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Khmer Vernelho

Adiado o julgamento de integrantes de grupo extremista cambojano

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O julgamento dos acusados de terem pertencido ao Khmer Vermelho, organização extremista do finado líder cambojano Pol Pot, foi adiado indefinidamente por taxação governamental sobre os honorários dos advogados. Esse era um dos julgamentos mais aguardados nos últimos 50 anos. A expectativa era que começasse em 2007. De acordo com o site Findlaw, o anúncio da postergação foi feito neste fim de semana em Phnom Pehn.

O Khmer Vermelho esteve no poder no Camboja entre 1975 e 1979. Matou 1,7 milhão de pessoas em execuções e trabalhos forçados. Nennhum líder comunista cambojano foi julgado por tais mortes.

O adiamento se deve a recente decisão da Ordem dos Advogados do Camboja, que permite que o governo daquele país cobre altas taxas sobre os honorários dos advogados estrangeiros que atuam no país. Os advogados representam, junto às Nações Unidas, vítimas e réus do caso.

Cinco juízes cambojanos e quatro internacionais se encontraram nos últimos dez dias para tentar fazer acertos para que o julgamento ocorresse ainda em 2007.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 18 de março de 2007, 16h59

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