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Encontro nacional

Corregedores de Justiça se reúnem em evento restrito


O Conselho Nacional de Justiça promove de 2 a 4 de maio encontro de Corregedores do Judiciário brasileiro. No evento, que acontece em Brasília, vão ser discutidos assuntos como impunidade, processo penal, e fiscalização de cartórios.

A abertura do congresso será feita pela presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministra Ellen Gracie, e pelo corregedor-nacional de justiça, ministro Antônio de Pádua Ribeiro.

A expectativa é que o encontro reúna cerca de 150 corregedores, juízes e desembargadores das justiças estaduais, do trabalho e militar. As palestras serão realizadas na Sala de Sessões da 1ª Turma do STF, Anexo 2, Bloco B, 3º andar.

Revista Consultor Jurídico, 1 de maio de 2007, 0h01

Comentários de leitores

3 comentários

A fiscalização de cartórios é matéria compleman...

allmirante (Advogado Autônomo)

A fiscalização de cartórios é matéria complemanete estranha à prestação jurisdicional. Mas graças a um llobby na constituição vilã, s. exas. logram ingerencia nestas instituições privadas.

O Conjur vai destacar alguém para tentar obter ...

Michael Crichton (Médico)

O Conjur vai destacar alguém para tentar obter alguma informação neste evento?

TEM QUE INVESTIGAR TODO O STJ Segundo a Revi...

MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

TEM QUE INVESTIGAR TODO O STJ Segundo a Revista Veja desta semana, filho do Ministro Félix Fischer, de nome Otávio Fischer é o recordista de ações no STJ. Imagina se ele perde alguma? *rs Este país é mesmo o país da Lei do Gérson!! Sobre o assunto ler no site, último parágrafo: "http://www.fenapef.org.br/htm/com_noticias_exibe.cfm?Id=43888" "Justiça - A complicada situação do juiz Medina A suspeita ronda o ministro - A polícia colhe indícios de que envolvimento do ministro Paulo Medina com venda de sentenças pode ser maior do que se pensava 28/04/2007 (...) A ofensiva contra os mercadores de sentenças, que revelou a venda de decisões judiciais em altas esferas jurídicas do país, pode acabar iluminando um tema espinhoso: a ação de familiares de juízes nas cortes em que seus parentes têm a caneta à mão. Isso é muito mais comum do que se imagina. Dos 33 ministros do STJ, por exemplo, quinze têm filhos, mulheres, irmãos ou genros advogando junto ao próprio STJ. Eles respondem por 320 ações, que envolvem desde a soltura de acusados de homicídio até disputas comerciais milionárias. A advogada Ívis Glória de Pádua Ribeiro, mulher do ministro Antônio de Pádua Ribeiro, defende os interesses de uma empresa de celulose contra um banco. O advogado Octávio Fischer, filho do ministro Felix Fischer, é o recordista de ações: 48. Ele representa os interesses de municípios, empreiteiras e empresas. O simples fato de um advogado atuar num tribunal onde um parente atua como juiz, naturalmente, não constitui crime algum. Além disso, existe uma norma legal determinando que, quando um magistrado recebe o processo de um parente, ele deve se declarar impedido. Mas o tema é tão controvertido que, desde 2000, tramita no Congresso um projeto de lei para acabar com a advocacia de parentes de juízes em seus tribunais de atuação. Não é um tema fácil. Mas é bom começar a discuti-lo. Até porque nesse ambiente vaporoso pode surgir um novo escândalo envolvendo o Judiciário do país. Fonte: Revista Veja - Editora Abril"

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