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Comentários de leitores

19 comentários

Meus deus, dar bola para o que o sandeu do Main...

Paulo (Estudante de Direito)

Meus deus, dar bola para o que o sandeu do Mainardi escreve é ser alienado demais hahaha.

Na verdade as penas não são tão leves. O que as...

José Carlos Guimarães (Jornalista)

Na verdade as penas não são tão leves. O que as torna iniquas é o regime de progressão,onde um criminoso por 20 anos de condenação, por "bom comportamento" está livre apenas 3 anos cumpridos. Não houvesse e LEP tão parcimoniosa com o crime... Quanto à pena de morte a vantagem diminuir a população carcerária, deixando de sustentar presos condenados a mais de 100 anos, quando este dinheiro poderia estar sendo investido em educação - para evitar novos futuros presos. Concordo com Dr. Quintanilha: o bandido não pensa em anos de condenaçao, mas se vai ou não ser punido. E sempre aposta na impunidade. também concordo com processos mais céleres e menos recursos com notoria finalidade de postergar sentenças finais.Mas nao posso concordar quando diz que o que reduz a criminalidade é a presença do Estado com educação, saúde, emprego... Não há qualquer pesquisa que demonstre esta tese ser verdadeira. Quanto à responsabilidade criminal, o Os 18 anos de hoje não são os 18 anos de 1988 - quiçá de 1940. Nem os 16, nem os 14, se necessário for serem imputados. Não podem existir cláusulas imutáveis quando o cidadão está em constante perigo de vida e o marginal fica defeso pela constituição. É preciso lembrar que a CF/88 foi escrita pós-revolução,onde não havia respeito aos direitos do cidadão. E,finalmente, vale também, ressaltar, que a CF/88 só é cumprida no que interessa ao poder,pois os direitos e garantias como educação (as faculdades federais estão caindo aos pedaços sem verbas) , saúde ( hospitais e INSS deixam os pacientes jogados no mar da irresponsabilidade federal) e segurança ( que sabidamente não existe no que se refere à pública) , não saram ainda dos projetos e discursos. O próprio Presidente Lula, ontem, ao se manifestar ser contra a diminuição da maioridade penal, parecia um candidato pedindo votos - sem lembrar que ELE é o PRESIDENTE e cabe a ele desencadear políticas que não desviem os menores para a criminalidade. Acordem senhores BRASILEIROS. Não se prendam a detalhes jurídicos quando o maior bem que é a vida deixa de valer um vintém. DEFENDAM A VIDA E NÃO SE PRENDAM ÀS DISCUSSÕES DA LEI. QUE SE MUDEM AS LEIS NA DEFESA DO SER HUMANO.

Sr. E. Coelho: O senhor é um fascista reacio...

Richard Smith (Consultor)

Sr. E. Coelho: O senhor é um fascista reacionário! Um capitalista-imperialista-neoliberal explorador que ai está! Aonde já se viu querer colocar vitímas dessa sociedade injusta, capitalista e desigual na cadeia?!! O senhor não viu que o nosso querido ministro da justiça nos informou que 95% dos presos, atualmente em nossos sujos e desumanos calabouços e masmorras deveriam estar soltos porque não oferecem perigo algum?! E não venha o senhor, cabotina, maliciosa e cínicamente, querer dizer que o DD. e laborioso Senhor Ministro, em vias de saír deste maravilhos governo estaria querendo apenas aumentar a sua futura clientela, que eu não vou deixar, hein?! Seu fascistão desumano! Cubra-se de vergonha, seu reacionário, pois pessoas como você é que são os culpados por todos esses "erros" desses pobres jovens! Eu mesmo, purgando a minha insensibilidade social de antanho, estou preparando o meu humilde lar para abrigar com conforto, pelo menos umas cinco ou seis dessas pobres vítima deste sistema discriminador, viu? E já estou em campanha em busca de um terceiro mandato para o "noço amado líder"!

