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Os mais votados

Associações divergem sobre nome do próximo procurador-geral

O mandato do procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza termina no dia 30 de junho. A escolha do nome para substituí-lo, ou mantê-lo na cadeira, é feita pelo presidente da República. Para isso, cada uma das quatro associações que representam os integrantes do Ministério Público da União compõe uma lista com três candidatos. Como não houve consenso, o presidente Lula deve receber as quatro listas, nesta segunda-feira (28/5).

A subprocuradora-geral da República Ela Wiecko de Castilho foi a mais votada entre os integrantes da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT). O segundo lugar dessa lista é ocupado pelo atual procurador-geral, Antonio Fernando de Souza. Em terceiro, aparece o nome do subprocurador-geral da República Wagner Gonçalves. A votação aconteceu na sexta-feira (25/5).

A lista da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) trouxe Antonio Fernando de Souza na primeira colocação. O atual procurador-geral foi seguido na lista pelos subprocuradores Wagner Gonçalves e Roberto Gurgel.

No Ministério Público Militar, a preferência também recai no atual procurador-geral, com Ela Wiecko de Castilho em segundo e Wagner Gonçalves em terceiro.

A consulta feita na Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios traz Ela Wiecko de Castilho na primeira colocação, seguida de Antonio Fernando Souza e Wagner Gonçalves.

De acordo com a ANPT, essa foi a primeira vez que integrantes das outras três associações participaram da votação para composição da lista tríplice. Para o presidente da entidade, Sebastião Vieira Caixeta, a eleição é um marco na democracia interna do MPU, que precisa, efetivamente, congregar todos os ramos. “A consulta aos membros do MPU, e não somente a um dos ramos, democratiza e legitima a lista tríplice”, declarou.

Embora não haja previsão legal da lista tríplice, o presidente Lula, em duas oportunidades, prestigiou a escolha da classe. Em 2003, indicou Cláudio Fonteles e, em 2005, Antonio Fernando de Souza.

Revista Consultor Jurídico, 27 de maio de 2007, 17h24

Comentários de leitores

1 comentário

Poucas vezes na República tivemos um Procurador...

GH (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Poucas vezes na República tivemos um Procurador tão discreto, exceto por sua recente manifestação tortuosa, quando demonstrou interesse no desenvolvimento de um caso desmerecendo decisão de um Ministro do STF. O Promotor de Justiça não deve se apegar a causa com comprometimento no resultado, deve ter isenção, manifestando-se com liberdade e empenho. Tirando essa passagem, parabéns ao Procurador, que, registre-se, teve galhardia ao denunciar o caso do mensalão.

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