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Operação papa-fila

INSS atende recomendação do MPF e agiliza trabalho em posto

O INSS criou um grupo de trabalho com nove servidores para trabalhar na agência da Previdência Social de Altamira (PA). A informação foi repassada ao Ministério Público Federal no Pará, por meio de portaria. São cinco servidores administrativos e quatro peritos médicos que, desde final de junho, trabalham para diminuir o acúmulo de tarefas no posto do INSS.

O posto de Altamira atende usuários da Previdência dos municípios de Anapu, Pacajá, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Medicilândia, Brasil Novo, Altamira e Vitória do Xingu.

O MPF recomendou, no início de junho, que o INSS estabelecesse uma força-tarefa na agência de Altamira para conseguir atender à demanda do local. O procurador da República em Altamira, Marco Antônio Delfino de Almeida, fez inspeção na agência e constatou que a população formava fila no local desde a noite para o atendimento pela manhã, o que nem sempre acontecia, por causa do número limitado de senhas.

O procurador constatou, também, que o funcionamento deficiente da unidade era conseqüência da prisão de vários funcionários do INSS, em março passado, na Operação Xingu. Eles são acusados de envolvimento em fraudes na concessão de benefícios previdenciários que causaram um rombo de aproximadamente R$ 2,5 milhões aos cofres públicos.

Além da solução dos problemas no atendimento, o MPF também recomendou a programação para o segundo semestre de atendimentos do Previmóvel nos oito municípios da região da Transamazônica.

Revista Consultor Jurídico, 7 de julho de 2007, 0h01

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