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Empréstimo pessoal

Líder tucano deve explicar origem de recursos da campanha

O deputado estadual Mauro Bragato (PSDB) terá de explicar à Justiça de onde veio o dinheiro que usou para sua campanha de reeleição, em 2006. Ele é líder do PSDB na Assembléia Legislativa de São Paulo e se afastou do cargo na última quarta-feira (25/7). A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo apresentou representação na Justiça Eleitoral contra o deputado, alegando irregularidades na arrecadação de sua campanha. A representação é fundamentada no artigo 30-A da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições).

Ele também está sendo investigado por suspeita de recebimento de dinheiro de empreiteira contratada pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano).

Segundo a representação, Mauro Bragato doou R$ 40 mil para a própria campanha. Esse valor, atribuído pelo deputado a um empréstimo pessoal, é maior do que o valor total de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. De acordo com a matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo, no dia 6 de julho de 2007, o valor doado seria 511% maior do que o valor declarado.

Por esse motivo, a PRE pede a cassação do diploma de deputado. Quer também a correta apuração dos fatos e acesso aos dados bancários e fiscais do deputado. Isso sem prejuízo a eventuais apurações, em outras esferas da Justiça, que o fato possa ensejar.

Revista Consultor Jurídico, 30 de julho de 2007, 18h37

Comentários de leitores

6 comentários

Qualquer partido e seus recursos nem tão claros.

Bira (Industrial)

Qualquer partido e seus recursos nem tão claros.

Eu sei de onde vieram os recursos, na verdade s...

allmirante (Advogado Autônomo)

Eu sei de onde vieram os recursos, na verdade subornos antecipados, desta quadrilha: os bancos economico, nacional, banespa, bamerindus, banestado, banrisul, noroeste e até o banco do brasil desviaram o dinheiro de seus correntistas para o bolso da cambada. Eleito o cavalo do comissário, vários daqueles banqueiros foram autorizados a furtarem todas as conmtas de todas suas agencias. Parece filme? Pois não foi. Logo o impostor criou o PROER que tomava parte dos depósitos dos bancos remanescentes para cobrir o rombo de 30 bilhões que rumaram às Caymann. O dossie foi considerado falso, mas os depósitos, todos em notas de cem reais, que desapareceram, foram verdadeiros, e ainda lá estão, calçando os dólares que entraram nas arranjadas privatizações. Outra turma patriota é automotiva. Ford e GM contribuíram só com um milhão de reais cada uma para verem a proibição da importação de concorrentes. Desse modo, até que os concorrentes montassem seus galpões no Brasil, elas ficaram com o quintal só para si, e entupiram as ruas com seus cacarecos. Os empreiteiros de estrada também se fizeram presentes. E de presente ganharam as estradas, pelas quais cobram fortunas para podermos exercer nosso basilar direito de ir e vir. Fico feliz por finalmente começarem a rastrear esses crápulas, este partideco de cúpula formado por pilantras ávidos de poder, de poder sangrar uma nação desde que leve a sua vantagem, e que vantagem!!!

Que vergonha! É a cara do PSDB!

Filipe Lima (Advogado Autônomo)

Que vergonha! É a cara do PSDB!

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