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Tropa de Elite

Tropa de Elite choca ao mostrar relações de sociedade e polícia

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34 comentários

Pela primeira vez, temos a opinião de quem real...

FÁBIO CARVALHO (Investigador)

Pela primeira vez, temos a opinião de quem realmente está envolvido diretamente nos conflitos sociais, o filme dá esta oportunidade de demomonstrar a visão policial da violência, onde também chama à responsabilidade da sociedade intelectual como participante desta violênicia.

Só há choque para aqueles desinformados ou que ...

Bira (Industrial)

Só há choque para aqueles desinformados ou que acreditam só nas palavras de babalorixas.

CONTINUAÇÃO DO COMENTÁRIO ANTERIOR... Havend...

Heitor Reis (Engenheiro)

CONTINUAÇÃO DO COMENTÁRIO ANTERIOR... Havendo excedentes, estes procurarão fazer redistribuição de renda através da militância política, movimentos sociais ou por iniciativa própria. A estes últimos aplicamos a alcunha de marginais, viciados, traficantes, bandidos, assassinos, seqüestradores, etc. É evidente que a pobreza por si só não é motivo para a totalidade de atitudes assim tão radicais, mas fornece um substrato, onde germina a bestialidade humana, culminando facilmente na criminalidade. Afinal, eles nada tem a perder... É viver com fome ou morrer de fome. É um risco calculado: ser um honesto miserável, um bandido morto, um bandido bem sucedido ou enfrentar uma cadeia também miserável por algum tempo, onde falta espaço e condições mínimas de higiene, mas sobra comida. Um plano de carreira digno da admiração dos melhores executivos de Wall Street: prostituição, tráfico de drogas ou pistolagem, com treinamento e prática desde a mais tenra idade. Capitulo VII Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. § 7º - Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar e' livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas. CONTINUA EM http://www.midiaindependente.org/pt/red/2007/10/399316.shtml

Todas as análises que li sobre o filme Tropa de...

Heitor Reis (Engenheiro)

Todas as análises que li sobre o filme Tropa de Elite deixam de considerar causas mais profundas do problema, motivo pelo qual ressuscitei este texto de alguns anos atrás, mas extremamente atual. ECOLOGIA SOCIAL CAI VERTIGINOSAMENTE A COTAÇÃO DA VIDA HUMANA NA BOLSA DE VALORES DA FAVELA NAVAL, Carandiru, Candelária, Corumbiara, Eldorado dos Carajas, Cidade de Deus, Favela do Alemão... Sumário: Quando a Constituição Federal é negligenciada... quando não há planejamento familiar... e nem (p)maternidade responsável... O aborto biológico ou socio-econômico é fatal! (policial, criminal ou patológico) "Estou defendendo a Pena de Morte ANTES QUE O SUJEITO NASÇA", frisei eu numa das listas de debate que freqüento, me opondo aos que defendem a "Pena de Morte Corretiva". (Continue lendo e verás que não estou fazendo apologia do aborto convencional...) Isto é, após o indivíduo ter nascido, dado um trabalhão danado para sua família, gasto o apertado orçamento de um Estado corrupto, finalmente, vai acabar como um hediondo criminoso, do qual ficamos todos ansiosos para nos livrar, de qualquer maneira. ISTO É nº 1567 (13/10/99) traz em sua reportagem de capa que 67% dos paulistanos admitem a pena de morte (corretiva) implantada neste país (totalmente ou com restrições). http://www.zaz.com.br/istoe/brasileiros/1999/10/09/002.htm E, do jeito como as coisas andam, isto vai se estender em breve por toda a Nação, já que o bolo não dá para todo mundo conquistar uma vida digna, tendo em vista também não haver perspectiva de que ocorra uma reversão substancial no globalizado e tupiniquim processo de concentração de riqueza/renda, nem no de explosão demográfica. Havendo excedentes, estes procurarão fazer redistribuição de renda a

Já leram sobre a chantagem que o Padre Julio La...

acdinamarco (Advogado Autônomo - Criminal)

Já leram sobre a chantagem que o Padre Julio Lancelotti vem sofrendo por ex-internos,(sic), da ex-FEBEM ? Não teria algo a ver com Tropa de Elite ? Ou com a ROTA ? acdinamarco@aasp.org.br = al.joaquim eugênio de lima,696 = cj. 34 = fone: 3294-1935 = São Paulo.

