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Sandálias da humildade

Juiz é criticado por cancelar audiência em que autor usou chinelo

Comentários de leitores

69 comentários

Corrigindo: para qdo a audiência foi remarcada ...

Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)

Corrigindo: para qdo a audiência foi remarcada está em outra notícia.

Deve ser liberado em todo Poder e órgão público...

Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)

Deve ser liberado em todo Poder e órgão público, ou só no Judiciário já que ele é culpado por tudo? O argumento de impedir o acesso do cidadão ao Judiciário é falácia. O único Poder que o pobre pode recorrer ainda é o Judiciário e ficar frente a frente com o Juiz. Procurem os Deputados e Senadores que elegeram e ver se eles os recebem nos gabinetes? Vão no Palácio do Planalto e ver se o Presidente Lula irá nos receber? Deputados Estaduais será que iria? Os políticos só aparecem para falar com as pessoas em época de eleição, mas nem por isso sofrem duras críticas. Agora o Juiz tem que receber, presumo pelos comentários que li, até uma pessoa embriagada ou pelada, porque senão estará errado. A função de Juiz é assim mesmo, sempre uma parte ganha e a outra perde, o que mais incomoda é que o Judiciário não está unido quando é para proteger seus Juízes honestos, e acaba por colocar na vala comum tanto os honestos quanto os corruptos. O resultado disso, por exemplo, é o que ocorreu agora com a Polícia Federal que não respeita mais decisão judicial, a não ser se for para se promover. Enquanto o Judiciário está disperso, o MP, PF, e outros Poderes se mantêm unidos e, infelizmente, ás vzes para proteger membros corruptos.

Nenhum de nós, ou raras pessoas, sabe o que rea...

Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)

Nenhum de nós, ou raras pessoas, sabe o que realmente aconteceu, se a parte possui ou não calçado fechado, se o advogado fez o papel dele de orientar o seu cliente do traje adequado, as reais condições da Parte, porque mesmo que pobre, muitos tem um tênis ou sapato, se a parte vai ganhar ou não o processo, qual o valor da causa, para quando foi remarcada a audiência, etc... Tudo não passa de presunções. Isso não é discernimento. É insensatez. O homem inteligente conhece primeiro para depois julgar. Aqui infelizmente ocorre o contrário, critica-se primeiro para depois qdo ver que errou, não ter nem a coragem de aparecer e assumir o erro. Hoje muitos dos que defendem o Juiz Mazloum, na época criticaram, sem saber se ele era realmente culpado ou não. Até agora não obtive uma resposta qto a extensão da liberação do traje. A permissão deve ser só das sandálias? Só para os pobres que não possuem sandálias? ou os pobres que possuem tb pode? O juiz como não é adviinho deve liberar geral? ou deve avisá-lo previamente? o rico tb pode? camiseta regata pode? bermuda? sem camiseta? descalço? etc.. É muito fácil criticar, ainda qdo não se sb o que realmente aconteceu. Os nossos legisladores já são pode demais ruins, mas alguns comentaristas aqui se legisladores fossem, com esse nível de generalização dos comentários (apenas CRITICAM principalmente se for juiz), seria como se nenhuma lei existisse, tendo em vista que abrangeria tudo.

..."A notícia se limitou a dizer que o Juiz adi...

lu (Estudante de Direito)

..."A notícia se limitou a dizer que o Juiz adiou a audiência, porque viu que a Parte estava utilizando sandália de dedo." Jacques, para você, adiar uma audiência por causa de uma sandália de dedo, atrasar o andamento de um processo de alguém que está necessitando, para você é pouco? Não significa nada? Não coloque todas as pessoas num mesmo balaio. Tenha discernimento!

Flávio vc chega a ser risonho. Cita muitos livr...

Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)

Flávio vc chega a ser risonho. Cita muitos livros, mas acho que não chegou a lê-los. Cita os títulos, mas o conteúdo e alguma conexão com o que vc está falando não cheguei a ver até agora. Você falando tanta besteira como fala, ou melhor tenta falar alguma coisa que presta, mas não consegue dizer nada, vc deve encontrar muita dificuldade como Professor e como Proc. Autárquico. Tornando-se até motivo de deboche nesses ambientes. Mas no fundo como disse, chega até a ser engraçado. Toda essa soberba, mas não consegue responder nem 10% dos comentários, e se restringe a citar títulos de livros, presumindo que com isso vc será visto pelos outros comentaristas como uma pessoa muito culta. Ocorre totalmente o contrário com esses comentários vazios. Mudando de assunto, penso que algumas pessoas são muito inflexíveis. Utilizar trajes adequados em órgãos públicos não é novidade para ninguém. Por que tanto alarde quando se trata de um juiz? Há políticos recebendo 100 mil reais por mês sem trabalhar e ainda desviam dinheiro público e nem por isso causa tanto estardalhaço, como se já fosse algo natural do brasileiro. Agora um juiz não pode espirrar na audiência que isso é motivo para ser alvo de duras críticas. Tentem entrar na Câmara dos Deputados, e.g., que é a casa do povo, para ver se entram? Aí terão vários parlamentares para criticarem. A regra do traje adequado para entrar em fórum ou Tribunal, muitas vezes, a pessoa é barrada na entrada, e tem avisos anexados na porta sobre a proibição para entrar com determinados trajes. Isso é novidade para alguém? Alguns comentaristas vão muito além do que a notícia diz, ora desvirtuando, ora inventando (por ex.: sapatos italianos onde está isso?), ora imaginando o que teria realmente acontecido. A notícia se limitou a dizer que o Juiz adiou a audiência, porque viu que a Parte estava utilizando sandália de dedo. Não é porque, infelizmente, alguns juízes estão sendo acusados de corrupção, que deve ser liberado qualquer outro tipo de comportamento, tendo em vista que o que mais afronta a dignidade da Justiça é a corrupção de alguns dos seus membros. Por isso deve ser liberado tudo? Os Juízes honestos devem pagar pelos corruptos? Ainda na época da faculdade, fomos fazer uma visita a Polícia Federal e na Procuradoria Geral da República, pergunta qual foi o traje necessário para entrar? Resposta: terno e gravata. Pergunto se chegou a sair notícia e tantas críticas? Resposta: nenhuma. Acho que deve ser ponderado diversas coisas que não estão na notícia. O juiz é advinho para saber que a Parte não tem calçado fechado? Ainda que a Parte aparente pobreza, muitos tem tênis ou sapatos, ainda que seja furado. Como deve ser a atitude do Juiz, se ele não sabe a real condição da Parte, e nem o advogado conversa previamente com o juiz a respeito? Ou a parte demonstre previamente que não possui condições para entrar com o traje adequado, e o Tribunal forneça na hora, ou abre-se uma exceção, ou então todos os juízes terão que liberar para todo mundo, porque é inviável ele ter bola de cristal e descobrir as roupas que as Partes possuem no guarda-roupa. Como já disse,e repito agora, o juiz vendo a extrema pobreza da Parte, poderia apenas adverti-la e realizar a audiência, mas essa possibilidade não faz errada a atitude de que o Juiz tomou. O advogado poderia informar previamente até na petição inicial, ou antes de realizar a audiência que a Parte é extremamente pobre e não possui traje adequado, para que abrisse uma exceção, dúvido que o juiz não iria realizar a audiência. E se não realizasse eu seria contra. Agora esse advogado parece que quer mais é aparecer, e quem deveria ser processado era ele, por não dizer a Parte o traje adequado. Do que jeito que está, com a Parte dizendo que colocou sua melhor camisa, etc. parece até que isso foi armado em razão desses discursos melosos. Se abrir uma exceção do calçado para todos, será que vai poder tb ir sem camiseta? camiseta regata? bermuda na audiência? celular ligado? será que se for costume da Parte colocar os pés sobre a mesa, isso tb poderá na audiÊncia? será que entrar com uma garrafa de cerveja tb pode? as garotas de programa podem ir com micro saias? os travestis irão só de biquine? descalço pode? Muitos insultam o Judiciário, ora por banalidades, ora por corrupção de alguns membros, mas pecam em generalizar para toda a instituição, mas se um dia o Judiciário se enfraquecer severamente, e ficarmos a mercê do Poder Executivo, Legislativo e dos órgãos do MP e da Polícia Federal, o qual todos exaltam, mas quando aparece podridão dentro das suas estruturas, os fãs de carteirinha somem, se arrependerão muito, principalmente, os mais pobres.

