Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Prova com obstáculos

Liminar que classificava cavaleiro para o Pan é suspensa

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu liminar que garantia uma vaga ao cavaleiro Vitor Alves Teixeira na equipe de hipismo do Brasil que participará dos Jogos Pan-americanos.

A seleção de hipismo passa agora a ser composta pelos pré-convocados, Rodrigo Pessoa e Bernardo Alves, tendo como reservas César Almeida, Pedro Veniss e Karina Johannpeter.

O desembargador Siro Darlan de Oliveira suspendeu nesta segunda-feira (25/6) a liminar que assegurava ao cavaleira a participação na disputa que começa no dia 14 de julho. A decisão contra a Confederação Brasileira de Hipismo havia sido proferida pela juíza Maria Cristina de Brito Lima, da 5ª Vara Cível, na Barra da Tijuca (RJ), na terça-feira passada (19/6). A multa estipulada pela juíza era de R$ 50 mil. O cavaleiro avisou que irá analisar a nova decisão para tentar reverter o resultado.

Teixeira argumentava que CBH mudou a regra no meio das seletivas para o Pan: os cavaleiros não poderiam ter mais de 28 pontos perdidos e nem serem eliminados em nenhuma das provas do processo de seleção.

Ao final das seletivas, apenas um cavaleiro, César Almeida, conseguiu ficar dentro do critério estabelecido. Segundo Teixeira, os outros dois conjuntos foram escolhidos por critérios subjetivos.

Segundo o presidente da confederação, Maurício Manfredi, a liminar de primeira instância continha "inverdades" ao dizer que a mudança do índice era dele. Teixeira tinha ficado em segundo lugar nas seletivas encerradas no dia 3 deste mês.

Lúcia Maria Santa Cruz, chefe de equipe de saltos do Pan, escolheu Karina Jonhampeter, herdeira do grupo Gerdau, pelos critérios subjetivos. No Pan de Santo Domingo em 2003, Karina, então com 19 anos, sofreu uma queda com seu cavalo e teve o pior desempenho entre os brasileiros. O outro atleta convocado foi Veniss, que não entrou na seletiva porque participa do circuito europeu. Atualmente, ele é o número 70 do ranking mundial.

2007.209.006063-6

Revista Consultor Jurídico, 25 de junho de 2007, 19h26

Comentários de leitores

1 comentário

DEMOCRATAS - FURTAM NA AVENIDA DO PAN COBRANDO ...

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)

DEMOCRATAS - FURTAM NA AVENIDA DO PAN COBRANDO PEDAGIO ************************************************************************* SEFAZ-RJ precisa explicar como emitiu CNPJ para empresa explorar pedágio na AVENIDA CARLOS LACERDA (Linha Amarela), de acordo com a Lei nº 8.934/94, não podem ser registrados documentos que não obedeçam às prescrições legais ou regulamentares, não há respaldo na Lei para esse tipo de cadastro, no mesmo sentido o Município que exarou alvará de funcionamento. Ou seja, a empresa ou é Laranja ou Estado é ESTELIONATARIO, e como o poder Judiciário sabe de tudo é omisso conivente e criminoso também. Os promotores, procuradores e corregedor juntamente com aquele conselho, prevaricaram por negligencia e falta de interesse em apurar os fatos, nos contratos e referidos termos aditivos destes de Obras 512/94, de Concessão 513/94, de Segurança Particular Armada em Via Pública, assinados pelo Executivo Municipal em favor da concessionária OAS Ltda., Linha Amarela Sociedade Anônima – LAMSA em detrimento da Legalidade, noticiados de Fraude em recibos emitidos pela Linha Amarela Sociedade Anônima, Improbidade administrativa do Executivo Municipal no ato de concessão, Lesão ao principio de Isonomia, pois apenas 20% dos usuários pagam o pedágio, Contratações Criminosas de Segurança Armada com posto de destacamento em vias publicas sem consulta a SSP-RJ e a PMRJ, Constituição de Empresa de Cobrança de Pedágio junto ao CNPJ 00.974.211/0001-25 de 03/11/2005, emissão de Alvará Municipal e registro JUCERJ tudo ilegal, e mais, do afastamento da LAMSA dos quadros do Conselho de Valores Monetários – CVM.

Comentários encerrados em 03/07/2007.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.