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Duas operações

PF deflagra operações para combater grupo de extermínio e fraude

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Duas grandes operações da Polícia Federal se desenrolam no país – uma desde o final da tarde de quarta-feira (7/11) e a outra, a partir da manhã desta quinta-feira (8/11). Nesta quinta-feira, a Polícia Federal, juntamente com o Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual e a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará, desencadeou a Operação “Cia. do Extermínio”. O objetivo é desarticular um grupo de extermínio que age no estado do Ceará há cerca de quatro anos. Segundo as investigações, o grupo está envolvido em pelo menos 25 homicídios.

Até às 14h desta quinta-feira, foram cumpridos 20 mandados de prisão e 26 mandados de busca e apreensão. Entre os presos, dez são policiais militares e um é servidor do Fórum da Justiça Estadual em Fortaleza. Também há empresários e seguranças na prisão. A ação conta com 155 policiais federais. Os mandados foram expedidos pelo juiz da 5ª Vara do Júri, em Fortaleza.

A operação, além de ter o objetivo de prender os integrantes do grupo, busca provas que reforcem a materialidade dos crimes praticados pelo grupo e também a identificação de outras possíveis vítimas.

Todo o material apreendido será levado para a sede da Força-Tarefa, na Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará, com o acompanhamento do Ministério Público Estadual e da Polícia Federal.

Óleo falsificado

A Polícia Federal começou a desarticular, a partir da tarde de quarta-feira, uma organização especializada em fraudar licitações de órgãos públicos para compra de combustível lubrificante automotivo. A base da quadrilha era a cidade de Itápolis, em São Paulo.

Os policiais federais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRCOR) e da Superintendência Regional da PF, no Espírito Santo, cumpriram mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça Federal, no município paulista. Foram presos três suspeitos. Entre eles, o líder da organização criminosa.

Nesta quinta-feira (8/11), os presos foram encaminhados para a Superintendência Regional da PF em Vila Velha, onde serão indiciados pelo delegado federal que preside as investigações.

A quadrilha tinha uma empresa aparentemente lícita para participar de licitações públicas. Assim, a empresa apresentava um produto - óleo lubrificante - informando que era 100% sintético. Mas, na verdade, tratava-se de óleo falsificado. A quadrilha colocava o óleo sem essa especificação em outros recipientes com rótulo falso para ludibriar os compradores.

As investigações começaram, no Espírito Santo, porque a quadrilha fraudou licitações da Polícia Federal capixaba com a venda da mercadoria falsificada. Há suspeitas de que o grupo criminoso tenha vendido o produto em vários estados para órgãos públicos como a Receita Federal, Exército, Aeronáutica, Escola Agrotécnica Federal, Funasa, Universidade Federal, Abin, Laboratório Nacional de Astrofísica do Ministério da Ciência e Tecnologia, Embrapa e Ibama, dentre outros.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 8 de novembro de 2007, 14h44

Comentários de leitores

3 comentários

Muitas vezes o cidadão brasileiro, homem de be...

patriotabrasil (Contabilista)

Muitas vezes o cidadão brasileiro, homem de bem observa erros e abusos, más, não tem poder e nada faz, mesmo tendo vontade restando a estes então, contar com nossos destemidos Procuradores da República e Delegados Da nossa Policia Federal no comando dos seus agentes, livrando a todos desses abusos e erros que paira sobre a nossa nação. Parabens PF e MPF.

E o caso da Telecom Itália. Não vai haver um "A...

olhovivo (Outros)

E o caso da Telecom Itália. Não vai haver um "AVANTE PF!, AVANTE MPF!"?

AVANTE PF! AVANTE MPF!

Armando do Prado (Professor)

AVANTE PF! AVANTE MPF!

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