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Comentários de leitores

5 comentários

Quem deveria indeinizar as famílias é este gove...

João (Outro)

Quem deveria indeinizar as famílias é este governo corrupto e ausente. Aliás, a melhor forma de indenização seria a renuncia imediata do lula.

Estado e Governo. Cumpra-se. Compatriotas, e...

Edimar Miguel (Professor)

Estado e Governo. Cumpra-se. Compatriotas, escrevo nesse momento a bem da Pátria e da Humanidade em geral. A catástrofe ocorrida recentemente, com o avião da TAM, onde várias vidas foram ceifadas e o mundo todo chora essas perdas, não é a primeira e se não houver uma reação social não será a última. Nesse momento ouvimos, lemos e assistimos todo tipo de comentário, de indignação e desabafos, todos legítimos. Comentam as hipóteses e causas da tragédia. Ficam indignados pela falta "disso e daquilo". E, desabafam de todas as formas na tentativa de identificar "culpados", ao tempo que propõem "bastas" e soam brados de "Agora Chega". De público uno-me a essas manifestações, faço coro e coloco-me à disposição da Pátria. Vou além, reforço e resgato a sugestão para buscar inibir e diminuir radicalmente essas e outras tragédias. Será muita pretensão? Vejamos. Inicialmente, de forma sintética e objetiva, é necessário recordar as lições dos Grandes Mestres. Na seqüência passar pelo "raio x" da história e formação social para depois adotarmos os procedimentos necessários para inibição e redução radical das mazelas e tragédias. O Mestre dos mestres Jesus Cristo demonstrou sobejamente o que é o desapego material, a irreverência heróica aos sistemas dominantes/escravizantes e praticou a igualdade fraterna que deve existir entre as pessoas. Qualquer dúvida pode ser dissipada lendo, e entendendo, o Sermão da Montanha. Com a propagação da sociedade e dos estados deparamo-nos com os escritos de Thomas Hobbes (1588/1679) mostrando a formação e definição do Estado pormenorizado nas páginas de sua obra "O Leviatã", onde acaba com o chamado poder "divino" do soberano. Veio John Locke (1632/1704) e escreveu "O Segundo Tratado Sobre o Estado", mostrando, inclusive, que o povo pode, e deve, se rebelar quando o governo descumpre com sua obrigação e substituí-lo, se for o caso. O mestre indiano Mahatma Gandhi (1869/1948), talvez tenha sido o melhor aluno e o maior praticante dos ensinamentos Cristãos. Durante sua vida e atuação, com formação acadêmica (cursou a faculdade de Direito em Londres/Inglaterra) e inspirado nas sagradas escrituras, notadamente na Satyagraha - busca da verdade/revolução sem violência e no Sermão da Montanha - provou ser possível sair da utopia e transformar o contexto social de escravidão e submissão ora vivido. Em 1500, com o início da "colonização" do nosso território, recebemos diversas expedições de caráter muito mais exploratório do que de fixação e criação de uma sociedade sadia. Isso representou o primeiro traço cultural da nova geração, qual seja o da "esperteza", disputa para colher e extrair aquilo que não foi plantado nem cultivado pelos irmãos "espertos". O segundo traço ficou por conta daqueles que já habitavam essas terras, que sem entenderem nada do que se passava e, desprovidos de meios para reagir, só restou quedarem sob a ignorância e a ingenuidade peculiar dos irmãos gentios. O terceiro traço veio com os irmãos chegados acorrentados e açoitados do continente africano, esses com o destino traçado de trabalhar, apanhar e morrer, num clima de sobressalto e medo. De lá, ano de 1500, para cá, ano de 2007, esses traços culturais moldaram a sociedade atual. Antes, os irmãos "espertos" levavam minerais preciosos e outras bugigangas, hoje levam crianças, mulheres e material genético puro, além de continuarem levando nosso produto interno bruto, segundo o cientista e pesquisador José Walter Bautista Vidal, 60% do nosso PIB está nas mãos de pessoas não residentes no País. Continuamos, então, sendo "espertos evoluídos", onde os filhos da terra furtam dos seus ascendentes e condenam seus descendentes. Segundo estudos divulgados pelo Program for International Student Assessement - PISA temos no Brasil 16 milhões de analfabetos e dentre os que sabem ler, 50% não sabem interpretar o que lêem, chegando ao número aproximado de 93 milhões de pessoas que continuam ingênuas e ignorantes. Com raríssimas e honrosas exceções a pequena parcela que não é "esperta" nem ingênua, treme de medo de enfrentar esse estado de coisas. Esperteza, Ingenuidade e Medo, esse é o "raio x". Agora vem a pergunta que cada pessoa deve responder primeiro para si própria e depois para quem estiver mais próxima de si: Vamos continuar fomentando essa situação ou vamos mudá-la? É simples. Se a resposta for mudar precisamos clarear o caminho revendo a definição de Estado e Governo. Depois difundir esse entendimento, acompanhar e cobrar respeito a essas duas importantes instituições. O Estado é um conjunto geográfico com população e suas demandas, idioma, moeda, usos e costumes; o governo é um conjunto de pessoas. O Estado é permanente; o governo é transitório. O Estado tem que atender a todos de forma igualitária; o governo, se não acompanhado, atende apenas a algumas pessoas. Quase a totalidade das mazelas e tragédias acontecem porque não existe gerência estatal voltada para o bem comum. Existe na totalidade a presença do governo que na maioria das vezes não é gerente, e é compreensível que não seja. Contudo, deveria ter a sensatez de indicar e nomear pessoas capacitadas para tais afazeres. Mas, o que acontece é o contrário, assistimos todos os dias o governo negociar e barganhar cargos entre partidos. Nomeia parlamentares corruptos e incompetentes para os tribunais superiores e ministérios. Nomeia empresários e especuladores do mercado financeiro para gerenciarem bancos oficiais e de desenvolvimento. Nomeia artistas para cargos técnicos e burocráticos e outros tantos exemplos de desfaçatez e descaso governamental. De tal forma, diante das catástrofes que estão sendo freqüentes, desde acidentes aéreos, corrupção, domínios de morros pelo crime organizado, devastação do meio ambiente, seqüestros e tantas outras, não há responsáveis nem explicação plausível. O chefe do governo se esconde igual avestruz e quando aparece não faz a mínima diferença. Da parte do Estado, diante dos vários segmentos, muito bem classificados de cabides de emprego, ninguém é responsável e não esclarecem nada. Fica, então, a culpa para os “transponders”, para a falta de “ranhura” do asfalto, para o “sistema fora do ar” e outras desculpas esfarrapadas. O Estado por sua vez precisa ser gerenciado, ininterruptamente, por pessoas com habilitação específica para cada área de atuação, são as chamadas atividades típicas de estado. Nessas, o governo interfere o mínimo necessário. O titular de cada área deve ser profissional capacitado escolhido em lista tríplice pelo representante do executivo depois submetido a sabatina pelo Congresso Nacional. Um parlamentar, mesmo se convidado, jamais poderia aceitar um cargo no executivo, pois isso significa ser cooptado pelo executivo e, ao mesmo, tempo, representa uma traição a seus eleitores. Precisamos zelar pelo Estado, cuidar e acompanhar suas atividades e gerenciamento. Isso é o suficiente para inibir e quase banir as mazelas e catástrofes geradas pela insanidade do governo que ainda se julga com poder divino, olvidando, as lições de Thomas Hobbes. Logo precisamos, e o governo também precisa, fazer parcerias e acordos, para que ninguém leve vantagem em relação aos outros. Precisamos utilizar o potencial do estado, que é rico e suficiente para garantir, em termos básicos, vida digna a todos. Eis a questão. Temos os problemas, temos as causas e estamos sofrendo as conseqüências. Temos, ainda, os meios para estancar esses sofrimentos. Os meios estão simbolicamente nos objetivos de várias instituições espalhadas pelo Brasil. Instituições que propõem combater a corrupção, orientar e aparelhar as pessoas para participarem do dia-a-dia público, que é de todos. Vamos colocar o Estado acima de qualquer governo. Vamos rever a história e praticar as boas lições dos Grandes Mestres. Vamos sair do anonimato e deixar de ser repetidores de frases feitas e jargões. Vamos participar ativamente das questões comunitárias. Edimar Miguel da Costa Brasília(DF), julho de 2007

