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Há vagas

AGU abre 250 vagas para procurador da Fazenda Nacional

O Conselho Superior da Advocacia-Geral da União abriu concurso para o preenchimento de 250 vagas de procurador da Fazenda Nacional em todo o Brasil. Entre os requisitos necessários estão diploma ou certificado de bacharel em Direito, devidamente registrado, e inscrição na OAB. As vagas serão distribuídas entre todos os estados. Brasília e São Paulo detêm maior número de postos abertos.

O processo seletivo terá uma prova objetiva, duas discursivas, análise de títulos e sindicância de vida pregressa. Os candidatos devem estudar questões de Direito Constitucional, Tributário, Financeiro e Econômico, Administrativo, Internacional Público, Comercial, Civil e Processual Civil, Penal e Processual Penal, Previdenciário, do Trabalho e Processual do Trabalho. O salário inicial será de R$ 10,4 mil.

As inscrições podem ser feitas no sitewww.esaf.fazenda.gov.br, entre os dias 9 e 22 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 90. A prova objetiva está marcada para 2 de setembro.

O concurso terá validade de um ano, com a possibilidade de prorrogação, de acordo com as necessidades do Conselho Superior da AGU.

Revista Consultor Jurídico, 6 de julho de 2007, 13h01

Comentários de leitores

7 comentários

depois da crítica das mais infudadas contra Kel...

Ramiro. (Advogado Autônomo)

depois da crítica das mais infudadas contra Kelsen, eu até deslizei. A atitude é conforme a norma jurídica positiva ou é contra a norma e logo ilícita. Não há lícito e ilícito ao mesmo tempo, o princípio do terceiro excluso. E não sou tão novo. Cheguei ao doutorado em outra profissão, e vejo Governo Lula afundar a pesquisa científica deste país.

Chicaneiros falaciosos, os críticos que se dêem...

Ramiro. (Advogado Autônomo)

Chicaneiros falaciosos, os críticos que se dêem ao trabalho de ler os relatórios de condenações do Brasil na CIDH-OEA. Agora querer desprestigiar Hans Kelsen, isso que é coisa de chicaneiro, relativizar o direito. Kelsen defendeu uma doutrina bem objetiva, a doutrina é conforme ou não é conforme a norma. Introduziu elementos da lógica polar, com o princípio do terceiro excluso, no Direito. Acusar Kelsen de instrumento de chicaneiros... sem comentários.

Que o Governo FFHH vivia na sua torre de marfim...

Ramiro. (Advogado Autônomo)

Que o Governo FFHH vivia na sua torre de marfim, era fato. Agora um aprendiz de caudilho populista, que se elege com o discurso de defender os mais pobres, mantém durante todo o seu mandato, todo seu mandato, a Defensoria Pública da União sem pessoal. Qualquer Tapirus terrestris teria discernimento para perceber que a DPU inoperante interessa a qualquer Governo Federal, inclusive o do PT. Eu estive mais de uma vez na DPU tendo atendimento recusado por motivos que dariam, se o MPF não adorasse chutar cachorro morto, improbidade. No mais recentemente o Consultor Jurídico sobre estrangeiros que não tem assistência jurídica em processos na Justiça Federal. Se tivéssemos ONGs sérias já haveria condenações contra o Brasil na CIDH-OEA por violação da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Fui difamado, acusado de sofrer processo judicial inexistente por parte de Ofício do Procurador-Geral da República e a DPU inventou motivos que dariam improbidade para recusar ação judicial. Pessoas com casos sérios de vida ou morte tem atendimento recusado. Antes de ficarem invocando o Governo FFHH, que já se encerrou há mais de seis anos, e seis anos é tempo suficiente para desmontar uma falácia eleitoral como a que vivemos hoje, façam uma averiguação junto aos Juízes Federais do número de processos na Justiça Federal que o Judiciário acaba sendo obrigado a pagar advogados dativos, que se abrindo vistas a DPU os Defensores Públicos da União sob alegação de falta absoluta de pessoal não vão movimentar os processos, abandonam. A propósito este ano estive na DPU-RJ e ainda distribuem papéis de "Estado Provisório" da DPU, encaminhando casos sérios de Justiça Federal para escritórios modelos de faculdades de direito. Contem outra...

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