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Operação Roterdam

PF investiga esquema de fraudes no Porto Seco Sul de Minas

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (7/11) a Operação Roterdam que visa desarticular suposta organização criminosa que atuava no Porto Seco Sul de Minas, em Varginha (MG).

Foram cumpridos 10 mandados de prisão - nove em Varginha e um em Valinhos - e 45 de busca e apreensão nos municípios de Varginha, Santa Rita do Sapucaí, Ilicínea e Belo Horizonte. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos também em Campinas, São Paulo e Valinhos (SP).

Segundo nota divulgada pela assessoria da Polícia Federal, o grupo praticava os crimes de favorecimento ilícito a empresários e despachantes aduaneiros, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva e contrabando.

Segundo a Polícia Federal, os empresários tinham “a certeza de que suas mercadorias seriam facilmente liberadas no Porto Seco Sul mediante pagamento de propina a auditores da Receita e despachantes”.

A Polícia Federal sustenta que o permissionário do Porto Seco Sul de Minas realizava pagamentos a servidores públicos “para que o esquema fraudulento fosse mantido”. Há indícios de que o grupo criminoso começou a agir em 1997.

A operação é chamada de Roterdam como alusão ao maior porto do mundo, localizado na Holanda. O Porto Seco Sul de Minas tem acesso aos principais portos e aeroportos do país.


Revista Consultor Jurídico, 7 de novembro de 2007, 15h41

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