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EUA começam a libertar prisioneiros de Guantánamo

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O governo dos EUA começou a libertar, nesta segunda-feira (16/7) detentos da Base Naval de Guantánamo, em Cuba, a 144 km de Miami. Em decorrência de acordo prévio com os Estados Unidos, 16 nacionais da Arábia Saudita foram libertados em Guantánamo, e levados de volta para seu país. Uma vez na Arábia Saudita, foram novamente presos para serem investigados As informações são do site Findlaw.

Pela primeira vez neste ano, o governo dos EUA divulgou o número de detentos em Guantánamo: são 759 pessoas. A maioria, 136, são sauditas.

A prisão da base naval de Guantánamo foi criada em 11 de janeiro de 2002. Para lá, foram enviados os prisioneiros capturados pelas forças dos Estados Unidos que invadiram o Afeganistão logo após os atentados contra as torres gêmeas de Nova York, em 11 de setembro de 2001.

Hoje, há presos de 35 países diferentes, mas nenhum americano. Atualmente, há na base 14 presos acusados de serem "inimigos de combate”.

A libertação dos sauditas tem um motivo. Em junho passado, numa decisão inesperada, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou os argumentos da administração George W. Bush, que pretendia negar aos prisioneiros os direitos assegurados pelas leis americanas. Agora, os juízes da mais alta corte devem decidir se os presos da Base Naval de Guantánamo podem fazer uso de cortes civis para colocar fim às suas prisões por tempo indeterminado. Os presos de Guatánamo vem sendo julgados por Cortes Marciais.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 17 de julho de 2007, 13h03

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