Comprei o DVD pirata, mas pretendo assistir à e...

Manoel Almeida (Publicitário)

Comprei o DVD pirata, mas pretendo assistir à edição dita final exibida no cinema. O que choca não é a relação da sociedade e a polícia nem a violência retratados no filme, e sim a surpresa manifestada por grande parte do público, como se brutalidades como as registradas na Favela Naval, em Diadema e mortes como a de Tim Lopes já tivessem sido esquecidas; e como se a promiscuidade entre policiais e traficantes não fosse uma rotina, não só no Rio, mas em nossa própria cidade, em todo o país.

Dario Gonçalves Alguns dias atrás fui com mi...

drdario (Advogado Autônomo)

Dario Gonçalves Alguns dias atrás fui com minha filha, adolescente, assistir ao filme, a escolha foi feita por alguns motivos: primeiro, porque quem assistiu a sessão pirata aconselhou; depois, porque minha filha falou que queria assistir ao filme, devido a promoção feita pela pirataria; em terceiro, porque prefiro mais a produçao nacional à estrangeira. Antes mesmo de esternar qualquer juízo de valor sobre o tema abordado pelo filme, anoto que os fatos envolvendo a P.M. não são novidade, mas, o que me causou estranheza foi a forma pela qual o assunto, violência gera violência, foi aboradado. Já de inicio do filme, apareceram algumas anotações feitas ao espectador, entre eles, que a psicanálise "já detectou" que o meio influencia de forma brutal a conduta das pessoas que nele, meio, estão envolvidas, ou, em outras palavras, vivem. Pela ótica desse espectador, creio (mas não sou dono da razão), que nada mais nada menos que estamos diante de uma visão obtusa do narrador do problema social que envolveu a historigrafia. Digo isso com reservas, pois, como filho de militar (da força pública de São Paulo), cresci vivendo o cotidiano militar, já que atravessamos a fase da ditadura militar, então, presenciamos algumas atrocidades envolvendo militares ou pseudo militares. Foi, então, nessa fase que as gerrilhas passaram, no Rio de Janeiro, a conviver, nos presidios, com a bandidagem. Essa convivência que fez com que as organizações criminosas passassem a agir da forma e métodos bárbaros e, pior, sob proteção do mesmo sistema que os criou e cultivou. Então, pelo que se viu no filme, temos a certeza de que o sistema não funciona e nunca vai funcionar quando estamos diante de falta de caráter na conduta da vida privada e da vida pública

Assisti ao filme e concordo em parte com a mens...

Layeh (Estudante de Direito - Internacional)

Assisti ao filme e concordo em parte com a mensagem que este quer transmitir. A mim o filme pareceu mais uma auto-promoção do policial autor do livro do que um retrato da Polícia Militar do Rio de Janeiro.Nem todo policial é corrupto e nem todo integrante do Bope é honesto. Sobre as ONGs, realmente existe muita picaretagem, mas temos muitas ONGs universitárias sérias,com pessoas engajadas nas causas, não podemos fazer generalizações. A minha verdadeira indignação foi o fato da universidade em que estudo ter cedido suas locações para as filmagens de "Tropa de Elite". Senti minha reputação manchada, pois o que passou foi que "todo estudante de Direito que freqüenta aquele Centro Acadêmico é usuário de drogas".Não é verdade, eu e muitos colegas apenas vamos ao Centro Acadêmico para tirar xérox dos textos pedidos pelos professores.

Quando não há escrúpulos, quando não há dig...

Cissa (Bacharel - Administrativa)

Quando não há escrúpulos, quando não há dignidade, quando não há ética, quando não JUSTIÇA, cada um se vira como pode,principalmente que tem que colocar a vida em risco e, por nada. A verdade é dura mas tem que ser dita. A engrenagem é longa, o problema não é a polícia, começa em Brasília e extende-se por todo um país.

O diretor Padilha e seus colaboradores estão de...

