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Comentários de leitores

9 comentários

Criminosos internacionais foram combatidos por ...

Band (Médico)

Criminosos internacionais foram combatidos por ações de vulto internacionais também! Queriam apenas se evadir para outros países para se livrarem das responsabilidades e se articular no movimento terrorista latino-americano! Como sobra as FARCS até hoje impune!

Vale o ditado o popular que a grosso modo,só ...

Zinaldo Costa Ferreira (Advogado Autônomo)

Vale o ditado o popular que a grosso modo,só preto,pobre e prostituda é punido por transgressão... Quando a denuncia envolvendo Militares, mesmo que comprovadamente seja um assasino de porão, finaciado pelo Estado ditatorial. Aparecem uma serie de medrosos, travestidos de boa paz, querendo atender lobby desses militares, em geral da reserva, que eram tão antidemocraticos, quanto os ateus gerrilheiros. Incrivel, mas tem gente que chama o golpe de Estado de 64 de revolução, santa ignorancia( ou conivencia). O que se precvisa e passar pratos em limpos, porque não quero cruzar com assino,escondido pela burocracia.

Parabens pelo bom senso, porque não vivemos uma...

jose brasileiro (Outros)

Parabens pelo bom senso, porque não vivemos uma democracia consolidada. Com os problemas atuais, e dificil fucar o passado. Agora imagine se roupa suja do passado, fosse lavado agora, com muitas pessoas, envolvidas dos dois lados, tivessem que prestar contas. IMagine se a justiça americana abri-se processos contra os sequestradores do embaixador americano. Ou os arquivos fossem abertos, com todos os crimes praticados com os dois lados. Quem sobraria?

"Operação Condor não pode romper paradigmas leg...

veritas (Outros)

"Operação Condor não pode romper paradigmas legais" AAAA ÉEEE !!??? Então faça um teste . Que um dos acusados ouse pisar fora de seus respectivos países . Preferência fazer uma visita a Roma.

O indivíduo que comenta, como bom PeTralha mi...

Richard Smith (Consultor)

O indivíduo que comenta, como bom PeTralha mistificador (pleonasmo?) nunca entra no mérioto da questão: Que todos os covardes e asquerosos sejam punidos, a começar pelos que hoje infestam o poder.

Mais um pouco e o próprio juiz italiano pode vi...

Comentarista (Outros)

Mais um pouco e o próprio juiz italiano pode virar o "réu" dessa história toda...

A história é sempre a mesma... Basta se "ave...

Comentarista (Outros)

A história é sempre a mesma... Basta se "aventar" a possibilidade de que covardes e asquerosos golpistas possam responder legalmente por seus crimes (assassinatos, torturas, etc.), sendo submetidos ao devido processo legal, para que editoriais e verdadeiros "tratados" de direito comecem a surgir, falando, via de regra, em "paradigmas legais", CF (ou "Carta do Brasil"), "Lei da Anistia", "moral", "jurisprudência", "bom senso político", etc., etc. e tal. Palavras, aliás, que os assassinos e torturadores do poder sequer permitiam que fossem soletradas pelas suas vítimas... E viva o Brasil, sempre o "último da fila" na apuração (ou simples discussão) de questões como esta!

Esta é a grande diferença entre Brasil e Argent...

veritas (Outros)

Esta é a grande diferença entre Brasil e Argentina. Argentina enfrentou de verdade este fantasma que até hoje nos assombra. Esqueleto que de tempos em tempos aparece.

Perfeito o editorial da FSP. Olvidou, no ent...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Perfeito o editorial da FSP. Olvidou, no entanto, de mencionar que esse desejo italiano não passa de pura retaliação sob o disfarce de realização da justiça. Se se pretende julgar e punir os que fizeram parte do regime opressor pelos atos que praticaram, muitos dos quais apenas cumprindo ordens, a despeito da repugnância moral que engendram no cotejo com os ditames da democracia, então não se pode deixar de considerar também os atos criminosos praticados pelos que se opuseram àquele regime. Excessos, os houve de todos os lados naquela época. Ou será que os seqüestros praticados por pessoas como o atual Deputado Fernando Gabeira e o Ministro Franklin Martins perdem a insígnia criminosa e se legitimam pelos fins a que visavam? Parece-me que não. Em hipóteses quejandas ou a justiça é feita imediatamente, com a mudança de regime, ou deve ser objeto de um pacto conciliatório que põe termo final às diferenças em prol do fortalecimento do regime novo que se implanta e pretende florescer. A conciliação afigura-se mesmo a melhor solução. A cura das feridas abertas por meio de uma sutura que as faz cicatrizar social e politicamente com maior presteza, a despeito de persistirem seus vestígios nos corações individuais das famílias dos envolvidos. Uma forma de mitigar a dor dessas é a indenização pelo Estado, com a qual pessoalmente não concordo, ou a consagração dos que se opuseram ao regime opressor como heróis nacionais, assim tornados mártires daquele regime e um legado para a reminiscência das gerações futuras, a encher de láureas sua descendência e familiares. Essa a solução que se me afigura mais adequada, pois além de constituir um bálsamo para a dor pessoal dos familiares, erige-se em símbolo de um nacionalismo que deve ser nutrido no interesse do fortalecimento do Estado novo, pois a sociedade, personificada nesse novo Estado, não só não tem culpa pelo regime deposto como também foi sua maior vítima. Por isso não deve ser constrangida a pagar indenização aos familiares dos que se insurgiram voluntariamente para defendê-la. A dívida é de glória, não de pecúnia. Portanto, as coisas devem acomodar-se pela via conciliatória. Demais disso, o Estado brasileiro não pode aceitar tamanho opróbrio a sua soberania. Quem decide sobre os assuntos internos do Brasil são os brasileiros. Se resolvemos com espírito magnânimo transigir, não podemos aceitar que nossos nacionais sejam julgados no estrangeiro como criminosos comuns quando seus delitos tiveram motivação de índole política. Por essa razão o Estado brasileiro deve repudiar com veemência os julgamentos italianos, declarando não reconhecê-los nem legitimá-los, além de censurar tal iniciativa. Empresto, pois, meu apoio ao editorial da FSP. (a) Sérgio Niemeyer Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br ou sergioniemeyer@ig.com.br

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