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26 comentários

O “expert” que aconselhou o professor a não per...

Cláudio M. Gonçalves (Advogado Autônomo)

O “expert” que aconselhou o professor a não perder tempo comigo, deve ter perdido um precioso tempo estudando textos mal redigidos de internet e quem sabe alguns trabalhos escolares pífios de Direito Constitucional só tentar demonstrar o que desconhece, e por consequência, tentou mudar o foco da discussão. O CECEI beneficia menos de 26 advogados. É fato incontroverso. E possíveis beneficiados são justamente aqueles que votaram a favor do CECEI. Para quem desconhece, se o CECEI fosse transferido para Carapicuiba, Itapevi, Bady Bassit, Penápolis e outras cidades do interior, os "experts" organizariam passeata contra os diretores da CAASP por usarem o dinheiro deles em benefício de outros advogados. Como justificar a "prestação de serviços subsidiados" para menos de 26 advogados num ambiente composto por 250 mil advogados. É melhor estudar administração. Ah! e também, direito constitucional e administrativo.

O “expert” que certamente se dedicou intensame...

Dr. Luiz Riccetto Neto (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

O “expert” que certamente se dedicou intensamente ao estudo de administração, educação e geopolítica, talvez tenha se esquecido de se dedicar ao estudo do Direito Constitucional, notadamente o ato administrativo, pois se assim o fizesse teria se lembrado que o poder discricionário pode ser revisto pelos órgãos administrativos superiores ou pelo Pode Judiciário, por provocação dos administrados-jurisdicionados, quando extrapola seus limites, desvia-se da finalidade ou afronta os princípios elencados pelo artigo 37 da Constituição Federal (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência). Para o CECEI, houve investimentos (valores acrescidos) apenas da gestão 1998/2000 mas, depois, somente dos pais-advogados que tiveram a sorte de conhecer esse patrimônio cultural, e pagar mensalmente a quantia aproximada de R$ 800,00 por período integral. Será que a receita de R$ 336.000,00 (R$ 800,00 x 35 períodos x 12) não é suficiente para cobrir os custos com profissionais, estagiários e brinquedos ? Por que alguns conseguem gerar lucros enquanto outros só conseguem gerar prejuízos ? Se eram necessárias o preenchimento de mais vagas para equalizar despesas ou gerar lucros, por que não divulgaram a existência de tais vagas ? Excluindo a pessoa do seu ilustre Vice-Presidente, indago onde estará a propalada eficiência dessa diretoria da CAASP ? E para quem desconhece, esclareço que a CAASP possui benefícios e presta serviços. Os benefícios são destinados aos advogados carentes, suas viúvas e filhos. Os serviços são prestados indistintamente, não havendo o requisito de carência financeira, tais como o dentista, a livraria, a farmácia e o CECEI, sendo esse último serviço a ÚNICA criação do grupo político que dirige nossa Entidade desde 1998.

Contradição fatal do Dr. Ricceto. Desconhece...

Cláudio M. Gonçalves (Advogado Autônomo)

Contradição fatal do Dr. Ricceto. Desconhece totalmente administração, educação e geopolítica. Talvez nem saiba do que se trata, afinal, mistura conceitos. Mas já que pensa que compete ao dirigente, e não ao contribuinte, decidir sobre o destino das verbas arrecadadas, então que se cale diante da decisão dos dirigentes em fechar a CECEI, afinal, como ele mesmo admite, a decisão não é de sua alçada, mas apenas e tão somente dos dirigentes. A referência nacional e internacional tão utilizada para fundamentar as falácias daqueles que defendem a manutenção do CECEI, foram conquistadas pelas gestões posteriores a de 1999 e 2001. Portanto, é mentira que não houve investimentos. Houve e muito, tanto que o Sr. Ricceto mantém seus filhos na creche, e quer que os 250 mil advogados continuem pagando seus estudos. Felizmente a CAASP decidiu pelo fechamento de uma instituição deficitária e que beneficia menos de 26 advogados a um custo absurdo.

continuando: má-fé e manifestação de interes...

Cláudio M. Gonçalves (Advogado Autônomo)

continuando: má-fé e manifestação de interesses obscuros? Onde está a má-fé? A boa-fé se presume, a má-fé tem que ser provada. Onde está a má-fé? Deixe de politicalha. Manifestação de interesse obscuro? qual interesse você se refere? Se você sabe porque não fala? Cortar despesas que beneficiam menos de 30 advogados para transformar em benefício para outros 250 mil advogados parece não ser tão obscuro assim. O contrário sim, é obscuro. Mas para encerrar a questão da má-fé e dos interesses obscuros, eu gostaria que se apresentassem os menos de 30 advogados que se beneficiam do CECEI para ver se estes são carentes ou impossibilitados de trabalhar. Talves possamos descobrir quem de fato tem possíveis interesses obscuros.

Caio professor? Se não quer se esconder, porqu...

