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Reconstrução do Iraque

Oficiais são acusados de desviar verba de reconstrução do Iraque

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O Ministério Público Militar de Washington acusou três oficiais da reserva do Exército americano de ter ajudado a desviar milhões de dólares do programa de reconstrução do Iraque. De acordo com a denúncia, eles levaram como propina dinheiro, carros de luxo e jóias. As informações são do site Findlaw.

Um comerciante norte-americano baseado na Romênia é apontado como o intermediador dos desvios. O Ministério Público Militar afirma que ele fazia a ponte entre os militares e as empresas privadas. O marido de uma reservista acusada é apontado como o homem que fazia a negociata nos Estados Unidos.

Os acusados tinham como foco os US$ 26 bilhões usados para o Fundo de Reconstrução do Iraque. “Usavam a verba para benefício próprio, manipulando-a como se fosse um caixa eletrônico pessoal, roubando tijolos de dinheiro do Iraque e reinjetando a verba nos EUA para poderem usar a vontade”, afirmou o procurador Paul McNulty.

Um dos empreiteiros acusados é Philip H. Bloom, da Global Business Group, que já admitiu ter levado pessoalmente US$ 2 milhões. Da soma de US$ 26 bilhões destinada à reconstrução do Iraque, uma fatia de US$ 8,6 milhões teria sido alvo de intermediadores.

Os cinco indiciados levaram ao todo US$ 3,6 milhões para suas contas pessoais. Esse é o resultado da primeira investigação. Os acusados são o coronel Curtis G. Whiteford e tenentes-coronéis Debra M. Harrison e Michael B. Wheeler. Os três chegaram a comprar carros Porsche e Cadillacs.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 12 de fevereiro de 2007, 9h55

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