana”, dos jornalistas Mário Magalhães e Joel Silva, também da Folha.

Revista Consultor Jurídico, 10 de dezembro de 2008, 0h00

Comentários de leitores

1 comentário

Na verdade, quem mais viola direitos humanos no...

daniel (Outros - Administrativa)

Na verdade, quem mais viola direitos humanos no Brasil é o Judiciário, pois cria uma casta com títulos de nobreza supostamente intelectual e os cidadáos viráo súditos de um poder que mais parece um sindicato.

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