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Obrigada Dr. Alexandre, grata por seu pensament...

Helena Fausta (Bacharel - Civil)

Obrigada Dr. Alexandre, grata por seu pensamento justíssimo, prova também que foi dada a OAB, o direito de estar acima de nossa C.F., é como nos pedágios, a eles foram dados direitos de, se em alguma ocasião um cidadão não puder pagar para transitar,poderá até ser preso, contrariando aquele famoso art, que diz ser sagrado seu direito de "ir" e "vir".

A semelhança das CPIs, em homenagem à transparê...

Fernando Queiroz (Advogado Autônomo)

A semelhança das CPIs, em homenagem à transparência decantada pela OAB, não se fizesse uma verificação dos critérios de correção das provas. O princ´´ipio da publicidade não atinge a OAB. Tomamos o exemplo do exame 132, onde os candidatos terão que pagar, e, se o caso for, receber de volta. Absurdo dos absurod. A "Comissão" dos exames da OAB prima pela incompetência. Outro exemplo, passados mais de um mês, resolvem os imperadores do Direito da OAB anular duas questões. Argumentam, ironicamente que, os candidatos aprovados em releitura, segundo o edital, poderão fazer a segunda fase. Assim eles mascaram a incompetência junto a frustração dos bacharéis aprovados e que esperarão por algum tempo até obterem o crivo final da "conceituada" OAB/SP. Fernando Queiroz Advogado

Estranho a justificativa do Dr. Braz Martins no...

Jornalista Pereira (Jornalista)

Estranho a justificativa do Dr. Braz Martins no que diz respeito ao tempo gasto para corrigir as provas dos candidatos. Se a estes são dadas apenas cinco horas para responder às cinco questões e, após olhar para uma "bola de cristal" para adivinhar o que o examinador quer, elaborar uma peça que em um escritório gasta-se até um dia com consultas, como podem os examinadores demorarem um mês para corrigir as provas, deveriam fazê-lo em uma semana, com folga de tempo. Assim, conclui-se que é fácil pedir aos outros o impossível, mas sempre encontra-se a justificativa para si próprio.

Estranho a justificativa do Dr. Braz Martins no...

Jornalista Pereira (Jornalista)

Estranho a justificativa do Dr. Braz Martins no que diz respeito ao tempo gasto para corrigir as provas dos candidatos. Se a estes dão dadas apenas cinco horas para responder às cinco questões e, após olhar para uma "bola de cristal" para advinhar o que o examinador quer, elaborar uma peça que em um escritório gasta-se até um dia com consultas, como podem os examinadores demorarem um mês para corrigir as provas, deveriam fazê-lo em uma semana, com folga de tempo. Assim, conclui-se que é fácil pedir aos outros o impossível, mas sempre encontra-se a justificativa para si próprio.

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