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Festa do chopp

Oktoberfest deve pagar R$ 126 mil ao Ecad por direitos autorais

Comentários de leitores

7 comentários

Temos que ter a certeza que estes valores estão...

Roberto Lopes Ferigato (Outros)

Temos que ter a certeza que estes valores estão chegando aos artistas, arrecadar sem o roteiro musical e os respectivos nomes das obras e interpretes é o que eles mais querem (Não tem que prestar contas a ninguem)é só arrecadar e aplicar no mercado financeiro(façam uma auditoria no Ecad!!!!)

Entao, se alguma banda cover tocar musicas prot...

Paulo (Outros)

Entao, se alguma banda cover tocar musicas protegidas por direito autoral, precisariam pagar? Qual é o maximo de pessoas para quem uma banda cover pode tocar sem precisar pagar direito autoral? r isso é engraçado.

O "POVO" quando se reunir para chorar ou se div...

A.G. Moreira (Consultor)

O "POVO" quando se reunir para chorar ou se divertir , doravante, deverá EXCLUIR , qualquer tipo de nome que signifique representatividade, para poder estar isento de pagar o que ele não deve . Assim , cada um leva o seu DVD, CD ou fita cassete de quem quiser, sem ter a obrigação de pagar para ouvir , pelo que ele já pagou. Está faltando bons Advogados, para defender o povo deste, maldito, ECAD !!! Os únicos neste país, que têm direito a tudo, sem pagar nada, são os "SEM TERRA" !!!!

Isso é reflexo da pirataria que está dominando ...

Paulo AB Camargo (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Isso é reflexo da pirataria que está dominando o mercado fonográfico. Os artistas têm, então, que tentar compensar os prejuízos em shows e por meio do ECAD, que arrecada os direitos autorais de todos os artistas e detentores de direitos autorais do país, mesmo que se trate de reprodução de música de rádio ou CD em festas populares.

Privilégio, eis a palavra. A produção intelectu...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

Privilégio, eis a palavra. A produção intelectual, no Brasil, goza de um privilégio concedido ao autor consistente no “direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar” (CF, inciso XXVII do artigo 5°). A esse privilégio, porém, a lei fixa um período muito longo: 60 anos. A quem beneficia, na verdade, esse privilégio? Miguel de Cervantes tinha 67 anos quando publicou a segunda parte do seu imortal Dom Quixote. Depois de morto o autor, milhões de exemplares foram publicados em todo o mundo. Os direitos autorais, se existentes na época, devem ter beneficiado familiares do autor, mas, principalmente, algum editor esperto que detinha o monopólio de publicação da obra. Essa lei deve mudar pois beneficia, principalmente, editores já beneficiados pela imunidade tributária e pelos cartéis editoriais. As editoras de livro de bolso, que têm como público os leitores menos abastados, editam principalmente obras clássicas, com mais de 60 anos de edição, para poderem praticar um preço compatível com o poder aquisitivo de seus leitores. Essa lei precisa mudar: 60 anos é muito tempo e o privilégio só beneficia os editores, prejudicando o interesse cultural da população. Esse Ecad, então, sem comentários. É uma aberratio iuris.

Decisão equivocada !!! Festas populares, não...

A.G. Moreira (Consultor)

Decisão equivocada !!! Festas populares, não são passíveis de pagar , absolutamente, nada, a ninguém !!! Pura arrogância e ignorância !!! Quem pediu permissão ao povo, para lançar qualquer música ????? O povo nada cobrou !!! . - Nada se pode cobrar do povo !!!

Essa lei precisa de uma sacudidela.

Luís da Velosa (Bacharel)

Essa lei precisa de uma sacudidela.

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