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Anuário da Justiça

Anuário da Justiça mostra como ministros tratam advogados

O tratamento dispensado pelos ministros dos tribunais superiores e do Supremo Tribunal Federal aos advogados será um dos assuntos abordados no Anuário da Justiça - lançado em junho pela revista Consultor Jurídico e pela Faap (Fundação Armando Álvares Penteado). “É mais fácil um advogado ter acesso a um ministro do Supremo Tribunal Federal que a um juiz de Santo Amaro, em São Paulo”, compara o ministro Eros Grau, que diz ter o hábito de atender advogados que o procuram para audiências.

O ministro Marco Aurélio, um dos mais requisitados, também atende os advogados, mas dá “nota zero para os embargos auriculares”. Ele prefere objetividade na hora da entrega de um memorial. Não adianta falar horas para convencê-lo de algo. O importante é o poder de concisão e os argumentos que estão nos autos.

Apesar de ser uma prerrogativa dos advogados, vira e mexe há juízes espalhados pelo país que não os recebem. O assunto desperta polêmica entre os advogados, que constantemente reclamam de juízes. É por isso que o Anuário da Justiça resolveu abordar o tema em Brasília e mostrar como os ministros recebem os advogados, o que pensam sobre eles e mais: quais são os mais admirados.

A publicação terá, ainda, o ranking da inconstitucionalidade do país. Também deve mostrar quais são os estados que mais produzem leis que contrariam a Constituição e indicará o índice de inconstitucionalidade dos atos praticados pelo Congresso, pelos estados e pelo próprio Judiciário.

A equipe da revista ConJur selecionou cerca de 300 decisões mais importantes dos tribunais e entrevistou os ministros das Cortes para traçar detalhes de seus perfis. O Anuário da Justiça mostrará aos leitores, por exemplo, como votam os ministros, como trabalham e o que fazem nas horas vagas, entre outros detalhes.

A tiragem prevista é de 35 mil exemplares impressos. Do total, 30 mil serão distribuídos a ministros, desembargadores, juízes, promotores de Justiça, parlamentares, advogados e diretores jurídicos das principais corporações do Brasil. Os outros cinco mil exemplares serão vendidos em bancas.

A novidade do Anuário da Justiça deste ano é que, além de decisões do Supremo e do STJ, integram o coro o TST e o TSE. A publicação também fará uma análise da atuação da Procuradoria-Geral da República, da Advocacia-Geral da União e do Superior Tribunal Militar.

Os interessados em anunciar no Anuário da Justiça têm até o dia 31 de maio para reservar os espaços publicitários. Outras informações podem ser obtidas com Ana Claudia Pessoa pelos telefones (11) 3812-1220 e (11) 8265-1171 ou e-mail anaclau@consultorjuridico.com.br.

Revista Consultor Jurídico, 25 de maio de 2007, 9h23

Comentários de leitores

13 comentários

Então vão mais duas ocorridas na minha comarca:...

luca morato (Jornalista)

Então vão mais duas ocorridas na minha comarca: 1º) Advogado ingressou com Mandado de Segurança e prostestou pela oitiva de testemunhas e pelo depoimento pessoal do Prefeito Municipal sob pena de confissão e imediata concessão da ordem; 2º) Advogado ingressou com uma ação judicial em nome da companheira de um cidadão (juntando procuração outorgada por ela), depois,juntando outra procuração outorgada pelo companheiro/réu, contestou a ação em nome do companheiro da autora e ainda por cima reconhecendo a procedência do pedido. É mole?!

Dr. Haidar. Não brinque de mandar as teratol...

Edmundo (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Dr. Haidar. Não brinque de mandar as teratologias dos juízes, pois as apresentadas pelos advogados podem ser maiores. Só como exemplo: patrono da parte requereu participação sua como assistente em uma perícia médica pois se dizia formado em medicina legal.

Eduardo Garcia Silveira Neto, não pode se queix...

Nunes de Carvalho (Outros - Família)

Eduardo Garcia Silveira Neto, não pode se queixar da juiza de Anaurilândia - que até nas horas-extras o recebia sempre. Disso há provas! que já publiquei por aqui (em http://blogs.ya.com/oscorruptos/files/Aviso_para_Lisboa.mht ) Carlos Carvalho - o tal "ex-marido" da juiza Margarida Elisabeth Weiler, de Anaurilândia (ex-juiza de Caarapó) que denunciei no proc 009/06

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