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Segurança no Rio

Carlos Britto descarta Força Nacional nas eleições do Rio

O ministro Carlos Ayres Britto, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou que, por enquanto, não será preciso convocar a Força Nacional para fazer a segurança das eleições no Rio de Janeiro. No entanto, para o ministro, a possibilidade ainda existe.

O reforço policial foi cogitado depois que a imprensa divulgou a dificuldade que os candidatos a prefeito e a vereador estão tendo para fazer campanha em áreas dominadas por milícias e traficantes.

Em reunião com o desembargador Roberto Wider, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, Britto anunciou pequenas medidas para reforçar a segurança nas eleições do Rio. Uma delas é ampliar a campanha em defesa do voto secreto e inviolável para diminuir a intimidação dos eleitores.

Segundo Britto, também estão sendo estudadas formas para acabar com o monopólio da propaganda nessas comunidades. Em dez dias, a Polícia Federal deve entregar relatório preliminar sobre os candidatos apoiados por traficantes ou milicianos.

Participaram da reunião no TRE-RJ o ministro da Justiça, Tarso Genro, o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, o superintendente da PF no Rio, e o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame.

Revista Consultor Jurídico, 12 de agosto de 2008, 17h35

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