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TJ paulista faz mutirão para resolver ações do Bradesco e Cohab

O Tribunal de Justiça fará, na segunda-feira (4/8), um mutirão de conciliação envolvendo ações do Bradesco e da Cohab (Companhia Habitacional de São Paulo). A idéia é fazer acordo em cerca de 3 mil processos no Setor de Conciliação do Fórum João Mendes.

Os casos do Bradesco são referentes a planos econômicos da caderneta de poupança. Os processos selecionados tramitam em varas cíveis do Judiciário paulista e já possuem as cópias dos extratos bancários, necessárias para a solução da ação. O próprio banco indicou as ações em que seria possível a conciliação. Todas as partes dos processos já foram intimadas.

Esse mutirão funcionará até o dia 17 de setembro, das 9h40 às 17h, em dois locais: no posto de atendimento avançado, localizado na Rua da Glória, 346 e no 21º andar do Fórum João Mendes Júnior, no próprio setor de conciliação.

Se houver conciliação, o acordo será homologado pelos juízes Ricardo Cunha Chimenti, coordenador do Setor de Conciliação de 1ª Instância do Fórum João Mendes Júnior, Josué Modesto Passos, Hertha Helena Rollemberg Padilha Palermo, Lidia Regina Rodrigues Monteiro Cabrini, Marcia Regina Dalla Déa Barone e Rodolfo César Milano.

O acordo homologado põe fim ao conflito de maneira definitiva, excluindo a possibilidade de recurso.

Outros 50 processos envolvendo a Cohab, que requerem o parcelamento de dívidas, também participarão do mutirão, com audiências designadas por três dias consecutivos (4/8 a 6/8), nos mesmos locais. A empresa indicou as ações em que gostaria de tentar a conciliação. A intenção é que esse mutirão se expanda a outros processos similares.

O Setor de Conciliação do Fórum João Mendes Júnior funciona desde agosto de 2004. Existem atualmente cerca de 120 setores de conciliação instalados no Estado de São Paulo. O objetivo é incentivar a cultura da conciliação, proporcionando maior rapidez na pacificação dos conflitos, com resultados sociais expressivos e reflexos na redução dos processos em andamento na Justiça.

Revista Consultor Jurídico, 1 de agosto de 2008, 15h18

Comentários de leitores

3 comentários

quem é réu demais em processos judiciais deveri...

analucia (Bacharel - Família)

quem é réu demais em processos judiciais deveria pagar multa processual, pois litiga de má-fé ainda que no pólo passivo. Este valor iria para um fundo de combate à pobreza para ser usado no bem comum.

CORRIGINDO ERROS ORTOGRÁFICOS. Acordo/concilia...

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

CORRIGINDO ERROS ORTOGRÁFICOS. Acordo/conciliação, é o ato onde o lesador é beneficiado e o lesado leva o prejuízo pois nunca acaba recebendo o justo. De nada adianta fazerem mutirões se, juízes, com teses IRRESPONSÁVEIS, continuam condenando certos bancos ou empresas rés contumazes, a pagarem valores irrisórios em ações de indenização. É O FAMOSO "ENXUGA GÊLO". Aqui em SP, em razão de juízes que são do "não se pode condenar em valores elevados pq estimularia uma corrida ao Poder Judiciário por parte dos que FORAM LESADOS...". É, existe muito juiz que pensa assim (este para mim só tem o cargo de juiz, mas a essência de se fazer justiça passa longe da função que detém). E acabam por condenarem as bilionárias empresas a pagarem 1 mil aqui, 5 mil ali e por aí vai. Desse jeito, os multirões continuarão, as condenações pífias serão aplicadas pelos tais juízes com teses irresponsáveis (aliás é o contrário, qto mais baixa a condenação, mais estimula a empresa a lesar novamente e mais ações terão o judiciário) e as empresas bilionárias agradecerão. POderia haver uma corrente dentro do judiciário "JUÍZES EM PROL DAS EMPRESAS LESADORAS E CONTRA O LESADO". É, pq. aquele juiz que aplica ESMOLA na condenação pensa conforme o lema acima exposto. Claro que ele, o juiz não vai assumir ou reconhecer o seu ato pernicioso, massss Carlos Rodrigues berodriguess@yahoo.com.br

Acordo/conciliação, é o ato onde o lesador é be...

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

Acordo/conciliação, é o ato onde o lesador é beneficiado e o lesado leva o prejuízo pois nunca acaba recebendo o justo. De nada adianta fazerem multirões se, juízes, com teses IRRESPONSÁVEIS, continuam condenando certos bancos ou empresas rés contumazes, a pagarem valores irrisórios em ações de indenização. É O FAMOSO "ENXUGA GÊLO". Aqui em SP, em razão de juízes que são do "nao se pode condenar em valores elevados pq estimularia uma corrida ao Poder Judiciário por parte dos que FORAM LESADOS...". É, existe muito juiz que pensa assim (este para mim só tem o cargo de juiz, mas a essência de se fazer justiça passa longe da função que detém). E acabam por condenarem as bilhonárias empresas a pagarem 1 mil aqui, 5 mil ali e por aí vai. Desse jeito, os multirões continuarão, as condenações pífias serão aplicadas pelos tais juízes com teses irresponsáveis (aliás é o contrário, qto mais baixa a condenação, mais estimula a empresa a lesar novamente e mais ações terão o judiciário) e as empresas bilhonárias agradecerão. POderia haver uma corrrente dentro do judiciário "JUÍZES EM PROL DAS EMPRESAS LESADORAS E CONTRA O LESADO". É, pq. aquele juiz que aplica ESMOLA na condenação pensa conforme o lema acima exposto. Claro que ele, o juiz não vai assumir ou reconhecer o seu ato pernicioso, massss Carlos Rodrigues berodriguess@yahoo.com.br

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