MMello, não coloque todas as pessoas num mesmo ...

lu (Estudante de Direito)

MMello, não coloque todas as pessoas num mesmo balaio. Tenha discernimento!Pelo seu comentário: "Apenas disse e repito, no meu gabinete ninguém vai entrar de biquini, shorts, sem camisa, microssaia, embrigado, acompanhado de animais(cachorro, gato etc). E eu estou certo, Fórum não é boteco e nem zona. Ok?"

Bento Luiz de Azambuja Moreira, Juiz Federal do...

Henrique Imperador (Consultor)

Bento Luiz de Azambuja Moreira, Juiz Federal do Trabalho do TRT da 9ª Região - Cascavel – Paraná, titular da 3ª Vara. Guardem este nome e se puderem, divulguem esta nota! O Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Federal do Trabalho, que é titular desde 13 de Setembro de 1996, citado acima, determinou que um trabalhador rural da cidade saísse da sua audiência e que esta audiência fosse remarcada para outra data. Motivo: O TRABALHADOR FOI A AUDIÊNCIA USANDO SANDÁLIAS TIPO HAVAIANAS. O moço humilde que possui apenas uma calça jeans, no dia da sua audiência, em que figurava como reclamante, usou sua melhor camisa, a única calça e como não possui nenhum tênis ou sapato, foi de sandálias "de dedo", mas ao entrar na sala de audiências, sem nada entender daquele burburinho com frases de palavras estranhas entre os engravatados, ficou sabendo através de seu patrono, que a sua audiência não se realizaria naquela data por causa do fato das alpercatas em seus pés. O magistrado que ficou famoso por uma situação estapafúrdia e néscia desconhece algumas regras básicas da justiça, como o acesso e a imparcialidade; esqueceu que 90% dos que reclamam perante o TRT são trabalhadores sem muitos recursos, muito menos instrução e ele, um Magistrado, que passou por uma faculdade de Ciências Jurídicas e depois, com quase toda certeza, advogou até prestar concurso público para se tornar juiz, não quis imaginar o quanto é sofrida a vida de quem trabalha, ainda mais aqueles que trabalham nas lavouras e que em sua maioria, mais uma vez, são injustiçados por patrões inescrupulosos e ainda tem que suportarem os faniquitos das autoridades judiciais. Nosso nada humilde Magistrado paranaense, que ditou na ata da audiência “O Juízo deixa registrado que não irá realizar esta audiência, tendo em vista que o reclamante compareceu em Juízo trajando chinelo de dedos, calçado incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”, esqueceu de traduzir o que é DIGNIDADE DO PODER JUDICIÁRIO. Será que a tal dignidade do Poder Judiciário citado por Bento Moreira é algo similar aos escândalos recentes envolvendo juizes, desembargadores e Ministros do Superior? Será que esta tal dignidade do Poder Judiciário está relacionada com o fato que envolveu a queima do índio Galdino em Brasília que seu algoz, filho de um Desembargador do TJ-DF, conseguiu sair impune e hoje é funcionário público? Será que esta tal de dignidade do Poder Judiciário tem algo a ver com Nicolau dos Santos Neto, Georgina de Freitas, José Carlos da Rocha Mattos? Será, Meu Deus, que ainda existem amuares como este magistrado do TRT paranaense, que ainda são capazes de se fazerem cegos, surdos e mudos; não a perspectiva de justiça imparcial, e sim pela ignorância plena do ser mais pobre de espírito, que não o faz enxergar as necessidades dos mais pobres e dos rejeitados sociais que buscam em vão seus direitos nos palácios que se dizem da justiça; que não os fazem ouvir os clamores públicos por menos ”juridiquês” e mais agilidade ou ainda que não existam seres de togas negras que também pudessem dizer no pé do ouvido do equivocado juiz que aquilo era uma tremenda asneira? Num desabafo recente que eu publiquei na internet e citei que o Brasil mais parece uma carruagem puxada pelo povo enquanto as mulas estavam dentro do carro e agora eu afirmo que além disso, a estrada que esta carruagem percorre é infinita e cheia de excrementos e não me chamem de radical ou descabido pois não me considero como tal. Vendo uma ignorância regimental como a citada, faço uma pergunta simples, e peço aos meus amigos que me ajudem a responde-la também, pois talvez seja eu o cego, surdo e mudo: Aonde viu este juiz, em qual livro, código, regimento ou normativa, a proibição de comparecimento em uma audiência que é pública, onde uma das partes não possa trajar-se com alpercatas? O nada preclaro e infeliz magistrado cometeu sim um crime de discriminação em razão da origem humilde do reclamante, que por não possuir um salário maravilhoso de Juiz do Trabalho, não pode comprar um par de sapatos e por isso, não pode assistir à audiência. Para mim, que conheço bem a região de Cascavel no Paraná, não me deixa nada pasmo este tipo de atitude. Se por um lado existe um povo humilde e cheio de “calor humano”, há o outro que dizem não haver muita qualidade jurídica ou empenho das autoridades devido à força dos “Barões da Soja” e dos “Duques das Muambas” que compram delegados, oficiais de justiça, promotores e pelo visto, até juízes. Eu até cheguei a pensar que o ato injusto cometido pelo juiz fosse por preguiça de julgar a coisa; nota-se na ata que a audiência aconteceu por volta das 16:10h mas olhando a data, 13 de junho ultimo, deu-se numa quarta-feira, meio da semana e é pouco provável que o magistrado estivesse com tanta pressa de ir embora a ponto de não julgar e alegar em sua “defesa” a falta de indumentária correta, mas não deve ter sido isso e eu sugiro que a Corregedoria de Justiça do TRT não puna o Dr. Azambuja, mas o indique o caminho mais curto para a Escola dos Magistrados do Trabalho do Paraná que tem como diretor o competente e renomado José Aparecido dos Santos; quem sabe ele não consiga um curso de reciclagem e o executivo juiz consiga passar com louvor e voltar a Cascavel para aplicar decisões menos polemicas e mais embasadas? Se eu não soubesse da veracidade do fato, com certeza imaginaria que fosse alguma piada do Chico Anísio tendo como personagem o ex-craque de futebol Azambuja; trocadilho a parte, o mesmo sobrenome do juiz. Povo do Brasil. Parem de puxar a carruagem e retomem o lugar dos asnos, pelo Amor de Deus... Carlos Henrique Mascarenhas Pires

