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Vítima da cratera

Consórcio paga primeira indenização pelo acidente no Metrô

A família de Valéria Marmitt, bacharel em Direito e vítima do acidente nas obras de expansão do Metrô de São Paulo, acaba de fechar acordo para receber indenização por danos morais e materiais. O valor da indenização não foi divulgado por conta de cláusula de sigilo que consta no acordo assinado pela família, a seguradora Unibanco AIG e o consórcio Via Amarela, responsável pelas obras. A Defensoria pública de São Paulo intermediou as negociações.

Valéria tinha três filhos. Cada um deles receberá indenização por danos morais mais uma pensão mensal vitalícia, com base na expectativa de vida e no salário de Valéria.

Na reunião, estavam presentes: os defensores públicos Vitore André Zilio Maximiano e Carlos Henrique Loureiro; os familiares da vítima; advogados do consórcio, da seguradora e do metrô; e representantes da Secretaria de Justiça e da Procuradoria-Geral do Estado.

O acidente

O acidente nas obras da linha 4 do Metrô de São Paulo ocorreu no dia 12 de janeiro. O solo do canteiro de obras cedeu e levou junto um pedaço da rua Capri. Na cratera aberta de cerca de 80 metros de diâmetro, caíram ao menos três caminhões e um microônibus. Casas ao redor tiveram de ser esvaziadas e algumas já foram demolidas. Já foram resgatados os corpos de seis pessoas soterradas no desabamento.

Revista Consultor Jurídico, 24 de janeiro de 2007, 21h35

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