O Estado precisa aprender com os bandidos. ...

tyba (Advogado Autônomo - Empresarial)

O Estado precisa aprender com os bandidos. Eles instituíram a pena de morte e se deram bem. A população é orientada pela Polícia para não reagir durante o ataque: seja roubo, assalto, seqüestro ou estupro. Todo mundo sabe. Não pode se mexer. Se o suor descer pela testa e cair sobre os olhos — nessa hora como a gente sua! —,é preciso conter o instinto de secá-lo. Senão, bam! bam! bam! As 380 vomitam fogo. Quando alguém é fuzilado porque se moveu sem aviso, até cumprindo ordem do assaltante para entregar os pertences, a própria família da vítima recrimina o descuido: "Ele sabia que não podia fazer movimentos", diz olhando resignadamente para o caixão. No B.O., fica escrito: reagiu ao assalto. Ou seja, a culpa é do defunto. O temor imposto à sociedade pelos criminosos facilita o trabalho deles. Não há fuga, não há reação, não há desobediência. Tal é o pavor, que a vítima se rende à vista de uma simples arma de brinquedo. Se os bandidos não agissem assim, ninguém ficaria assustado. Ante a aproximação deles, fugiria. Ou lhes dava uns cascudos na cabeça como nos anos 60 se fazia com os medrosos "ratos de praia". Bastava a presença de um único policial para todo o bando sair em disparada ziguezagueando entre os automóveis na Avenida Atlântica até se perder na Barata Ribeiro ou N. S. de Copacabana. Hoje quem age como rato de praia é o Estado. Que não se impõe. Nem é respeitado. Nem é temido. Os bandidos devem dar risadas ouvindo os juristas na televisão. Falando que aumento de pena não resolve nada. Afirmações desse tipo só fazem aumentar a ousadia das quadrilhas. Elevam a auto-estima delas. São um desserviço para o país. Passam a idéia de fraqueza. Os criminosos devem achar graça do presidente da República. Em vez de fazer declarações duras contra o crime, o chefe da nação repreende é o Congresso por querer reduzir a idade penal em resposta à barbárie. Podia conversar em particular com deputados e senadores. Penas pesadas ajudam, sim. Os criminosos perderiam a valentia. Principalmente se, ao menor movimento, levassem chumbo. O Estado tem muito que aprender com os bandidos.

Veja a matério do Diogo Mainardi: Nos EUA el...

E. Coelho (Jornalista)

Veja a matério do Diogo Mainardi: Nos EUA eles querem prender os bandidos, nós queremos soltar Uma coluna de maio de 2005 antecipou o mecanismo que levou ao assassinato do menino no Rio de Janeiro. Mainardi relê o texto que comparava a criminalidade nos EUA e no Brasil. Lá, os americanos decidiram que a melhor maneira de conter o crime é trancar os bandidos na cadeia. Aqui, os lulistas rejeitavam esta tese. O diretor do departamento de penitenciárias do governo, por exemplo, defendia que "o melhor a fazer é soltar boa parte dos presos, pois 95% da população prisional não oferece perigo à sociedade". O principal assassino do menino carioca foi preso seis vezes nos últimos anos e foi solto em todas elas. Ele estava entre os 95% que, nas contas alegres do lulismo, não oferecem perigo à sociedade http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/

Com todo respeito à opinião do articulista, pen...

prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)

Com todo respeito à opinião do articulista, penas mais graves não resolvem o problema do criminoso, resolvem o problema da sociedade. O problema do criminoso pode ser resolvido a longo prazo, o nosso é urgente. A sociedade só espera que ELES aguardem a solução na cadeia.

Penas duríssimas e efetivamente cumpridas, ...

Richard Smith (Consultor)

Penas duríssimas e efetivamente cumpridas, na totalidade. Quero ver se ddecai a criminalidade ou não. O resto é baboseira politicamente correta expressa por quem não tem um mínimo de conhecimento acerca da mentalidade do marginal!

Mas quando que a Lei de Crimes Hediondos fu...

