Consultor Jurídico

Notícias

Acúmulo de função

Promotor quer continuar no cargo de secretário de Segurança

Comentários de leitores

5 comentários

Mas é preciso que se lembre, eminente juiz Júni...

José R (Advogado Autônomo)

Mas é preciso que se lembre, eminente juiz Júnior, de Maringá, que, como dizia Pedro Lessa, "a lei é para ser cumprida".

Há muito tempo o Paraná não tem um secretário c...

Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)

Há muito tempo o Paraná não tem um secretário competente e "expert" no tema segurança pública. Não é à toa que o Paraná foi pioneiro no combate ao bingo. Que o STF defira o pedido do sr. Delazari, para o bem do Paraná.

É elementar que o ocupante do cargo de Secretár...

barros (Delegado de Polícia Estadual)

É elementar que o ocupante do cargo de Secretário, seja qual for a Secretaria, seja pessoa afeita às peculiaridades da função. Assim, diferentemente do que se verifica nas Secretarias de Segurança Pública, nas demais, a escolha do ocupante do cargo recai sobre profissionais ligados à área da Secretaria que irá liderar, como ser professor, por exemplo, na hipótese da Secretaria da Educação. Tal escolha, política, antes de ser um indicador ou uma tentativa de que o trabalho a ser ali desenvolvido tenha mais chance de êxito, face à familiaridade das funções a serem desenvolvidas com a formação e experiência do indivíduo, deve ter como compromisso, acima de tudo e a meu ver, a inserção de um líder, que poderá administrar os subordinados com maior facilidade e compreensão, pois a chance de falarem a mesma língua é bem maior. Sem a necessária liderança, não haverá qualquer chance de ser realizado um bom trabalho, pois as decisões serão tomadas por um chefe e serão cumpridas pelos subordinados tão somente por serem ordens superiores. Se a escolha recaísse na pessoa de um líder, certamente a administração da pasta tornar-se-ia mais fácil e os resultados seriam obtidos com maior rapidez. Soaria ridículo se admitíssemos a hipótese de um determinado sindicado de trabalhadores ser liderado por um empresário, ou uma cooperativa médica ser liderada por um engenheiro, por exemplo, mas tais situações não parecem tão esdrúxulas para alguns Governadores, que insistem em inserir, como chefe e não líder, de suas Secretarias de Segurança, profissionais estranhos ao ninho. Além de não obterem a já falada liderança, a escolha faz nascer o sentimento de que não há, entre os pares, qualquer pessoa com competência à altura da tarefa. A discussão jurídica sobre a possibilidade de membro do M.P. liderar qualquer Secretaria, como reproduzido na matéria, a meu ver, é uma questiúncula de somenos importância, quando comparada com a viabilidade prática do escolhido fazer sucesso, seja ele membro do M.P. ou de qualquer outra instituição.

Liga não...Isso é apenas um modismo. Por exempl...

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)

Liga não...Isso é apenas um modismo. Por exemplo aqui no rio de janeiro a moda é pegar superintendentes da policia federal e coloca-los com Secretario de Segurança Publica. É uma PPP entre o Factoide e o Governador, arrestando quempode colocar o dedo na ferida Federal que vem comendo o Estado e o Municipio, apartir do... CALATE BOCA...

É estranho tudo isso porque o ministério públic...

Luiz Fernando (Estudante de Direito)

É estranho tudo isso porque o ministério público - do qual faz parte o Dr. Delazari - há anos defende com veemência o cumprimento retilíneo da Lei de Responsabilidade Fiscal, que veda esse tipo de "empréstimo" de servidores ou qualquer outra espécie de troca-troca entre entes públicos diversos que embaralhem os limites orçamentários de cada um. Então surge a dúvida: que estranhas forças estariam compelindo o ilustre promotor a permanecer "manu militarii" sentado na cadeira de secretário de segurança, lutando contra todas as investidas dos que querem vê-lo desempenhando as funções para as quais fez concurso público ? Teria perdido o Dr. Delazari, nas esquinas da vida, a sua vocação de promotor de Justiça ? Ou sua vocação oculta sempre foi para a atividade policial ? Há momentos na vida que o homem precisa se definir, sair do armário vocacional e dizer a que veio. Além de tudo isso, o Conselho Nacional do Ministério Público está dizendo que ele deve voltar ao cargo para o qual fez concurso público. Não basta isso ?

Comentar

Comentários encerrados em 9/05/2007.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.