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Massacre de Beslan

Pais de crianças que morreram em escola processam Rússia

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Pais e parentes das crianças assassinadas em 2004, durante o cerco a uma escola de Beslan, ajuizaram ação na Corte Européia de Direitos Humanos contra a Rússia. Mais de 60% das crianças foram assassinadas após forças de segurança russas terem invadido o ambiente em que estavam militantes islâmicos, que tinham tomado uma escola de Beslan, no sul da Rússia. As informações são do site Findlaw.

Segundo Ella Kesayeva, líder da agremiação Mães de Beslan, foram 89 o número de parentes que assinaram a ação judicial iniciada na corte da cidade de francesa de Estrasburgo.

De acordo com a ação, “as autoridades russas violaram tratados de direitos humanos ao negarem aos parentes das vítimas o direito a uma investigação imparcial e objetiva do caso”.

Um só militante islâmico sobreviveu e foi condenado por assassinato. Mas nenhuma autoridade russa foi considerada culpada. Em 15 de maio deste ano, a Justiça russa concedeu anistia a três policiais envolvidos no caso.

O massacre

Tudo começou quando terroristas armados fizeram reféns mais de 1200 adultos e crianças, no dia 1º de setembro de 2004, na Escola Número Um, na cidade russa de Beslan.

No terceiro dia da confusão, houve troca de tiros entre os seqüestradores e forças de segurança russas. De acordo com informações oficiais, 344 civis foram mortos. Entre eles, 186 crianças e outras pessoara foram feridas.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 29 de junho de 2007, 14h31

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