ANTONIO MADEIRA (Advogado Autônomo - Família)

O diretor Padilha e seus colaboradores estão de parabéns. O filme tem algo de realidade e foi bom ter sido pirateado (em que pese o ilícito), caso contrário dar-se-iam um jetio de impedir a sua exibição. É uma realidade (exagerada) que dói mas que sirva de alerta para as autoridades "cometas" (aquelas que não são permanentes) de quão precisa se corrigir muito neste País. A sociedade já não agüenta mais, principalmente a mais esclarecida e que não troca voto por cesta básica. A verdae é comprovada pela quantidade de policiais presos a cada dia, precisando, apenas, que se peguem os de alto comando ou de chefia. Quão bom também será que um dia façam um filme tanto quanto realista com os políticos, empresários e seus tentáculos na corrupção, esmiuçando-se a detalhes que comova o eleitor a não repetir o erro de votar no mesmo político mais de uma vez, alternando-os antes que aprendam os maus caminhos.

Assisti ao filme e tenho lido os comentários di...

FARamos (Outro)

Assisti ao filme e tenho lido os comentários divulgados na imprensa. Lembrei-me de um fato. Estava eu Diretor-Geral do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins quando tive de me dirigir a uma Delegacia de Polícia para registrar um Boletim de Ocorrência. Havia sido roubada a residência do Presidente do Tribunal. Fui acompanhado pelo Assessor de Segurança do Tribunal, um Coronel da ativa da Polícia Militar do Estado. Na Delegacia ouvi de um policial: "Eu acho é pouco; a gente prende e vocês soltam". Aguardei a reação do Coronel. Nada. Optei por calar. Quanto ao filme, confirma a minha suspeita. BOPE quer dizer Bandidos Organizados em Pelotões de Execução. Com e sem farda. Estes mais ou menos melhor organizados do que aqueles. Não é preciso dizer mais nada. Basta de conversa mole. As imagens dizem tudo. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas não é mera coincidência. Absoluta coincidência. Francisco Augusto Ramos - Conselheiro Federal da OAB por Sergipe 1992 e Membro Sênior da Federação Interamericana de Advogados 1975-2000.

Tem sido justificada a repercussão do filme "Tr...

Landel (Outro)

