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Comentários de leitores

6 comentários

Caro Marcos Umberto, e a que horas os "operador...

Armando do Prado (Professor)

Caro Marcos Umberto, e a que horas os "operadores do direito" dariam aulas e coordenariam cursos nas UNIp's, UNIBAN's, UNIB's, FMU's, etc,etc??

O dragão pariu um ratinho. Não há razão para at...

Jose Antonio Schitini (Advogado Autônomo - Civil)

O dragão pariu um ratinho. Não há razão para atitudes autolaudatícias.

Creio que já está na hora de pensarmos a refo...

caldeira (Funcionário público)

Creio que já está na hora de pensarmos a reforma da “reforma do judiciário”. O otimismo do Secretário não tem respaldo na realidade, basta ver, dentre outras coisas, o levantamento a respeito do Poder Judiciário recentemente divulgado apontando que decorridos dois anos da reforma os gargalos e a morosidade continuam. Ademais, indicou-se que houve aumento dos gastos do citado Poder sem o esperado reflexo significativo na diminuição da sua morosidade. Fato que não causa surpresa. Note-se, como exemplo, a variante mais polêmica de todo esse processo, a criação do CNJ, apontado como a “pedra de toque” para a solução do problema. Paradoxalmente, o mesmo foi, em parte muito grande, responsável por tão pífio resultado. Afinal, criou-se um novo órgão, tornou-se necessária a movimentação de uma máquina para auxiliá-lo (criação de site na internet, publicação das decisões, logística para realização de reuniões e sessões de julgamento, estrutura física para acomodação dos membros, etc), bem como se fez necessária a disponibilização de servidores para prestar-lhes auxílio, e, logo, logo, o gasto irá aumentar com o pagamento de jetons para os seus membros, como os mesmos tem veementemente pleiteado. Em muitos casos tornou-se o CNJ uma outra instância do Poder Judiciário, resolvendo situações particulares de juízes, desembargadores, concursandos, pessoas insatisfeitas de uma forma geral com atuações concretas de certos tribunais, e quejandos. Passou também a tomar decisões polêmicas, desbordando os lindes de sua competência, fazendo-se necessária a intervenção do Supremo Tribunal Federal para corrigir-lhe a rota. O Resultado? Aquele que foi apontado acima: aumentos dos gastos e, paradoxalmente, significativa contribuição para o aumento da lentidão do Poder Judiciário. Era de se esperar, visto que foi, em grande parte, idealizado por uma raposa política que, à evidência, ainda que travestida de Ministro do Supremo, pensava mais na colheita de dividendos políticos e em agradar aqueles que pudessem pagar o seu preço (preço político, é bom deixar claro) do que em, de fato, contribuir para a resolução de tão perniciosa e injusta realidade que é a morosidade do Poder Judiciário bem como as mazelas que eram e ainda são praticadas por membros do referido Poder. Portanto, por que não pensar na reforma da reforma? Deixemos o que é bom (súmula vinculante, reformas do código de processo civil, etc.) e reformulemos (enfatize-se, reformulemos, e não extirpemos) o que está atrapalhando, dentre outras coisas, o CNJ.

Porque o CNJ não determina que TODOS OS FÓRUNS ...

Marcos Umberto Canuto (Advogado Autônomo)

Porque o CNJ não determina que TODOS OS FÓRUNS DO BRASIL iniciem suas atividades as 8:00 da manhã até as 18:00? Os juízes poderiam somente despachar pelas manhãs e audiências a tarde por exemplo, poderiam também EXIGIR de todos os juízes e desembargadores que apresentassem mensalmente quantas sentenças, despachos, decisões foram realizadas e publicadas no diario da justiça, já seria um bom começo.

Que me mostre onde o Judiciário melhorou. Minha...

VINÍCIUS (Advogado Autônomo)

Que me mostre onde o Judiciário melhorou. Minha sugestão: Se os motoristas são obrigados a se reciclarem, sob pena de perderem a CNH. PORQUE os Juízes e Seventuários não se reciclam e aqueles que não sabem o beabá perdem seus postos??? Assim, todos ficariam de orelha em pé e acabaria com a pouca vergonha de Juízes e serventuários trabalharem o dia que bem querem, a hora que bem querem... Que bom se os pontos facultativos acabassem, antes que eles acabem com o Judiciário. Aqui em Tocantins, ponto facultativo é o que não falta e ninguém diz buluvas nenhuma, nem mesmo o MP, que se embarca nessa pouco vergonha. 63-9999-5606

É verdade, alguns obstáculos foram superados, m...

Armando do Prado (Professor)

É verdade, alguns obstáculos foram superados, mas poucos, poucos. Na luta entre a justiça e o direito, a primeira vem perdendo de goleada...

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