Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Perda de objeto

Presos na Operação Santa Tereza conseguem HC na Justiça paulista

João Pedro Moura, Marcos Mantovani e Celso Muradi, investigados na Operação Santa Tereza, foram soltos pela juíza Silvia Maria da Rocha, da 2ª Vara Federal Criminal de São Paulo. O pedido de Habeas Corpus foi aceito na quinta-feira (30/7), depois que o Ministério Público Federal deu parecer favorável à soltura.

Dos 13 investigados, o único com pedido de prisão ainda em vigor é Manuel Fernandes Bastos Filho, apontado como dono da casa de prostituição WE e suposto articulador do esquema de mascaramento das fraudes nos financiamentos. Ele está foragido.

Nesta quinta-feira (31/7), o lobista João Pedro Moura teve pedido de Habeas Corpus negado pelo ministro Cesar Asfor Rocha, presidente em exercício do Superior Tribunal de Justiça. A decisão do ministro perdeu o objeto.

Em maio deste ano, a Polícia Federal deflagrou a Operação Santa Tereza, que investiga suposto esquema de “prostituição, tráfico de pessoas, fraudes em financiamentos do BNDES e lavagem de dinheiro”.

João Pedro Moura é ex-assessor do deputado Paulinho da Silva (PDT-SP), também envolvido no esquema, segundo a PF. O outro envolvido solto é Marcos Mantovani, dono da empresa de consultoria Progus.

Revista Consultor Jurídico, 1 de agosto de 2008, 9h46

Comentários de leitores

2 comentários

O endereço da notícia mencionada abaixo: htt...

Zé Carioca ()

O endereço da notícia mencionada abaixo: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u428587.shtml

A notícia está equivocada (a soltura deu-se à v...

Zé Carioca ()

A notícia está equivocada (a soltura deu-se à vista de pedido de liberdade, e não HC) e incompleta, pois omite detalhe chocante, publicado pela Folha Online. Olha só, depois de toda a espetacularização promovida (o BNDES afirmou que as operações eram absolutamente regulares!): "Os advogados de Mantovani e de Moura criticaram a denúncia do Ministério Público e o inquérito da Polícia Federal, que prendeu os dois durante a Operação Santa Tereza. "Meu cliente ficou quase 100 dias preso com o argumento de que teve a vida dedicada ao crime. O sentimento de injustiça é muito grande", disse Antonio Ruiz Filho, advogado de Mantovani. Segundo ele, o principal argumento que havia contra seu cliente perdeu a validade com a sindicância interna feita pelo BNDES, que concluiu que não houve irregularidades nos empréstimos concedidos pela instituição. "Ele tem a consciência de que não houve crime algum. E agora, com o estudo do BNDES, ficou provado. Isso prova a fragilidade da acusação", afirmou Ruiz Filho. Thales Castelo Branco, advogado de Moura, disse que a sindicância do BNDES mostrou que a denúncia do Ministério Público era "totalmente improcedente". ". E agora, pra quem ficou preso e humilhado nacionalmente... tchau e bênção?

Comentários encerrados em 09/08/2008.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.