Tem sido justificada a repercussão do filme "Tropa de Elite" que trata da história do BOPE, Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Criado na década de 70, foi aprimorando seu sistema de treinamento e criando também táticas de combate que levaram especialistas internacionais a considerarem-no um dos melhores grupos de combate policial existentes no mundo. Fica claro no filme e pelos relatos da vida real que a atuação do BOPE é feita muitas vezes com uma violência arrasadora. Levantam-se os grupos de direitos humanos em protesto contra tal ação. Sem dúvida isso abre uma discussão. Até que ponto uma sociedade deve aceitar uma extrema violência organizada contra grupos criminosos? Eu respondo: até o mesmo ponto em que os criminosos atacam essa sociedade com toda a violência que lhes permite impor o terror e submissão. Choca essa constatação, mas é pensar o impensável como ele tem que ser pensado e visto, aliás, mesmo evitando pensar dessa forma, vemos o impensável aparecendo todos os dias nos noticiários da TV, isso quando ele não nos atinge de verdade. Sem dúvida que os direitos humanos e a atuação comedida de uma força policial devem ser levadas em conta como padrão de conduta de tal grupo. Mas se os membros de grupos criminosos desconsideram isso quando atacam as pessoas, cometendo crimes de uma crueldade sem precedentes, igualmente devem ter como resposta o mesmo tipo de ataque, devem sofrer na pele a mesma crueldade com que atacam suas vítimas. Em certos momentos da vida de uma nação, olho por olho e dente por dente é a única atitude a se tomar. Não adianta dizer que assim ficaremos cegos e banguelas. Nossa sociedade está numa situação até pior do que essa, com milhares de vítimas executadas de forma cruel, porque isso era proveitoso aos criminosos. Ou eles dão de ombros, porque não estão nem aí para os crimes que cometem ou contam com uma rede de advogados e de ONG’s abaixo de qualquer suspeita que estão mais para quadrilheiros do que para advogados e ativistas, porque decidiram faturar envolvendo-se com o crime ou então os criminosos, se forem presos, podem continuar comandando o crime de dentro dos presídios através de celulares. E porque fazem isso? Porque não acontece nada mesmo. Ou alguém tem alguma dúvida de isso terminaria de uma vez por todas se o BOPE treinasse um destacamento só para cuidar dos presídios? Enquanto isso, continua o massacre das vítimas do crime organizado. Neste exato momento, quantas pessoas da nossa sociedade, seqüestradas há meses, não estarão sendo levadas de cativeiros para serem executadas, seja lá porque motivo for? Até agora, grupos conhecidos da sociedade brasileira tem se mostrado dóceis, submissos e intimidados, fazendo suas passeatas pela paz.Tanta docilidade e submissão não parece normal. Que pessoas estejam intimidadas, até se entende. Mas muitas ONG’s e organizações a favor de ser da paz a qualquer preço ou de viva a praia a qualquer custo, mostram uma docilidade e uma submissão para lá de suspeitas. E o que ganharam com isso? A absoluta certeza dos criminosos de que elas estão com medo, de cabeça baixa e incapazes de reagirem, sem sequer terem a mínima coragem para pensar nisso. E o que é pior: expostas à ação dos criminosos até em suas casas, porque até mesmo concordaram com as campanhas de desarmamento. E agora, quem as ajuda quando os bandidos estão pondo a porta de suas casas abaixo a pontapés, para mais um rendoso seqüestro? Já se tornaram habituais os arrastões de 2 a 3 horas em prédios, com bandidos armados subindo andar por andar, roubando todos os moradores indefesos. Alguns defensores dos direitos humanos dizem que uma reação assim nos tornaria iguais aos criminosos. De forma alguma. Se algum criminoso atira em nós e nós atiramos de volta, isso não nos torna criminosos como ele. Ou respondemos aos ataques da mesma forma com que são feitos ou nos tornaremos dia após dia, uma sociedade cada vez mais encurralada, intimidada e submissa a qualquer coisa que o crime organizado faça, queira ou exija da sociedade. Um exemplo: na época dos ataques do PCC em São Paulo em maio do ano passado, o medo tomou conta até de autoridades do judiciário, que passaram a ir trabalhar sem seus carros oficiais e sem as carteiras que os identificavam como autoridades. Por aí se vê a que ponto nossa sociedade se intimidou. O interessante é que no meio de tantos policiais mortos, até mesmo um bombeiro, não havia nenhuma vítima que pertencesse a ONG’s e organizações de direitos humanos. É suspeito? Parece muito. O filme é um dos pouquíssimos que pode ser considerado filme na acepção do termo, desde que o cinema brasileiro efetivamente começou na década de 50. No máximo uns 7 podem ser classificados assim. Como todos os outros de grande impacto sobre o espectador, descreveu e de forma magistral o choque do crime com a sociedade. Críticos descreveram-no como hollywoodiano, com uso massivo de imagens que não dão tempo para o espectador pensar, de uma música vigorosa atrelada com a ação do filme. E o que tem de errado nisso? O filme é um primor de fotografia, som que nos coloca no meio da ação e com os momentos tensos dos personagens na vida diária, vivenciando seus problemas e fazendo análises da sociedade onde vivem. Acontece que os críticos de cinema no Brasil ainda estão na década de 60, no tempo da câmera de 8 mm, do falecido e mumificado cinema novo. Pior ainda tem sido a hipocrisia de parte da classe média envolvida mesmo com os traficantes, como usuários de drogas, chegando nas chamadas bocas de fumo dos morros para comprar seu cigarro de maconha ou papelote de cocaína, que depois consomem numa festinha na faculdade ou em algum centro cultural, julgando-se na vanguarda dos tempos.Fica mais bonito dizer que é usuário, coitadinho, do que dizer que é office-boy de traficante. Claro, não consomem suas drogas nos pronto-socorros, onde chegam agonizando as vítimas de balas perdidas ou acertadas mesmo, disparadas pelos traficantes. É melhor o usuário fazer de conta que não tem nada a ver com isso e depois de participar de mais uma passeata pela paz ou em memória de mais algum amigo que ajudou a matar, ficar na praia, de olho no vendedor de mais uma dose. No filme se destaca a figura do Capitão Nascimento. Sua fala marcante deixa uma observação ecoando em nossa lembrança: “É por isso que nesta cidade todo policial tem que escolher: ou se corrompe ou se omite. Ou vai para a guerra. Eu fui para a guerra”. A maioria dos espectadores que assistiu o filme se identificou com esse personagem. Com a sua narrativa dos acontecimentos vividos por ele na época em que comandou um destacamento no BOPE. Ao mesmo tempo sensível para a desastrosa realidade social dos nossos dias, enojado com a hipocrisia de uma parte da classe média, inimigo jurado dos policiais e autoridades corruptas e inimigo de morte dos criminosos, esse personagem faz mais do que catalisar nossos sentimentos de revolta contra a situação que sofremos. Faz mesmo assomar em nós a plena convicção de que agiríamos da mesma forma, combatendo os criminosos de camiseta ou de colarinho branco, com todo o rigor que merecem. E nem por isso seríamos como eles. Seríamos apenas cidadãos, exercendo nosso direito de autodefesa. Alguém vê alguma coisa errada nisso? E lembrando das palavras dele, vendo a decadência e corrupção que contaminaram completamente os três poderes neste Brasil, podemos falar como ele: ”É por isso que neste país todo cidadão tem que escolher: ou se corrompe ou se omite. Ou vai para a guerra”. Se nós queremos nos considerar cidadãos decentes, é melhor irmos para a guerra. Landel http://vellker.blog.terra.com.br

