Consultor Jurídico

Comentários de leitores

17 comentários

Na minha humilde opinião esse artigo é totalmen...

Daniel P. Almeida (Bacharel)

Na minha humilde opinião esse artigo é totalmente tendencioso, feito por um advogado criminalista (com todo o respeito a classe), mas o objetivo desse texto é somente criticar a atuação do MP frete a autoridades corruptas. Nenhum jurista vem a este site reclamar quando O Estado atua desrespeitando os direitos de uma pessoa que é presa e espancada por ter roubado um "copo de iorgute", mas todos (do mais renomado jurista ao acadêmico de direito) levanta vozes quando um político ou juiz corrupto tem o seu sigilo bancário ameaçado (dizendo que tal sigilo é “um direito fundamental do ser humano”, fundamento primordial da dignidade da pessoa humana, pedra angular da liberdade e da democracia, etc, etc, etc.).

A própria divisão de funções é suficiente para ...

Dr. Tarcisio (Advogado Autônomo)

A própria divisão de funções é suficiente para que essa situação tenha um fim à contento. Pessoalidades como do Min. GM não podem servir para expressar a opinião de todos e vice versa. Da mesma forma não se pode imputar à uma corporação ou grupo, qualquer pecha em face de acontecimentos individuais. No mais, em humilde entendimento, entendo que cada qual faça a sua parte, sem inflamção de égo ou pecuinhas, todos fazendo cada qual a sua parte, com certeza, a sociedade agradecerá.

Lamentavel...basta ler a revista Carta Capital ...

lopes (Professor Universitário)

Lamentavel...basta ler a revista Carta Capital para ficar sabendo os motivos dos ataques do Sr. GM....NADA A COMENTAR DIANTE DOS FATOS RELATADOS NA MATERIA JORNALISTICA.....tudo em devesa propria ja que o mesmo é reu em ação de improbidade e seu irmão tambem....pelo menos é oque consta na ravista ja que o GM apesar de procurado resolveu ficar calado......

Quem critica o critico quem fiscaliza o fiscal,...

Adilson Jorge Donofrio (Delegado de Polícia Estadual)

Quem critica o critico quem fiscaliza o fiscal, enquanto não tivermos a OAB envolvida diretamente nas corregedorias de todas as instituições de forma isenta, não saberemos quem critica o critico e em quem fiscaliza o fiscal. Meus cumprimentos a GM pela posição adotada, dizer que adotou essa posição porque foi denunciado pelo MP é esperar muita compreensão por parte dos leitores.

Caro Carlos Augusto, o que o promotor "Che" co...

Consciência (Bacharel)

Caro Carlos Augusto, o que o promotor "Che" comentou é a pura verdade, e existem vários fatos que provam isto. A começar pela aversão explícita que o Min. Gilmar Mendes (ex-ADVOGADO Geral da União) possui pelo Parquet e sua tentativa latente de diminuir, ATRAVÉS DE UM JUÍZO TOALMENTE PARCIAL, o poder concedido constitucionalmente à este. Já no que tange aos advogados, é só notar que os artigos que ilustram o site do Conjur são cheios de exageros. E como o Sr. mesmo disse o exagero prejudica a argumentação, tornando-a, em minha opinião, cômica. É o que vem ocorrendo no Conjur. É o que ocorreu no seu comentário. Comentários generlistas e com alto grau de "sensacionalismo" demonstram a falta de argumento.

Parabenizo o promotor Ronaldo pelo brilhante co...

LUÍS  (Advogado Sócio de Escritório)

Parabenizo o promotor Ronaldo pelo brilhante comentário. O problema não são os poderes que o Ministério Público possui, e sim a divulgação precipitada que macula direitos fundamentais do cidadão.

O sub-título do artigo é inapropriado: o STF nã...

olhovivo (Outros)

O sub-título do artigo é inapropriado: o STF não briga com ninguém, decide. É a palavra final, a última e suprema instância, que deve sempre prevalecer. Disso nem a Corte, nem a sociedade, podem abrir mão, num estado efetivamente regido pelo direito. Agrade a alguns ou desagrade a outros. Os inconformados que mudem a Constituição ou exerçam o "jus sperniandi".

Embora possa, eventualmente, discordar do artig...

