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Investidores perdem

Suprema Corte dos EUA rejeita ação de investidores contra bancos

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Em uma decisão inesperada até para os experts, a Suprema Corte americana votou, na segunda-feira (18/6), com os banqueiros de Wall Street. Por sete votos contra um, os juizes ignoraram a reclamação de investidores contra bancos de Wall Street. Eles foram acusados de manipular os preços das ações por ocasião das introduções dos títulos em bolsa no final dos anos 90. Pelo menos 900 novos tipos de ações da bolsa teriam sido “cartas marcadas” a favor de trustes de empresas de internet, a partir da febre das chamadas “ponto com”. As informações são do site Findlaw.

De acordo com a ação, as leis anti-truste dos Estados Unidos eram incapazes de conter “os abusos das empresas de domínios da Internet”. A vitória foi importante para Wall Street porque o enquadramento na lei anti-truste prevê penas cíveis em valores triplicados.

A Suprema Corte encerrou assim ação iniciada em 2005, no Segundo Circuito de Apelações dos Estados Unidos. O caso deixou pública a acusação de que as “ponto com” estariam praticando manipulação perigosa de ações e que não haveria nenhuma indicação de o Congresso americano querer empregar leis anti-truste para conter tais práticas.

A ação ajuizada por investidores incluía instituições como o Credit Suisse Securities, dos Estados Unidos, como supostamente envolvidas em “negociações ladinas” para nivelar preços de ações para compor assim o truste. Dessa “conspiração”, argumentaram investidores, algumas ações de mercado chegaram a ser negociadas em 70% a mais de seus reais valores.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 19 de junho de 2007, 18h40

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