Cada uma das manifestações, nesta página, tem s...

Luiz Garcia (Advogado Autônomo - Administrativa)

Cada uma das manifestações, nesta página, tem seu valor e, claro, propriedade e relevância, a respeito do comportamento do Juiz trabalhista de Cascavel, no Paraná. De fato, a dignidade da Justiça tem de prevalecer sempre. A começar, é óbvio, pelo digno comportamento dos magistrados, tornando inquestionável a majestade e decência da Justiça que representam. Todavia, é preciso bom senso, equilíbrio, cabeça normal, no lugar, deixando de lado, sempre, as esquisitices comportamentais, hoje mais do que nunca notórias por parte de juízes que se julgam (segundo a velha Roma Imperial) "imperadores divinisados", o que os torna simplesmente ridículos, carnavalescos, arrogantes e, pois, ridicularizantes do Poder Judiciário. Isso não significa que se admita o comparecimento em audiência sem um mínimno de correção no traje, na roupa, fato que,negativamente, de modo mais constante que os dos simples cidadãos demandantes de justiça, vem ocorrendo, como se vê em todo o Judiciário do País, com os funcionários do próprio Judiciário, de modo particular com as mulhes, insinuantes das próprias formas corporais em calças compridas justíssimas, meias blusas com o umbigo de fora, peitos à mostra, etc. etc. etc. E, sobre esses fatos, não se vê juiz algum tomar a mínima atitude corretiva, coerente e indispensável. Por quê?

Sr. Chico, não viajei na maionese. Apenas disse...

MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Sr. Chico, não viajei na maionese. Apenas disse e repito, no meu gabinete ninguém vai entrar de biquini, shorts, sem camisa, microssaia, embrigado, acompanhado de animais(cachorro, gato etc). E eu estou certo, Fórum não é boteco e nem zona. Ok? E ademais, sr. Chico, por que então o sr, não vai reclamar com o Tribunal de Justiça de SP que proíbe a entrada de mulheres vestindo calças compridas em seus concursos para juízes de direito? O que importa pra eles é a vestimenta, talvez as juízas de Mauá foram fazer o concurso de microssaias em suas épocas. Quem sabe, não é mesmo?