ronaldo batista pinto (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Embora possa, eventualmente, discordar do artigo em alguns aspectos - o que parece salutar - é preciso que se reconheça seu mérito em suscitar o debate a respeito do problema. Não há dúvida de que alguns, de fato, pretendem reduzir o âmbito de atuação do Ministério Público, movidos por interesses pessoais (por vezes, escusos) ou por pura vaidade que, infelizmente, permeia as instituições e é inerente à própria condição humana. Mas, por outro lado, parece inegável que certos exageros são cometidos, sobretudo na precipitada divulgação de notícias que, não raraz vezes, acabam expondo o indivíduo sem a existência de qualquer procedimento que embase a acusação. Sofre-se, talvez, a pior das condenações (aquele imposta pela imprensa), sem que se tenha qualquer chance de defesa. São colegas - e me sinto tranquilo para formular essa crítica, pois sou Promotor - que seduzidos pelo incrível poder que a mídia exerce, buscam-na ferozmente, estabelecendo, a partir daí, uma relação por vezes promíscua com jornalistas. Estes ávidos em dar notícias e, aqueles, preocupados em ver sua imagem divulgada, quase como se a imprensa fosse um fim em si mesma e não mero instrumento. Nesse ponto que me parece deva a questão ser focada. É preciso perceber, contudo, que essa espécie de conduta de alguns colegas, constitui-se em exceção e, mais, é fortemente criticada no seio da Instituição, que repudia, de forma veemente, tal vedetismo, de resto, absolutamente nocivo ao Ministério Público. Dois pontos, portanto, gostaria de colocar e já finalizando: o primeiro - insisto - que essa conduta representa uma exceção à classe, que, regra geral, trabalha de forma consciente e procurando privilegiar o direito do cidadão. E, segundo, que a veiculação do MP no noticiário cumpre o papel de informar a sociedade a respeito dessa Instituição que a defende. Resta, assim, buscar o perfeito equilibrio entre a publicidade e a preservação do direito da pessoa, que não deve experimentar tão precipatada condenação, ao ver seu nome estampado nas manchetes. Quem sabe um dia isso será possível !

só não acho que o embate entre o min. GM e os s...

Ricardo (Outros)

só não acho que o embate entre o min. GM e os seus arquiinimigos procuradores(três ou quatro), que resvala para o campo pessoal, possa ser interpretada como uma briga entre o STF, que é poder, e a instituição MPF. São coisas bem distintas, aliás.

Devagar com o andor. Nem o ministro Gilmar Men...

Luismar (Bacharel)

Devagar com o andor. Nem o ministro Gilmar Mendes é o demônio, nem o MPF é uma instituição sacrossanta composta exclusivamente por seres virtuosos que até bem pouco tempo jamais haviam recebido sequer uma admoestaçãozinha de sua Egrégia Corregedoria. É preciso separar o que é fato do que é simples opinião.

Devagar com o andor. Nem o ministro Gilmar Men...

Luismar (Bacharel)

Devagar com o andor. Nem o ministro Gilmar Mendes é o demônio, nem o MPF é uma instituição sacrossanta composta exclusivamente por seres virtuosos que até bem pouco tempo jamais haviam recebido sequer uma admoestaçãozinha de sua Egrégia Corregedoria. É preciso separar o que é fato do que é simples opinião.

não há briga nenhuma entre o STF e o Ministério...

Ricardo (Outros)

não há briga nenhuma entre o STF e o Ministério Público, só na cabeça de quem quer fomentar a discórdia e obter algum dividendo com isso. na realidade, o que há, por um lado, é o sensacionalismo de alguns segmentos da imprensa (chapa branca), e, por outro lado, a defesa de interesses corporativos. Quanto ao min. GM, ele faz parte de um colegiado, onde predomina a vontade da maioria, tanto que o julgamento da reclamação na qual se discutia a aplicação da lei de improbidade aos políticos foi adiado contra o seu desejo (o seu inconformismo com o adiamento da sessão foi captado pelas câmaras de tv e por quem assistiu pessoalmente ao julgamento). Quanto ao subscritor da matéria, por se tratar de um respeitável advogado, ele só poderia mesmo estar alinhado aos interesses de sua classe, o que é perfeitamente normal e compreensível.

A degradação dos cursos de direito no país leva...

prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)

A degradação dos cursos de direito no país leva a situações extremas, como invocar Gilmar Mendes para susentar certas teses! É sintomático que advogados se apoiem em falas de pessoa que sempre foi vista com reservas na comunidade jurídica e acadêmica. É pouco importante o título ou a honraria que se lhe conceda, continua a não gozar do respeito sequer de seus pares e é o quanto basta para que não se dê ouvidos ao que diz. Aliás, o que GM diz não se escreve. Olhem para o passado!

Nunca vi gente honesta e trabalhadora reclamar ...

Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)

Nunca vi gente honesta e trabalhadora reclamar da atuação do Ministério Público. Até agora quem só RECLAMOU e CRÍTICOU o MP foi malandro, gente que defende malandro e parente ou amigo de malandro que vive à custa do próprio malandro.

A raiva do Gilmar Mendes é porque a citada proc...

Paulo Monteiro (Advogado Autônomo - Civil)

A raiva do Gilmar Mendes é porque a citada procuradora moveu uma ação por improbidade administrativa contra ele, quando era o titular da AGU.

MP forte e atuante? Acabar com MP? Advoga...

Carlos Augusto (Outros)

MP forte e atuante? Acabar com MP? Advogados? Espero que vc não tenha uma .380 e vá em luais em praias, até pq, houve membro do MP decarregando toda a munição, o que pode ter sido por causa de paranóias como esta de que advogados querem acabar com o MP. Quem exagera o argumento prejudica a causa meu caro, auto-denominado, membro do parquet...

A população confia e quer um Ministério Público...

Connor MacLeod (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

A população confia e quer um Ministério Público cada dia mais forte e atuante. Advogados (nem todos) e Gilmar Mendes acreditam que ainda vão acabar com o Ministério Público. Ótimo assim! No dia em que essas premissas se inverterem é que devemos nos preocupar.

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