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História com detetive

Ex-mulher de dono da Herbalife é processada por causa de grampo

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A ex-mulher do milionário fundador da empresa de suplementos alimentares Herbalife, Mark Hughes, contratou um detetive para grampear e gravar suas ligações telefônicas. O casal estava em processo litigioso na ocasião. Agora, representantes de Hughes ajuizaram ação contra ela numa corte federal de Los Angeles. As informações são do site Findlaw.

De acordo com a ação, Suzan Hughes contratou o detetive Anthony Pellicano para levantar a situação financeira do seu então marido diante da possibilidade de um futuro divórcio. Mark Hughes morreu em maio de 2000. Mesmo assim, a Herbalife está processando o detetive, a empresa telefônica Pacific Bell Telephone e seu técnico em ligações, Rayford Turner, que teria ajudado o detetive a instalar os grampos.

Suzan Hughes era a terceira das quatro mulheres de Mark. Ela assinara com ele acordo pré-nupcial, mas lutou por propriedades após ter ajuizado ação depois de 10 anos de casamento. De acordo com a ação, graças aos grampos que instalou, Suzan pôde obter agora “vantagens tremendas” no acordo de divórcio, assinado em março de 1998.

A ação contra ela afirma que o divórcio teve como base a violação de leis estaduais e federais de proteção à privacidade. Na ação é pedido US$ 100 mil por cada conversa de Mark ilegalmente gravada pelo detetive Pellicano.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 14 de fevereiro de 2007, 14h45

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