Sr. Chico, não viajei na maionese. Apenas disse...

MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Sr. Chico, não viajei na maionese. Apenas disse e repito, no meu gabinete ninguém vai entrar de biquini, shorts, sem camisa, microssaia, embrigado, acompanhado de animais(cachorro, gato etc). E eu estou certo, Fórum não é boteco e nem zona. Ok? E ademais, sr. Chico, por que então o sr, não va eclamar com o Tribunal de Justiça de SP que proíbe a entrada de mulheres vestindo calças compridas em seus concursos para juízes de direito? O que importa pra eles é a vestimenta, talvez as juízas de Mauá foram fazer o concurso de microssaias em suas épocas. Quem sabe, não é mesmo?

A propósito do assunto, permitam-me expor o e-m...

Sandro Couto (Auditor Fiscal)

A propósito do assunto, permitam-me expor o e-mail que enviei à Corregedoria do TRT da 9ª Região: "Excelentíssimos Senhores membros da Corregedoria do TRT- 9ª Região, Parabéns pela pronta ação contra o magistrado do Fórum do Trabalho de Cascavel-PR. Infelizmente, algumas pessoas, como o Sr. Bento Luiz de Azambuja Moreira, por total e absoluta falta de sensibilidade, humanidade e bom senso, fazem com que uma Instituição tão importante como a Justiça trabalhista para nosso país com tamanha desigualdade, seja maculada. Logo a Justiça protetora dos mais fracos que, por excelência, tem como jurisdicionados os que mais precisam, assim como a vítima deste Juiz, o Sr. Joanir Pereira, jamais poderia deixar de dar o apoio necessário e a prestação jursidicional que deveria fornecer, a fim de equilibrar as diferenças e concretizar o princípio constitucional da igualdade material, devido a uma atitude inconcebível, preconceituosa, elitista, odiosa e completamente fora da realidade e do nosso contexto social, como esta do Dr. Azambuja. E o que mais revolta é justamente vir de quem veio, ou seja, talvez do principal órgão do Poder Judiciário para o trabalhador e o cidadão mais humilde, que deveria ser o porto seguro e guardião não só dos direitos trabalhistas, mas também e principalmente da dignidade do brasileiro mais desvalido. Destarte, este caso, pelas proporções que tomou, deveria ser paradigmático para os outros magistrados ou candidatos a magistrados do trabalho. Para tanto, a cúpula da Justiça Trabalhista, além da pública reprimenda, que já mostrou vigilância e pronta resposta, demonstre para todos nós enquanto sociedade, bem como aos seus membros, que, principalmente o trabalhador mais humilde, deve ser respeitado, até porque certamente ele vê no Juiz trabalhista, o guardião da legalidade, seu "amigo" leal, que resguardará seus direitos e resgatará sua dignidade que já é constantemente desrespeitada e violada por seus patrões e empregadores ao, em muitas vezes, não reconhecer qualquer direito de seu empregado, além de tratá-lo semelhantemente ao que o Sr. Joanir Pereira foi tratado, infelizmente, por quem deveria ser seu "leal amigo". Portanto, senhores corregedores, mais uma vez parabéns pela pronta resposta ao caso, que certamente será proporcional ao dano causado não só à vítima, mas à imagem, credibilidade e, aí sim, dignidade do Poder Judiciário Trabalhista." Com todo o respeito, apenas me entristeceu ver que alguns ainda entendem ser possível exigir-se a tal "vestimenta condigna". Ora, quem assistiu à matéria que passou na Globo, inclusive nacionalmente, e que possuam o mínimo de sensibilidade, puderam perceber que se tratava de um pobre coitado, que jamais poderia ter sido tratado da forma que foi. Ainda bem que a Corregedoria além da exigência de explicações do magistrado, determinou a antecipação das audiências injusta e odiosamente adiadas por um capricho elitista do juiz, que, data venia, demonstrou não ser preparado para o alto cargo que ocupa, ainda mais na Justiça do Trabalho, eminentemente de cunho social. Se existem perseguições ou jogadas políticas no caso eu não sei, pois resido em Ponta Grossa e desconheço por completo as circunstâncias e peculiaridades locais ou pessoais que envolvem a região ou o juiz. Porém, o certo é que, quem deu causa e desencadeou todos os demais fatos foi o malfadado ato de um juiz completamente insensível. Está é minha opinião e, apesar de alguns, para a minha felicidade, da extrema maioria da sociedade brasileira que reagiu fortemente neste caso, demonstra sua evolução e sensibilidade social, bem como o Judiciário andou muito bem e se mostrou com uma postura espetacular no caso, não só pela ação da Corregedoria, como pela irretocável nota da ANAMATRA.

