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Na cauda da Enron

Investidores americanos temem ações por fraude financeira

Os grandes escândalos financeiros da última década, nos Estados Unidos, como os da Enron e Worldcom, transformaram a Suprema Corte americana em território duríssimo para os agentes do mercado de capitais em ações contra empresas públicas. Investidores, mais do que nunca, temem ações fraudulentas que devem chegar à Suprema Corte. A análise é do site Findlaw.

“Certamente há uma trava naquela Corte para investidores”, avalia Chris Mather, uma porta-voz da Associação Americana de Justiça, grupo que representa advogados acostumados a tais julgamentos. A Comissão de Seguros e Câmbio (SEC), por exemplo, diz que se posta ao lado do governo Bush e mantém sua postura de cão de guarda do mercado de ações. O porta-voz da SEC, Christopher Cox, admite que os investidores temem, como nunca, as “ações fraudulentas”.

Cox tem como referência o caso Enron. A Enron foi à falência em dezembro de 2001 depois de descobertas fraudes em seus balanços contábeis. A Enron, com sede em Houston. No Texas, empregou cerca de 21 mil pessoas e foi uma das líderes mundiais em distribuição de energia (eletricidade, gás natural). Seu faturamento chegou a atingir US$ 100 bilhões. Também chegou a ser a sétima maior companhia dos Estados Unidos. A quebra da empresa gerou perdas de US$ 60 bilhões, no mercado de ações, e de US$ 2 bilhões em fundos de pensão.

Revista Consultor Jurídico, 29 de março de 2007, 17h19

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