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Crime em família

Irmã e mulher de traficante colombiano não conseguem liberdade

Yasmin Lorena Rodrigues Gallego e Lissy Juliette Pareja Garcia, mulher e irmã do traficante colombiano Alexander Pareja, não conseguiram aval para sair da prisão. Pedido de Habeas Corpus foi negado pelo ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal.

Yasmin e Lissy foram presas em março do ano passado. A Polícia Federal descobriu que o grupo, chefiado pelo colombiano Alexander Pareja, preso em setembro de 2006, chegou a movimentar R$ 40 milhões em apenas uma semana. Os carregamentos de cocaína — uma tonelada por mês, no total — não passavam pelo país, mas o dinheiro arrecadado era lavado em negócios ligados ao petróleo no Brasil. O grupo também investia em imóveis, principalmente no Rio. Em três anos de lavagem de dinheiro no país, Pareja acumulou cerca de US$ 50 milhões.

Seis acusados foram presos no Rio, um em Brasília e outro em São Paulo. Entre eles, o doleiro Manoel Camilo Rodrigues Sales. Também foi presa a mulher de Pareja, Yasmin Lorena Rodrigues Gallego, e a irmã dele, Lissy Juliette Pareja Garcia. O trio assumiu o negócio depois da prisão de Pareja, diz a Polícia. Yasmin foi detida em Brasília, pouco antes de visitar o marido na carceragem da PF. Lissy foi presa no Condomínio Malibu, na Barra da Tijuca.

As colombianas, presas no Complexo Penitenciário Feminino do Estado do Rio de Janeiro, são acusadas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Na liminar, a defesa pedia a concessão de liberdade para as colombianas e a retirada da acusação de tráfico de drogas, já que a denúncia relata que a droga não chegava ao Brasil.

O pedido foi negado liminarmente. O pedido de HC ainda será analisado pela 2ª Turma do STF.

HC 94.513

Revista Consultor Jurídico, 30 de abril de 2008, 0h01

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