Não sei quem tem razão . Só sei o seguinte se v...

veritas (Outros)

Não sei quem tem razão . Só sei o seguinte se verdadeira a informação. Nada nada justifica o adiamento de uma audiência por que o autor estava de chinelo.

Voltei. E serei breve, mais uma vez para prote...

Advogado do Paraná (Advogado Autônomo - Civil)

Voltei. E serei breve, mais uma vez para proteger a quem vejo humilhado sem razão e combater aqueles que humilham: 1- A TV Globo do Paraná deu bastante destaque ao caso ontem, em sua edição da tarde e da noite. O referido trabalhador foi entrevistado. Na entrevista, ele vestia sapatos. Disse que era o único que tinha, estava bem surrado, mas ainda sim era um sapato; 2- O advogado do reclamante é político em uma cidade vizinha à Cascavel. Não sei porque, mas sua revolta com o ocorrido - "vou processar a Deus e o mundo" - não me parece tão sincera mais...; 3- A cúpula do TRT do Paraná destesta o juiz Bento, que, no final do ano passado, junto a outros juízes de 1.º grau, obteve liminar no CNJ e suspendeu a posse de outros juízes do Estado, que haviam se beneficiado de um critério particular de promoção defendido pelo TRT da 9.ª.

Há opinões para divergentes, sobre a conduta do...

Sérgio de Freitas Fenilli (Advogado Assalariado - Civil)

Há opinões para divergentes, sobre a conduta do Juiz. Penso eu que o Juiz não prejudicou a ninguém, eis que apenas adiou a audiência. Nõa arquivou o processo. A questão que se fosse o reclamado, por igualdade não poderia ser revel. Na relaidade deveria o advogado do reclamante ficar bem quieto ao invés de chamar a atenção, pois cabia a ele avisar o cliente das formalidades de praxe judicial. Sapato fechado não nenhum exagero. A postura da Anamatra não parece louvável. Ao contrário, aparenta perseguição. Mas, é apenas a minha opinião. Isto é democracia.

Ao comentarista Douglas (Outros 23/06/2007 - 13...

Trans Sem Dente (Outro)

Ao comentarista Douglas (Outros 23/06/2007 - 13:10), peço que não parabenize a ANAMATRA antes de confirmar se a manifestação de seu presidente foi institucional ou pessoal, pois as notícias publicadas não esclarecem tal fato. É fácil para um presidente de uma associação nacional de magistrados expor sua opinião pessoal para um caso de menor importância (talvez, até mesmo banal, diante de outros de maior relevância social), mas isso de nada adianta se providências efetivas não forem adotadas para se impedir que fatos parecidos voltem a ocorrer no futuro. Por qual motivo não se propõe (quem sabe através da ANAMATRA) uma regulamentação administrativa do assunto, junto ao CSJT ou CNJ, por exemplo, para que os Juízes possam se nortear? Afinal, há pouco tempo atrás diversos Tribunais proibiam que mulheres trajassem calças e, atualmente, ainda proibem o uso de camisetas, bermudas, chapéus, etc... Ademais, criticar decisão judicial de Juiz de primeiro grau é fácil, mas não vi comentários da ANAMATRA sobre a prisão do Juiz do Trabalho, pela PF, na Operação Furacão. Será que tal acontecimento foi menos importante do que o do cancelamento da audiência por uso de sandálias? Não sou advogado de ninguém envolvido nesse caso e também registrei minha manifestação sobre o episódio exposto na notícia (pode comprovar lendo os comentários anteriores), mas antes de criticar o Juiz Marchetti e parabenizar a ANAMATRA, veja quais são os acontecimentos (esses sim relevantes), que o CONJUR publicou a respeito da atuação de tal Juiz: Nepotismo triangular - Juiz é processado por contratar a mulher do colega http://conjur.estadao.com.br/static/text/37864,1 Fogo cruzado - Juiz que processou corregedor por nepotismo é afastado http://conjur.estadao.com.br/static/text/40408,1 Quanto à Corregedoria do Paraná, espero que a mesma baixe normas uniformizando entendimentos sobre o assunto, sem esquecer que o Tribunal deve observar as mesmas disposições quanto à autorização para que a parte acompanhe os atos processuais de chinelos...