Richard Smith (Consultor)

Mas quando que a Lei de Crimes Hediondos funcionou na prática? Quando recebeu a necessária e efetiva adesão por parte dos laxistas juízes criminais? E o que fez a Sociedade para barrar as sabotagens praticadas contra ela pelos "politicamente corretos", parlamentares matreiros e advogados do "direito mínimo"?

Deveras, indubitável que o aumento da pena não ...

Garms (Advogado Associado a Escritório - Tributária)

Deveras, indubitável que o aumento da pena não resolve a questão da criminalidade. Nesta toada, impende mencionar que a lei não altera a sociedade, mas a sociedade que modifica a lei. Assim as medidas preventivas, tais como educação, saúde e lazer, que devem ser objeto de análise no presente momento.

Me parece que está havendo um grande equívoco p...

Milton Córdova (Advogado Autônomo)

Me parece que está havendo um grande equívoco por parte dos colegas e de pessoas bem intencionadas, diga-se de passagem, que defendem a tese de que "Algumas pessoas costumam acreditar que se pode resolver o problema da criminalidade com a imposição de lei forte, mas é um engano." Com o apoio de sociólogos, filósofos e outros "ólogos", valem-se de argumentos piegas e surrealistas para o caso, como por exemplo "os que reduz a violência é a presença do Estado com emprego, saúde, educação e perpectiva para o futuro". Muito lindo, na teoria (exatamente é lindo na teoria o comunismo, por exemplo). É evidente que a presença do Estado naquelas áreas tem o condão de reduzir a criminalidade naquelas áreas, e isso ninguém nega. Mas, lembremo-nos que apenas REDUZ, pois o problema maior da criminalidade é o caráter humano, que está além das leis, das normas e das convenções sociais. Tanto que se essas afirmações fossem verdade, Suécia, Noruega, Dinamarca, Suiça, Holanda seriam o Éden na Terra, e até Deus poderia dar uma passeada por lá, de vez em quando. Essas pessoas bem intenciodas esqecem-se que quando se prega o maior rigor nas penas e a redução da maioridade penal (concordo!), não se está querendo diminuir a violência - o que é impossivel, pois mesmo a pena de morte não a afasta (outro argumento forte, também usado pelos bem intencionados que são contra). Se está querendo, sim, livrar a sociedade deles, afastando-os de um convívio social que eles mesmos renegaram. Se está querendo livrar a sociedade de bandidos, de fascínoras, de pessoas absolutamente sem escrúpulos, que desprezam a própria sociedade, sejam "menores" ou não. A idéia é defender, meus caros, o maior bem de todos: a Vida. E colocando a Vida dum lado, e os supostos "direitos dos menores-bandidos" doutro lado, tenho a impressão que a balança penderá para a Vida. Portanto, há que se agravar, sim, a pena dos menores; há que se reduzir a maioridade penal; há que se colocar a foto dos menores bandidos nos jornais, sem qualquer tarja preta no rosto (o que é uma enorme hipocrisia), pois a idéia é defender a sociedade deles, e não o contrário. É evidente que não é só isso. Ao mesmo tempo em que se adotam essas medidas para PROTEGER A SOCIEDADE, o Estado agirá, fornecendo Educação, Saúde, Emprego, etc. E enquanto não alcançarmos o mundo ideal -que nem Deus conseguiu com os seus Dez Mandamentos - vamos, sim, trancafiar todos os bandidos, menores e maiores.

Para aqueles que acreditam que leis mais duras ...

José Carlos Portella Jr (Advogado Autônomo - Criminal)

Para aqueles que acreditam que leis mais duras acabarão com a criminalidade, vejam o que aconteceu com a Lei de Crimes Hediondos. Alguém deixou de praticar crimes de latrocínio, tráfico de drogas ou afins após a edição da malfadada lei? Claro que não! Muito pelo contrário, o número de prisões por tráfico e latrocínio aumentaram significativamente. Prestem atenção: enquanto não varrermos os bandidões encastelados nos três Poderes a bandidagem pé-de-chinelo certamente não vai parar de crescer, nem que se institua a pena de morte.

