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Mãe de Carla Cepollina é impedida de falar no TJ-SP

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Representação arquivada pela Procuradoria não pode ser defendida em Órgão Especial de Tribunal de Justiça. Apesar de ter começado a falar diante dos desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, a advogada Liliana Prinzivalli foi impedida de continuar e sustentar a representação que fez contra o promotor de justiça, Luiz Fernando Vaggione.

Liliana é mãe da advogada Carla Cepollina, acusada de matar a tiros o coronel da reserva da Polícia Militar e deputado estadual Ubiratan Guimarães, em setembro do ano passado. Segundo o relator, desembargador Marcus Andrade, uma vez que a Procuradoria Geral de Justiça do estado negou a representação contra o promotor, não há nada a fazer, senão arquivá-la.

Em entrevista coletiva concedida em novembro do ano passado, a advogada acusou o promotor de justiça, que denunciou sua filha, de abuso de poder. Vaggione, em discussão com a advogada, disse que ela e a filha se achavam “arrogantemente acima da lei”, porém eram pessoas comuns. Já a mãe de Carla Cepollina perguntou ao promotor se ele tinha alguma razão especial para denunciar sua filha.

Os desembargadores não entraram no mérito se houve ou não o abuso. Afirmaram que, caso existam danos de outra natureza, eles não abrangem o arquivamento, cabendo a instalação de outro tipo de processo, no caso, civil. Porém, o relator ressaltou que isso é uma opção da interessada e não uma orientação do Tribunal.

 é correspondente da Consultor Jurídico no Rio de Janeiro.

Revista Consultor Jurídico, 8 de março de 2007, 0h02

Comentários de leitores

4 comentários

Conheço bem essa "raça"só porque está ,no momen...

Dirceu Lopes Machado (Investigador)

Conheço bem essa "raça"só porque está ,no momento;"classificada"como "classe média Alta" se acha que está acima de todos, demonstrando o qto é pobre de espírito .Me refiro as declarações dadas por mãe e filha na imprensa como:"Uma Prinzivalle não usa gorro na cabeça"a mãe Liliane se referindo à notícia vinculada no Est. de S.Paulo de que sua filha Carla Prinzivalle Cepolina chegara de gorro na cabeça no D.H.P.P.p/prestar depoimento(ela ligou p/ redação do jornal,não gostou do "gorro na cabeça".E outra qdo perguntada se Marcio Thomaz Bastos seria seu futuro advogado, Carla disse:"quem sou eu baby"p/ o jornalista da Folha de S.Paulo. Como se pode ver essa "laia"está mais preocupada c/ a imagem e repução delas, do que o processo e a barbárie cometida contra um idoso , oficial da P.M. e Dep. Estadual.Não se preocupa não Carla "Prinzivalle"Cepolina na penitenciária tbém tem manicuri.

"Segundo o relator, desembargador Marcus Andrad...

Renério (Advogado Sócio de Escritório)

"Segundo o relator, desembargador Marcus Andrade, uma vez que a Procuradoria Geral de Justiça do estado negou a representação contra o promotor, não há nada a fazer, senão arquivá-la..." Com todo respeito ao entendimento do nobre prof. Desembargador relator, é por isso que hoje eu concordo e dou graças a criação do CNJ.

Gostei do "para azar de alguns"!

Wolf (Jornalista)

Gostei do "para azar de alguns"!

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