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Conflito sem fim

Polêmica entre Gilmar e procuradores tem continuidade

Comentários de leitores

8 comentários

As representações junto à Corregedoria do MPF, ...

Adilson Jorge Donofrio (Delegado de Polícia Estadual)

As representações junto à Corregedoria do MPF, como acontece em 100% dos casos, foram arquivadas por prescrição. Nessa hipótese pergunto, quem é que ira fiscalizar o fiscal?

Antes e depois da CF de 1988 sempre existiu u...

Dr. Martins (Advogado Autônomo)

Antes e depois da CF de 1988 sempre existiu uma desafeição - em grande parte - de certos membros da Magistrtura em relação aos membros do Ministério Público. Juiz ainda se julga um ser intocável e incensurável , isto em grandes proporções, pois existem exceções. No caso do sr. Gilmar Mendes, ele gosta de usar o vedetismo por ocasião de seus votos. Lembro o julgamento da EC. 41 que versou acerca da taxação dos inativos, ele conduziu o seu voto aos limites do absurdo, dada a escassez de fundamentação jurídica, ante o jugamento anterior do Supremo sobre a matéria. A final, apareceu o milagroso Cezar Peluzzo com um voto duvidoso sobre a matéria e angariou maioria para que fosse julgada improcedente a ADI que discorria em pertinência à inconstitucionalidade da Emenda 41. Eles buscam e rebuscam exemplos no direito comparado, a fim de dar fundamento a seus votos, muitas vezes infundados. O Povo, encontra-se sem representação no Congresso. Os Parlamentares usam o mandato para receberem dádivas do Executivo. Quando o problema é da alçada do Supremo, que se tornou um órgão político, em grande parte, a coisa piora, porque a pior das ditaduras é a do Judiciário.

Não sou exatamente um apreciador do ministro Gi...

Arthur (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Não sou exatamente um apreciador do ministro Gilmar. Mas, verdade seja dita: se as ações de improbidade foram movidas por força dos fatos levantados pelo CONJUR, não tenho dúvidas em afirmar que, data maxima venia, os representantes do MP se excederam. Todavia, é de se repudiar que um ministro do STF, nos julgamentos do Pleno, se deixe levar por paixões mundanas, expondo, sem direito à ampla defesa - aparentemente tão cara ao ministro -, mazelas de outrem, e a si mesmo, desnecessariamente. A ética e urbanidade que devem inspirar, sempre e sempre, o operador do Direito estão a indicar caminho diferente. Há instrumentos jurídicos que podem - e devem - ser empregados para coibir abusos de quem quer que seja (promotores, juízes ou advogados). Melhor isso do que lavar roupa suja em público.

CONJUR = PSDB?

Furunco (Outros)

CONJUR = PSDB?

Pelo que se vê das ações (abusivas) de improbid...

olhovivo (Outros)

Pelo que se vê das ações (abusivas) de improbidade promovidas contra o atual ministro Gilmar mendes, conclui-se que sua posição sobre essas ações não decorre de espírito de vingança, mas de experiência própria.

Essa constituição é uma vergonha. Pessoas despr...

Fftr (Funcionário público)

Essa constituição é uma vergonha. Pessoas despreparadas ascendendo a posição mais alta por critérios políticos, que não esqueceram seu antigo ofício, e que continuam atuando como se estivessem em sua própria banca. Essa regra de quinto é realmente uma regra de quinta!

O senhor Gilmar Mendes é um político em defesa ...

MPE (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

O senhor Gilmar Mendes é um político em defesa apaixonada dos seus amigos. Sujeito sem importância a não ser pelo cargo que usa em proveito próprio. Mas o pior é ver um EDITORIAL DO CONJUR DE CONTEÚDO FALSO, pois este assevera que porque a ação em questão só vale para o ex-Min. Sardenberg, não alcança as outras mais de 10 mil ações! QUE MENTIRA DESLAVADA!!! Senão, provem que, se o STF decidir que não cabe ACP contra políticos por improbidade administrativa, as ações propostas não seram anuladas. Provem, se tiverem coragem.

CNMP neles. Dá-lhe Gilmar.

Zack (Outro)

CNMP neles. Dá-lhe Gilmar.

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