Jé é um bom começo agravar a pena quem utiliza...

Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)

Jé é um bom começo agravar a pena quem utilizar-se de menor de idade. Como dito, o processo deve ser célere, então, diminuem-se os recursos e que os limites ao respectivo tribunal do juiz singular.

Eu concordo que só aumentar a pena, não resolve...

Max (Advogado Autônomo)

Eu concordo que só aumentar a pena, não resolve automaticamente o problema, entretanto, serve também, como meio de inibir a prática condenatória. Presto meus cumprimentos ao colega comentarista, pois é realmente necessária a mudança em nossa legislação processual penal. Um sujeito preso hoje, pode se valer de uma infinidade de recursos, com a intenção de protelar seu feito, até que caduque a pena. Isso é inadmissível. A efetividade da pena, o fato de que o réu terá a certeza de que vai cumprir a pena, é mais suassória de novas condutas, com certeza. Mas o endurecimento da lei, é necessário também.

Concordo com o Mineiro. Não resolve, mas ajuda....

ERocha (Publicitário)

Concordo com o Mineiro. Não resolve, mas ajuda. Exemplo: preso por 40/50 anos porém solto com 10 anos de prisão, no próximo ano (o cara que matou 3 no cinema de SP). 3 vidas por 10 anos de cadeia é barato. Quem mata não deve ficar na rua por nada do mundo, pois não sabe viver em sociedade. Também concordo como Josiel. Condenado tem que cumprir a pena integral e se fugir tem que tornar a pena do individuo perpétua. Quem foi preso é porque cometeu algo contra a sociedade e por isto esta fora dela. Porque então beneficia-lo? Para voltar a atentar contra a sociedade??

Parabéns aos companheiros comentaristas. Soluc...

Jesiel Nascimento (Advogado Autônomo - Criminal)

Parabéns aos companheiros comentaristas. Solucionar o conflito social vis pena mais grave é caminhar na contramão da história. Não adianta aumentar a pena. É preciso dar EFETIVIDADE à pena, POIS TANTO FAZ CONDENAR A 15 OU 30 ANOS, A QUEM ESTA DECIDIDO FUGIR.

Justiça é para tomar grana de trouxa. Aí estão ...

allmirante (Advogado Autônomo)

Justiça é para tomar grana de trouxa. Aí estão centenas de políticos ladrões e corruptos isentos de qualquer pena.

É o óbvio ululante que só majorar as penas não ...

MPE (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

É o óbvio ululante que só majorar as penas não resolve - MAS AJUDA! E é isto que muitos não endentem. Pensem na situação contrária: diminuir as penas combateria o crime?

É certo que o simbolismo penal nada acrescenta ...

Willson (Bacharel)

É certo que o simbolismo penal nada acrescenta ou resolve. Mas a parte final do artigo deixa pendente uma questão, quando diz: "O que reduz é a presença do Estado com emprego, saúde, educação e perspectiva para o futuro" No entanto, a maior economia do mundo (Estados Unidos) é também a recordista em população carcerária. Lá, um assassino como esse do menino João pegaria a prisão perpétua ou pena de morte, a depender do estado. Na China a chapa deles também iria esquentar. Como dizia aquela antiga personagem humorística, "brasileiro é tão bonzinho..."

*Federação (Teoria do Estado) – Gênero de união...

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)

*Federação (Teoria do Estado) – Gênero de união de Estados de que são espécies: a Confederação e o Estado Federal. A diferença entre ambos é que na Confederação os Estados preservam sua soberania, podendo se retirar a qualquer momento, ao passo que no Estado Federal os Estados perdem sua soberania ao se unirem, submetendo-se todos a uma constituição que lhes da mera autonomia, em face do Poder Discricionário. Qualquer tentativa de legislar em separado ou propor pacotes de segurança, só é possível com respaldo na Constituição Federal.

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