Barbaridade! um cidadão foi linchado moralmente...

Chico (Outros)

Barbaridade! um cidadão foi linchado moralmente. Tomara que o seu advogado peça danos morais. Patuléia, Show de bola o teu comentário; João, vc tem razão, ele é um bobalhão; Jacques, menos cara, menos! Doutor Maurizio Marchetti, você é do mesmo saco; Joaquim Júnior, como fala até parece que conhece os recursos do cidadão ofendido; Advogado do Paraná, pegou forte em dizer: "como disse o inexpressivo Presidente da OAB-PR". Olha que no contexto em que isso está dito ...; MMelo, no Direito é necessário viajar. Todavia, tem uns que vão pro espaço com suas idéias e opiniões e não voltam mais pra terra. Ou seja, não viaja na maionese; Por fim, ao Juiz Babacão: vê se troca de profissão, vai ser ajudante de construção. Fui!

OAB do PR, usar chinelos em audiência tudo bem....

MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

OAB do PR, usar chinelos em audiência tudo bem. Agora por ser o Brasil um país tropical, só falta dizerem que estou errado quando proibi no meu gabinete a entrada de pessoas de biquini, shorts, bermudas, tops, minissaias, microvestidos, microsaias, embriagados, acompanhadas de animais(cachorros, gatos etc).

Não inverta as situações... quem veio com esta ...

Flávio Brasil Marzano (Procurador Autárquico)

Não inverta as situações... quem veio com esta discussão tergiversativa sobre a origem do Diretito do trabalho foi você... que diga de passagem não sabe nem a diferença entre Direito do Trabalho e Direito Processual do trabalho... sem isto realmente fica difícil até prosseguir nop mesmo nível. Também não te mandei fazer opreração de mudança de sexo, somente falei que as pessoas são livres para fazerem o que desejarem... agora se toquei em algum ponto íntimo que te incomoda, e voc~e se sentiu ofendido, desculpe a intenção não era expor sua sexualidade, e sim apenas dar um exemplo! Quanto aos livros eu realmente li todos que citei, aliás, mais, estudei e lecionei todos eles. Não quer dizer que sou dono da verdade, apenas indiquei bibliografia que sustenta o meu raciocínio... agora, se mais uma vez você achou que poor eu estar indicando vasta bibliografia, estava humilhanmdo seu discurso de achiismo, realmente não tenho culpa... sou responsável por aquilo que digo e façõ. Não sou responsável por sua inquietação causada talvbez por um intenso sentimento de inferioridade que o faz rechaçar os clássicos, ou talvez se esconder detrás de um manto de autoridade, como fez o Juiz!!! Alíás, psicologicamente ( casso voc~e queira pode ler a obra de Freud que encontrará o que eu digo) o Juiz deve ser paciente de um intenso sentimento de inferioridade, pois acha que uma sandália "havaiana", nosa pés de um trabalhador rural sem condições colocará a perder toda sua autoridade e poder.... tenha a " santa paciência". Voltando ao ponto, que até agora você não consegui demonmstrar com argumentos quais fundamentos jurídicos sustentam sua posição, desafio-o, novamente, a mostrar, dentrop do sistema normativo constitucional o fundamento de validade da norma invocada para cercear o direito do trabalhador rural que usa chinelo de dedo ao acesso á justiça. basta me mostrar que avaliarei tecnicamente. Agora, realmente, caso não tenha, continue com a discussão das pessoas, e outras questões de retórica, que me divertem muito. A lógica de suas falácias podem instruir várias aulas de metodologia!!!

carissimo. E te desafio a mostrar dentro de me...

