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Defesa da diferença

OIT divulgará análise sobre discriminação no trabalho

Apesar dos esforços em combatê-la, a discriminação no trabalho ainda afeta milhões de pessoas. Pior: assumiu novas formas nos últimos anos. A constatação é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que apresentará, na próxima quinta-feira (10/5), o relatório "Igualdade no trabalho: enfrentando os desafios".

De acordo com o relatório, as formas tradicionais de discriminação, com base no gênero, raça, idade ou origem social, atingem milhões de trabalhadores em todo o mundo, apesar das iniciativas para acabar com elas, incluindo as mudanças na legislação.

Além disso, a OIT chama a atenção para o surgimento de novos meios de discriminar o trabalhador, como o tratamento injusto aos mais jovens ou mais velhos, deficientes, portadores de HIV e homossexuais. Apresenta, ainda, práticas de seleção que afetam os trabalhadores que têm uma predisposição genética a desenvolver certas doenças ou aqueles que possuem um estilo de vida considerado pouco saudável como uso do tabaco ou da obesidade.

O relatório apresenta, também, uma análise do progresso na luta para eliminar a discriminação no âmbito nacional e internacional. Conclui com uma série de sugestões de políticas, além de oferecer um plano de ação a fim de obter a igualdade para todos os trabalhadores.

Há quatro anos, a OIT publicou o primeiro relatório global sobre a situação da discriminação no local de trabalho. Na ocasião, pediu aos governos a adoção de medidas.

Revista Consultor Jurídico, 6 de maio de 2007, 0h00

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