Engraçado é que ninguém repudiou a cena onde o ...

andreavip (Advogado Autônomo)

Engraçado é que ninguém repudiou a cena onde o traficante atirou pelas costas no policial e nem quando ateou fogos, após ter prendido o boyzinho nos pneus pra ele nao ter chance de fugir. E o pior é que é assim que acontece mesmo. Os valores são distorcidos e a população vê muita tv. É muito melhor fingir que tudo é só ficção, principalmente pra aqueles que descarregam suas frustações na maconha. Ninguém reclamou quando ser usuário de droga passou a ser um delito "punido" com advertência, porque será??? É pura arrogância achar que as pessoas passarão a usar a violência na forma do filme. Achar que as pessoas saltiraram de felicidade quando viram as cenas chocantes. Pura arrogância. Será que não dá pra imaginar que apenas pode ter servido pra ver como funciona a vida real??? Acordem!!!!!!! o filme é ótimo.

Além do que já dito pelos ilustres comentadores...

Floripa JF (Advogado Autônomo - Criminal)

Além do que já dito pelos ilustres comentadores, vejo que uma das coisas que mais incomoda grande parte de uma elite pseudo-pensadora que apedreja a obra é o tapa na cara ante a afirmação que os "maconheiros" sustentam o tráfico, os traficantes e são responsáveis iniciais pela morte de inocentes como o garoto João Hélio. Também fui chamado de fascista por advogar esta tese. Intelectualóides esquerdistas ao apertarem seu baseado e cheirarem uma carreirinha são bandidos também, co-autores do crime de tráfico de drogas, sendo dele beneficiários diretos. Podem bater à vontade, mas a verdade é esta!!!

O que vejo como mais interessante num filme com...

Alexander Soares Luvizetto (Advogado Autônomo - Empresarial)

O que vejo como mais interessante num filme como "Tropa de Elite" são as reações das pessoas que se sentem afrontadas pelo tema. Filmes são, no mundo moderno, a forma mais singela de provocar a reflexão de massa. Tropa de Elite é um excelente filme, principalmente por fomentar tamanhas reflexões (como bem comentado pela Miri Ramos). Que o filme continue provocando isso mesmo: reflexão. Especialmente na Classe Média.

Tropa de Elite Filme choca ao mostrar relações...

RICARDO OLIVEIRA (Contabilista)

Tropa de Elite Filme choca ao mostrar relações de sociedade e polícia O que realmente chocaria seria um filme que mostrasse as relações do Legislativo, Executivo e Judiciário para com a Sociedade.... Multas de Trânsito, Megociações para Pedágios, Condenações ao Estado... etc.

Quem gosta de cinema sabe que todos os grandes ...

