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Crime no Rio

Acusados de matar franceses no Rio vão a júri popular

Os acusados de matar os três franceses da ONG Terr'Ativa, em fevereiro deste ano, em Copacabana, vão ser levados a júri popular. A sentença de pronúncia foi proferida pelo juiz Sidney Rosa da Silva, do 3º Tribunal do Júri do Rio. Társio Wilson Ramires, José Michel Gonçalves Cardoso e Luiz Gonzaga Gonçalves de Oliveira serão julgados por triplo homicídio e furto qualificados e por tentar incendiar o apartamento das vítimas. O julgamento não tem data definida.

Christian Pierre Doupes, de 38 anos, a mulher dele, Delphine Douyère, de 36, e Jérôme Faure, de 42, foram mortos a facadas, no dia 27 de fevereiro, na sede da ONG Terr'Ativa, que atendia menores de rua. O filho de dois anos do casal escapou porque estava no apartamento onde a família morava, no mesmo prédio onde funcionava a organização. De acordo com a denúncia do Ministério Público estadual, o crime foi planejado por Társio Ramires, funcionário da ONG, para acobertar desfalque de R$ 80 mil.

Os assassinatos, segundo o MP, foram cometidos com emprego de meio cruel e extrema brutalidade, de forma a impossibilitar a defesa das vítimas, e com o intuito de ocultar e assegurar a impunidade da prática de outros crimes. Ainda de acordo com a denúncia, na mesma data do crime, os réus subtraíram diversos bens e valores que estavam no cofre da organização. Para se livrar dos corpos dos franceses, os criminosos planejavam incendiar a sede da Terr'Ativa. O plano só não deu certo porque o grupo não encontrou fósforo.

Revista Consultor Jurídico, 15 de junho de 2007, 18h03

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