Flávio Brasil Marzano (Procurador Autárquico)

carissimo. E te desafio a mostrar dentro de meus textos aqui expoostos onde disse que o Direito do trabalho é ramo do Direito privado. Você só tem retórica, não tem conteúdo!!!

Caro Flávio, nossa conversa estava até sendo pr...

Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)

Caro Flávio, nossa conversa estava até sendo produtiva, mas quando começa a ignorância acho que é melhor parar. Não quero trocar de sexo e nem gosto de andar de terno e gravata. Acho que os meus comentários, pelo nível dos outros e pelo local, está adequadamente fundamentado (inclusive cf, cpc, apesar de superficial foi único fundamentado que vi aqui), ao contrário da maioria que se limita a dizer que o juiz quer que a parte compareça a audiência de sapato italiano, que o juiz não foi humilde, que ofendeu a parte... Gostaria de saber de onde tiram isso, porque não está na notícia, daqui a pouco vão dizer que o Juiz não poderia ter dado um tapa na Parte e jogado escada a baixo, ou que puxou a arma e apontou para a Parte. Só falta isso. Quem começou a dizer que o dir. do trabalho é ramo do direito público e que dir. público não pode ser interpretado como dir. privado, etc.., foi você e não eu. Nem quero questionar isso, tanto que eu disse que não iria adentrar no mérito. Você recomenda muitos livros de filosofia e de autores clássicos como se você já os tivesse lidos, presumo. Se você realmente leu, acho que você deve lê-los novamente, porque não aprendeu muito. O Juiz existe somente quando há discussão sobre como aplicar à lei? E se a parte reconhecendo que o seu comportamento está contrário a lei, mas mesmo assim resistir a pretensão do outro, não há juiz? Esse é só um exemplo. Acho mesmo que vc deve reler esses livros. E recomendando tantos livros de Rousseau, Montesquieu, Weber, como se você fosse o único a conhecê-los, será que talvez não é você quem deve calçar as sandálias da humildade? O Comportamento do Juiz é algo normal e não é nenhuma novidade ou não deveria ser para qualquer operador do Direito. Todos os fóruns e Tribunais que eu conheço tem a proibição de entrar com sandália, bermuda e camiseta regata. Será que isso é novidade? Ele não foi o primeiro Juiz e não será o último. A parte foi é muito longe, porque chegou até a sala de audiência, pq em muitos fóruns a pessoa é barrada na entrada. Eu reconheço que o Juiz vendo a pobreza e a total ignorância da parte poderia apenas adverti-la e realizar a audiência. Deveria, principalmente, advertir o advogado, porque o papel dele é orientar a parte inclusive sobre o traje adequado para audiência. Entendo também que em casos de pessoa extremamente pobre, o próprio Tribunal poderia fornecer até a roupa necessária para a parte. Porque todos devem ter acesso a Justiça. Agora muitas pessoas é 8 ou 80. Ter regras sobre o traje adequado num fórum não é privar o cidadão mais humildade de ter acesso à Justiça. A maioria das pessoas ainda que muito pobre possui um calçado furado que seja ou uma camiseta furada. Se for o caso de uma pessoa extremamente pobre e se o Juiz saber disso, dúvido muito que o Juiz não vai dar a prestação jurisdicional devida. Flávio pelo seu linguajar até me causa um pouco de dúvida se vc é mesmo Procurador Autárquico, mas presumindo que seja, será que no prédio onde o Sr. trabalha é permitido entrar sem camisetas, de bermuda, etc.? Como já disse, tentem entrar na Câmara dos Deputados, Senado Federal, Palácio do Planalto para ver se pode entrar com sandália, bermuda ou camiseta regata, para ver se parem de pegar no pé de um Juiz que fez algo que é de praxe no ambiente forense, e peguem no pé dos parlamentares pq além de não permitirem entrar com esses trajes recebem uns 100 mil por mês para nem irem trabalhar. Flávio você falando que o Juiz é mandatário do povo. Juiz não exerce mandato, e leia uns livros de Dir. Administrativo, eu recomendo qualquer um mesmo, vc verá que a teoria do mandato e da representação não é mais aceita. Talvez vc esteja tão clássico que esteja um pouco ultrapassado. Servidor público é você que é procurador autárquico. Juiz é membro de poder e agente político. É isso que está nos livros de dir. const. e adm., porque vejo que vc acha que é diferente.

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