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Endereço incerto

Acusado de furtar BC em Fortaleza deve ser preso

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região manteve o decreto de prisão de José Marleudo de Almeida, acusado de integrar a quadrilha que furtou R$ 160 milhões do Banco Central em Fortaleza, em agosto de 2005. A decisão foi da 2ª Turma e acolheu parecer do Ministério Público Federal.

De acordo com os autos, o grupo chegou ao BC de Fortaleza por meio de um túnel. Na casa de José Marleudo, reconhecido como um dos responsáveis pela escavação, foram encontrados instrumentos de perfuração de concreto. Além disso, suas digitais foram identificadas no imóvel onde teve início a escavação do túnel que levou ao cofre do banco.

O réu, que responde a ação criminal na 11ª Vara da Justiça Federal do Ceará, pediu a revogação de sua prisão preventiva. Alegou que é primário, tem residência fixa e demonstra interesse em se apresentar perante a autoridade competente. Entretanto, José Marleudo está foragido desde que sua prisão provisória foi decretada.

Segundo a procuradora-regional da República Maria do Socorro Leite de Paiva, o fato de o réu estar em lugar incerto mostra que ele não tem residência fixa — ao contrário do que alega — e indica sua falta de interesse em se apresentar às autoridades.

Processo: 2007.05.00.012646-6

Revista Consultor Jurídico, 28 de março de 2007, 0h02

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