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Prisioneiros reagem

Governo dos EUA é acionado por tirar livros religiosos da prisão

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos virou alvo de um processo porque, sem fazer anúncios prévios, começou a retirar livros com conteúdos religiosos das prisões do país. Segundo o site Findlaw, esta é uma tentativa de se evitar que detentos sofram “lavagem cerebral” , sobretudo os com conteúdos islâmicos.

Já há reações em cadeia. Na semana passada, os prisioneiros do centro de recuperação de Otisville, em Nova York, ajuizaram ação contra o governo americano. Alegaram que a medida viola os direitos e garantias constitucionais dos presos. Os protestos não brotam só de islâmicos: surgem também de católicos. “Os livros retirados eram aqueles que usávamos para converter os presos quando entravam aqui”, reclama o preso John Okon, um dos que ajuizou ação contra o governo dos Estados Unidos.

A juíza da ação, Laura Taylor Swain, ouviu de um procurador da União, Brian Feldman, que o número de livros, de cada religião, foi limitado a 150 exemplares por instituição de presos. Segundo Brian Feldman, a retirada dos livros tem ocorrido desde abril de 2004.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 11 de junho de 2007, 17h57

Comentários de leitores

1 comentário

Ah...eles querem limitar apenas...que interessa...

Denilson Marques Lopes Evangelista (Oficial da Polícia Militar)

Ah...eles querem limitar apenas...que interessante. Só mais uma medida do único país onde não há nenhum partido de "esquerda". Vcs já reparam que lá não tem isso? Justo no tal país que se entitula o pai da democracia? E não se esqueçam que quem tentou falar muito em igualdade de direitos das minorias e coisas assim foi assassinado (JKF e o senador Bobby Kennedy, quando já estava virtualmente eleito presidente). E o interessante é que não faltam admiradores dos EUA por aqui...

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