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Em bilhete

Presidente da OAB de Ponta Porã é ameaçada de morte

A presidente da OAB de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, Eliz Paulina Saldanha Rodrigues Jará, 40 anos, foi ameaçada de morte. A ameaça foi feita por meio de um bilhete deixado em cima da mesa de sua casa. Em uma folha de papel estava escrito: “Amanhã você morre”.

O “recado” foi encontrado pela família na madrugada desta quinta-feira (1º/11). Quando Eliz chegou em casa, por volta de 1h30, o imóvel estava com o portão e a porta principal abertos.

Na porta não havia sinais de arrombamentos. Segundo a PM, ela foi aberta com uma chave que a advogada deixa em cima de um saco utilizado para musculação. Do interior da casa foi levado um notebook, uma pulseira de ouro, a chave de um carro, uma mochila escolar e uma máquina fotográfica digital. O closet dela e gavetas com documentos foram vasculhados.

De acordo com a PM, a presidente da OAB suspeita que os autores conheçam os hábitos da casa, pois sabiam onde estava a chave da porta principal. A advogada é suplente de um vereador da cidade. Um policial militar ficou responsável pela segurança dela até o início desta manhã.

Revista Consultor Jurídico, 1 de novembro de 2007, 17h11

Comentários de leitores

1 comentário

Bom, são cerca de 50 Promotores de Justiça amea...

MPMG (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Bom, são cerca de 50 Promotores de Justiça ameaçados por ano só em MG, mas a nobre OAB, mais preocupada com a re-reeleição do Lula do que com a Justiça, divulga amiúde a tese (verdadeira) que cadeia não recupera, mas, ao invés de tentar modificar a estrutura das cadeias, prega abertamente a tese de "MENOS CADEIA PARA TODOS"; todavia, se um integrante da OAB é ameaçado, vira escândalo, mas um escândalo sem resultado prático algum, porque a lei é a mesma para todos e, no caso, se o sujeito que ameaçou a advogada for preso, a repressão será "severa", pois levaremos o autor das ameaças direto ao JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL, onde ele terá de pagar uma (ou duas) cesta básica... Depois, por vingança, o autor pode até vir a matar a advogada e, aí, o prejuízo é irreparável. Mas tem mais: o sujeito, se for preso e condenado por homicidido triplamente qualificado, terá uma pena de uns 16 anos, e sairá em pouco mais de 06 anos da cadeia,por que tem de voltar ao convívio social, que é seu direito. Aliás, isto tudo se o assassino não fugir, porque o processo do júri pode levar uns 4, 6, 8 anos, e o gloriosos Min. Marco Aurélio já asseverou que o homicida tem o direito de fugir, e que não pode a Justiça decretar-lhe a prisão por isso. Falem agora, advogados e escritores de livros que defendam a tese de "cadeia para niguém" (direito penal mínimo),mas falem na OAB de PONTA PORÃ, se tiverem coragem de mostrar suas caras deslavadas.

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