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Pressão psicológica

Leilão força empresas a pagar dívidas trabalhistas em São Paulo

Antes mesmo de o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região promover seu 1º Grande Leilão de 2007, já são inúmeros os pedidos de retirada de bens da hasta pública marcada para a próxima segunda-feira (12/3), entre 11h e 18h, no auditório do Fórum Trabalhista Ruy Barbosa (Av. Marquês de São Vicente – Barra Funda).

Desde a semana passada, a Central de Hastas Públicas do TRT-SP tem recebido uma média de cinco pedidos de empresas que comparecem às Varas do Trabalho para pagar suas dívidas trabalhistas. Com isso, elas retiraram os bens de sua propriedade da penhora, antes que eles sejam leiloados. Esse número deve crescer ainda mais até segunda-feira, informa o Tribunal.

Para apresentar lances durante o leilão, no auditório do Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, é preciso cadastrar-se. O pré-cadastro pode ser feito através de um e-mail para a centraldehastaspublicas@trt02.gov.br. O interessado deve informar nome e endereço completos, CPF e RG, telefone de contato e e-mail se tiver.

De acordo com o TRT, nesse primeiro leilão de segunda-feira, serão oferecidos 191 lotes reunindo mais de três mil bens penhorados por 26 Varas do Trabalho da capital. Só nesse mês de março, serão feitos mais oito leilões.

Serão leiloados 191 lotes de imóveis em vários bairros da cidade, carros nacionais e importados de várias marcas, maquinário, equipamentos de informática e os mais variados produtos, de pares de sapatos a cadeiras de barbeiro. Os imóveis arrematados podem ser pagos em até 10 X sem juros.

O TRT-SP também leiloará maquinário de hospitais, raio-x e laboratório de análises clínicas, gráficas, marcenarias, frigoríficos, oficinas mecânicas e guinchos, equipamentos de construção civil, metalúrgicas, óticas, academias, lavanderias e estacionamentos.

Revista Consultor Jurídico, 8 de março de 2007, 11h22

Comentários de leitores

2 comentários

Entendo que esta correta a Justiça do Trabalho,...

Murassawa (Advogado Autônomo)

Entendo que esta correta a Justiça do Trabalho, pois, o que se vê é muita malandragem de patrões que se utilizam da mão de obra e depois dão um cacho de banana aos ex-empregados, senão vejamos os casos do Banco Economico, Banco Auxiliar, Banco Santos, Haspa, Continental, Gurgel e tantos outros que estão vivendo de forma nababesca, enquanto que os ex-funcionários estão vivendo das bananas que receberam. Fui empregado por muitos anos e hoje sou patrão e sei do que estou falando, nunca ludibriei um empregado, porém, não admito que me faça de bobo.

A Justiça do Trabalho aprecia uma expropriação ...

allmirante (Advogado Autônomo)

A Justiça do Trabalho aprecia uma expropriação de quem tem dinheiro, para pagar a festa de todos.

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