Mauro Fonseca Nem a TAM, VARIG ou GOL, eu qu...

Justiça (Advogado Autônomo)

Mauro Fonseca Nem a TAM, VARIG ou GOL, eu quero voltar acreditar no ser humano. Será que estamos no final dos tempos? A vida humana não vale nada? O respeito não existe mais? Por favor, a VERDADE, TRANSPARENCIA, é o minimo que o povo exige...

Mercado sinaliza que a TAM é a responsável pela...

Armando do Prado (Professor)

Mercado sinaliza que a TAM é a responsável pela tragédia Deu no jornal Valor, de hoje. A imagem do setor aéreo e das companhias deve continuar sofrendo ainda por um bom tempo, avaliam analistas de empresas de corretoras. O difícil trabalho de identificação das vítimas, as investigações sobre as causas e a própria recuperação do local da tragédia - em um dos locais de maior movimento da cidade de São Paulo, ao lado do aeroporto de Congonhas - e as discussões sobre mudanças de rotas e na infra-estrutura vão manter o foco do noticiário no setor, prejudicando as empresas, em especial a TAM. Do acidente para cá, até sexta-feira, a ação preferencial (PN, sem voto) da TAM caiu 17,22%, a PN da Gol perdeu 9,38% e o Ibovespa subiu 0,12%. Apesar de toda a ação inglória da mídia corporativa para defender o seu anunciante TAM, a empresa aérea ficou com a imagem enlameada, e ainda sobrou para respingar na Gol. O chamado mercado – como se pode notar – não adota como bíblia absoluta as matérias sabujas da mídia corporativa. As ações da TAM e da Gol cairam, em que pese a subida do índice que mede o volume de negócios na Bolsa de São Paulo. Neste sentido, o governo Lula, sempre tão cioso com os humores do mercado, poderia aproveitar e impor medidas de contrapartida aos concessionários públicos da aviação civil. O PAC está por despejar recursos da ordem de 10 bilhões de dólares nos próximos três anos, somente no setor dos transportes aéreos – de passageiros e de cargas. Claro que esse dinheiro não vai direto para as operadoras. Direto, não, mas indireto, sim. A contrapartida das operadoras para esse mundão de dinheiro seria estabelecida através de uma resolução participativa e republicana do CONAC – Conselho Nacional de Aviação. por Cristóvão Feil

Saudades da velha VARIG. Varig era excelência e...

OpusDei (Advogado Autônomo)

Saudades da velha VARIG. Varig era excelência em segurança de vôo, referência internacional. Um avião com problemas era posto de imediato na oficina em Porto Alegre ou RJ para revisão. Enfim, novos tempos, novas aeronaves, novas companhias...

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