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Comentários de leitores

11 comentários

Caio, não é a profissão é ONDE trabalhar. Se nã...

ERocha (Publicitário)

Caio, não é a profissão é ONDE trabalhar. Se não esta feliz como médico no sus, vá para uma clínica particular. Continua médico não é?

greve e greve , gostaria de saber se na frança ...

veritas (Outros)

greve e greve , gostaria de saber se na frança Alemanha, a greve é parcial como querem aqui ?

Greve:- realmente direito assiste aos servidore...

caiubi (Outros)

Greve:- realmente direito assiste aos servidores, porém, hoje existe lei a ser cumprida, e o momento é oportuno para mostrar, e cumprir a lei, principalmente de quem cobra o cumprimento da lei. Serviço nenhum pode parar, zerar.

Boa tarde Eduardo C, Rocha (Técnico de Informá...

caiubi (Outros)

Boa tarde Eduardo C, Rocha (Técnico de Informática - - ) 30/10/2007, não é questão do que vc pensa estar certo ou errado, o certo é vc pensar, parabéns. No entanto nem sempre o que pensamos deve prevalecer, suponhamos que todo fazendeiro por estar descontente vendesse a fazenda; não é por aí o caminha. Devemos lutar para melhorar o que não concordamos estar bem, só assim seus filhos, netos herdarão alguma coisa melhor da que herdamos, onde alguem ontem lutou para recebermos coisa melhor. Lamentavelmente temos visto no Brasil, pessoas do mais alto gabarito intelectual, fazendo cacas, e inserindo no pensamento do povo, paradigmas destorcido. Vejamos, o FHC quem não lembra o q aconteceu para aprovar o areeleição e muito mais no segundo mandato. O homem estremamente culto, ai o povo voto no Lula, semi alfabetizado, mas no entanto auto didata no que ele propoe e faz. Bagunça nossa mente. Vc está de parabéns voce pensa, pior é quem não pensa. Desculpé não tenho interesse em te chatear, mas quando vc estiver descontente com a profissão lute, lute, e lute, não afine, o caminho não é esse.

Tem gente que se acha o máximo só porque fala m...

_Guerreiro_ (Outros)

Tem gente que se acha o máximo só porque fala mal de funcionário público, como se os funcionários não fossem gente. 1º) As normas que agora devem ser aplicadas ao funcionalismo são as mesmas que já são aplicadas aos trabalhadores em geral e elas definem essa questão de manter o número necessário de trabalhadores, pelo racicío do Sr. Eduardo, todas as empresas do país também contratariam gente desnecessária, vai ver que por caridade; 2º) a greve é um recurso legítimo de uma classe para tentar o que não conseguiu por negociação e é necessária face à imensa disparidade de poder do empregado e do empregador, não fosse assim ainda teríamos condições de trabalho como na época da Revolução Indústrial. Agora, me diga um empregado com maior poder do que o governo que é um super-padrão e uma super pessoa jurídica, que descumpre até mesmo determinações judiciais. Entendo que é necessária uma regulamentação do direito de greve do funcionalismo, porque já vi muitos abusos (greves sem motivo válido e greves que causam até morte), mas dizer que não têm direito e que devem pedir demissão e procurar a iniciativa privada, beira o ridículo e é esse o raciocínio de todos os exploradores de mão de obra desde o início da história do trabalho assalariado. Ao contrário do que diz o Sr. Eduardo, nem mesmo os trabalhadores da iniciativa privada, quando podem, fazem isso. Foi necessária muita luta de classes para que os trabalhadores tivessem até mesmo o direito de faltar por motivo de doença (isso para não falar em férias, 13º, jornada de 44 h/semana, repouso semanal remunerado, etc...). Nenhum avanço teria sido conquistado se os trabalhadores pensassem como sugere o Sr. Eduardo: "tenho que aceitar tudo calado ou pedir demissão".

A greve no Estado de São Paulo, infelizmente é ...

Adenilton Carneiro (Oficial da Polícia Militar)

A greve no Estado de São Paulo, infelizmente é a única ferramenta que pode, eventualmente, sensibilizar o governo. Não há como almejar, do governo paulista, o reconhecimento de qualquer atividade pública.Os Defensores estão corretos. Não é pelo fato de serem funcionários públicos que devem se sujeitar ao massacre da carreira. Parabéns a todos eles, inclisive aos Estagiários (que são concursados, frise-se)

Me corrijam se estiver errado: TODO servidor pú...

ERocha (Publicitário)

Me corrijam se estiver errado: TODO servidor público é necessário, senão podemos dizer que a administração pública contrata mais pessoas que o necessário, fazendo assim, mau uso do dinheiro público. Logo, NÃO acho que servidor tenha direito a greve. Se estão insatisfeitos, peçam demissão e procurem a iniciativa privada como é feito por milhões de brasileiros.

Os nobres defensores têm meu apoio e, ao contrá...

Reginaldo (Advogado Autônomo)

Os nobres defensores têm meu apoio e, ao contrário do explanado, é sim a Defensoria um serviço essencial. O descalabro da falta de condições de trabalho e dos subsídios aviltantes ocorre predominantemente em São Paulo, onde temos uma política voltada apenas para o empresariado e com olhos mocos para o serviço público. Mesmo a magistratura e o MP são mal remunerados pelo serviço que prestam. Delegados de Polícia então, recebem vale miséria.

Primeiramente, a Defensoria Pública do Estado d...

Dorival de Paula Junior (Defensor Público Estadual)

Primeiramente, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo está de parabéns pela iniciativa e espero que obtenha resultados imediatos, evitando-se novas paralisações, pois aqui no Estado do Espírito Santo a situação não é diferente e a iniciativa da Defensoria Bandeirante servirá de parâmetro não só para a Defensoria Capixaba, mas para as demais. Por oportuno, ao contrário da opinião do Dr. Marcel Cordeiro, a Defensoria Pública presta serviços essenciais por expressa previsão constitucional, conforme dispõe o artigo 134, da Constituição Federal, que dispõe: "A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado..."

O tratamento a população pelo funcionalismo púb...

Barbara (Outros)

O tratamento a população pelo funcionalismo público sempre foi um problema no Brasil, devido a instabilidade, ou seja: hoje com o projeto aprovado que permite que, em duas avaliações negativas exista demissão, temos a certeza de que o funcionário público vai pensar duas vezes antes de atender mal ou fazer greve, principalmente no setor da saúde. Afinal, a rede privada, puni o funcionário, que falta trabalho, que faz greve, que destrata a população, e isso, faz com que trabalhem temente ao seu patrão, a empresa empregadora, e a perder o emprego, a justiça célere é o sonho de todos, e acreditamos que o nosso País está chegando perto, já estava na hora, de acabar com a instabilidade no setor público, as pessoas fazem concurso pelo simples motivo em se apegar a uma aponsentadoria, medo do futuro, sensação de segurança, e não por amor ao que irá executar. Geralmente, tirando o judiciário, que tem boa remuneração e fazem concurso por vocação, as pessoas tem o emprego público como um algo mais, trabalhando até em intituições privadas, mas garantindo o certo, certo???? daí a capacidade do não fazer bem feito, o medo do desemprego é a prisão dos fracos, dos que não arriscam.

O Julgamento do Augusto Pretório foi politizado...

Neli (Procurador do Município)

O Julgamento do Augusto Pretório foi politizado!

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