Mari Ramos (Advogado Autônomo - Civil)

Quem gosta de cinema sabe que todos os grandes filmes geram grandes discussões, críticas, teses, adesões, repulsas, mas... por mais que sejam grandes, não deixam de ser filmes. Retratam um momento, um pensamento, uma realidade, uma imaginação, uma visão, uma postura, enfim, dizem o que querem dizer e num país em que a liberdade de expressão é garantia constitucional, deve ser muito bem vindo o filme que gera discussão e reflexão sem descuidar da sua função que é ser simplesmente um filme. Se ele tiver o condão de despertar algum tipo de reação certamente não será a causa do problema, simplesmente mostrou-o sob determinada ótica. Se não despertar reação alguma, pelo menos serve como entretenimento, o que não deixa de ser sua função. Tropa de Elite se enquadra como um grande filme, que desperta reações e também é um bom entretenimento. Cínicos aqueles que o repudiam como “um filme hollywoodiano”. Jogue a primeira pedra quem não vai ao cinema para assistir os “filmes hollywoodianos”. Essa coisa bem brasileira de “uma idéia na cabeça e uma câmera na mão” é encarada como “cult” porém, são justamente esses que se pretendem sérios e com mensagens a dar que não se sentem na obrigação de cumprir com a outra função do filme que se pretende uma obra cinematográfica, ou seja, entreter. A primeira parada de um cineasta [?] brasileiro é a porta do governo, a fim de garantir verbas para seus filmes, e aí a liberdade de expressão já começa a ir para o ralo. Hipócritas aqueles que têm medo da discussão, do debate. Assistir em rede nacional um avião explodindo, ao que parece, chocou menos do que um filme. Assistir em rede nacional a votação do Conselho de Ética do Senado, sobre o caso Renan, também chocou menos. Por que ninguém se levantou contra esses “filmes” dizendo que eles são capazes de influir na consciência do povo? Ah, tá... não eram filmes e não dá para criticar o “autor” não é? Mesmo porque não há “diretor” assinando essas “obras”. Acho que uma obra de arte, e o cinema é a sétima arte, tem diversas funções, entreter, fazer pensar, expressar o pensamento de seu autor etc e qualquer obra que consegue cumprir ao menos uma dessas funções tem que ser louvada. Tropa de Elite cumpriu seu papel. O resto é tese.

Gostei muito do filme! Muito bem interpretado! ...

Daniel P. Almeida (Bacharel)

Gostei muito do filme! Muito bem interpretado! A história foi boa e prendia a atenção do espectador. O cinema nacional está melhorando, não está mais se prendendo só em palavrões e cenas de sexo. Mostra a realidade brasileira, mas não me surpreende, eu já sabia, como todo mundo sabe, da corrupção na PM, aliás, deveriam também fazer filmes mostrando essa mesma corrupção na Justiça, no Ministério Público e no Poder Legislativo. O que me surpreendeu foi saber que existe esse tal de Bope que é extremamente bem preparado e combate a criminalidade... eu não sabia que tinha orgãos policiais tão bem preparados. (corrigindo)

Gostei muito do filme! Muito bem interpretado! ...

Daniel P. Almeida (Bacharel)

Gostei muito do filme! Muito bem interpretado! A história foi boa a prendia a atenção do espectador. O cinema nacional está melhorando, não está mais se prendendo só em palavrões e cenas de sexo. Mostra a realidade brasileira, mas não me surpreende, eu já sabia, como todo mundo sabe, da corrupção na PM, aliás, deveriam também fazer filmes mostrando essa mesma corrupção na Justiça, no Ministério Público e no Poder Legislativo. O que me surpreendeu foi saber que existe esse tal de Bope que é extremamente bem preparada e combate a criminalidade... eu não sabia que tinha orgãoes policiais tão bem preparados.

MUITA COMPETENCIA. - POLICIA QUE JULGA, CONDENA...

não (Advogado Autônomo)

MUITA COMPETENCIA. - POLICIA QUE JULGA, CONDENA, EXECUTA, TORTURA, SOLTA, INVESTIGA, NEGOCIA, COBRA TRIBUTOS, AMPLIA MERCADO; É MUITA ATRIBUIÇÃO. EM QUALQUER EMPRESA QUANDO ALGUMA COISA SAI ERRADO O RESPOSSABILIZADO É O CHEFE.

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