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Erro de mira

Policial acusado de matar criança é absolvido por júri

O 1º Tribunal do Júri de Ceilândia, no Distrito Federal, absolveu o policial Michel Ribeiro Sá Costa da acusação de homicídio da garota Adriana de Oliveira Melo, de 5 anos. O crime aconteceu em 2001. A decisão foi tomada com base no Código Penal.

Adriana brincava, quando um suspeito invadiu o quintal de sua casa. O policial que o perseguia fez vários disparos, atingindo a garota, que não resistiu aos ferimentos.

Michel Costa estava em serviço, patrulhando uma área da cidade, quando foi avisado de um tiroteio. Iniciou perseguição a André e Ilmar de Araújo. André entrou no quintal da casa de Adriana. O policial disparou contra o suspeito, mas atingiu a menor.

A juíza-presidente do Tribunal do Tribunal do Júri entendeu que a pretensão punitiva do estado era improcedente. Ela atendeu a decisão soberana do Conselho de Sentença, que o absolveu.

Processo 2001.03.1.015.046-3

Revista Consultor Jurídico, 30 de maio de 2007, 17h34

Comentários de leitores

4 comentários

Nãaaaaaaaaaaaaaooooooo, uma noticia desta eu nã...

CELO (Estagiário - Criminal)

Nãaaaaaaaaaaaaaooooooo, uma noticia desta eu não posso ler. Total despreparo... e se a criança fosse da juiza granto que ele não seria absolvido

... por que, não? se soltam criminosos que prov...

Robespierre (Outros)

... por que, não? se soltam criminosos que provocam a morte de centenas de crianças, ao dilapidar os cofres públicos, por que não soltar esse sujeito?

Sem detalhes é arriscada uma comparação com a t...

Marcos de Moraes (Advogado Autônomo - Criminal)

Sem detalhes é arriscada uma comparação com a triste notícia acontecida na cidade de Rondonópolis/NT, onde em desastrosa simulação para os policiais teriam confundido balas de festins com balas verdadeiras e atingido vários civis, inclusive crianças. Mesmo assim arrisco em afirmar que o policial é inocente ao errar o alvo de seus disparos. Penso que os culpados sãos os despreprados que procedem os treinamentos e reciclagens de nossos policiais. Desvalorizados em salários e sem treinamento e equipamento adequado, assim é a grande maioria de nossa forças de segurança. E, para nosso terror, eles precisam de armas automáticas para enfrentar os marginais, mas lhes faltará munição suficiente para o treinamento.

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