Cláudio M. Gonçalves (Advogado Autônomo)

Caio professor? Se não quer se esconder, porque não divulga seu nome como eu e outros que de mim divergem? Lamentável sua postura discriminatória. Falta de respeito com outros profissionais. Quem você pensa que é para achincalhar aqueles que investem sua vida numa quitanda? Se você não respeita profissionais, e ainda ofende a classe dos bacharéis em direito, o que está fazendo aqui? Postura vergonhosa de um professor. Quem tem o dever de ensinar, não deve discriminar. Assim como tem bacharéis indígnos, tem também professor indígno, e neste caso, posso apontar um que tem a vergonhosa e desqualificada postura discriminatória. A patotinha a que me refiro é formada por menos de 30 advogados que de fato sugam o dinheiro da CAASP e nem se enquadram no perfil daqueles que deveriam receber tal benefício. MASSA DE ADVOGADOS? Vai atuar na política professor. Deixe de dar aula. MASSA DE ADVOGADOS? Menos de 30 advogados lutando para que a VERDADEIRA MASSA DE ADVOGADOS pague escolinha para seus filhos. Essa é a massa de advogados a que me refiro. Qual destes menos de 30 advogados estão em situação de carência ou sem condições de trabalhar por problemas de saúde? Pelo visto, parece que o professor ainda acha caro as mensalidades. O que você quer? Que seja de graça? Isso sim é patético. Qual a sua especialidade? Certamente não é matemática. A anuidade da OAB não é o tema em discussão. Não mude o foco se não tem capacidade para debater. Finalmente, não conheço pessoalmente os presidentes das diretorias da CAASP nem da OAB/SP, mas enquanto mantiverem essa postura de defender os interesses da MASSA DE ADVOGADOS, terão meu voto com louvores.

O Centro de Cultura e Educação Infantil – CECEI...

Dr. Luiz Riccetto Neto (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

O Centro de Cultura e Educação Infantil – CECEI foi a semente plantada em 1998, que germinou e tornou-se um patrimônio cultural da advocacia paulista. Quem é inteligente sabe o significado e a importância de um patrimônio cultural. Antigas divergências à parte, pela administração visionária, merecem os agradecimentos da classe os então diretores da CAASP, Dr. José Luis M. de O. Lima (presidente), Dra. Neide Caricchio (vice-presidente), Dra. Márcia Regina Machado Melaré (secretária-geral), Dr. Arnor Gomes da Silva Júnior (secretário-geral adjunto) e Dr. Walter Vettore (tesoureiro). Ao professor Caio, tenho a sugerir que apenas perca seu precioso tempo para debater sobre o tema, com quem tem noções mínimas sobre administração, educação e geopolítica, que certamente saberia competir ao dirigente, e não ao contribuinte, decidir sobre o destino das verbas arrecadadas. À insigne “Senhora do Destino”, ressalto que o fato do certificado ISO 9001-2000 se referir a todos os benefícios e serviços prestados pela CAASP não retira do CECEI o crédito de sua certificação. Queira ou não, é política a decisão de extinguir essa escola infantil de referência nacional e internacional, o que não remete a questão para a política ideológica de grupos divergentes da classe de advogados. Antes de se optar por qual serviço fechar, o bom administrador faz gestão para evitar a perda de recursos e, se está atrelada a dispositivo de lei que se pretende mudar, é dever dos representantes eleitos mobilizar a classe e usar o prestígio da Entidade para sensibilizar e orientar os votos dos parlamentares no projeto de lei desfavorável. E, como afirmara o Dr. José Luis M. de O. Lima (ex-Presidente da CAASP) no artigo publicado pela CONJUR em 07/01/2008, sob o título ‘nada foi feito para dar suporte ao crescimento do Cecei`, quando inevitável a perda de recursos, “cabe ao administrador buscar alternativas, usar o prestígio da entidade e em alguns casos o do próprio presidente para dar mais combustível às suas metas” e, nos comentários anteriores, não faltaram sugestões a inúmeras alternativas, que a atual diretoria da CAASP não foi capaz de sequer cogitar (ressalva ao Vice-Presidente, Dr. Kozo Denda, contrário à extinção). Não é crível que a “Senhora do Destino” pense que a cada triênio se mobiliza mais de 250.000 advogados no Estado de São Paulo, para eleger uma diretoria que vai deixar nossa Entidade nas mãos de gerentes que sequer são advogados. A diretoria da CAASP é que deve tomar as decisões que a serem executadas pelos gerentes de serviços e de benefícios, e não o contrário. Se a “Senhora do Destino” pensa que o CECEI constitui manifesta discriminação em relação aos advogados do interior, deveria ter assim se manifestado na sua inauguração e, por coerência, manifestando-se agora por não ter a diretoria levado tão benéfico projeto educacional ao interior deste Estado. Só quem tem um mínimo conhecimento pedagógico sabe que não existe outra escola infantil com a “mesma excelência”, pois se não fosse sua condição ímpar, não seria referência nacional e internacional. Na democracia que menciona a “Senhora do Destino”, deveria saber que a decisão dos diretores da CAASP (não unânime), por meio de recurso, pode ser modificada pelo Conselho Seccional da OAB/SP e a decisão desta pode ainda ser modificada pelo Conselho Federal da OAB, sendo certo que devem ser observados os princípios do ato administrativo (‘sic’ art. 37 da CF) e, enquanto não se exaure a esfera administrativa, fica suspensa a decisão da diretoria da CAASP, for força do que estabelece o artigo 77 da Lei Federal nº 8.906/94, isso sim pode ser o verso e o reverso. É muito desconfortante a idéia de estar discordando publicamente de alguém conhecido, que se nutre apreço, querido. Não gosto não !

Continuando: pura má-fé e clara manifestaçã...

Caio (Professor)

Continuando: pura má-fé e clara manifestação de interesses bastante obscuros, como a consciência pesada de quem está insatisfeito com a atula representação da classe dos advogados e se aproveita de nossa luta para bancar o defensor de uma suposta ordem. Saudações e ao dispor para continuar o debate.

Caríssimo Cláudio M. Gonçalves: Primeiro, faça...

Caio (Professor)

Caríssimo Cláudio M. Gonçalves: Primeiro, faça o obséquio de usar meu nome, e não " um tal de professor". Ao contrário da sra. do destino, não tenho motivos para me esconder. Sobre seus argumentos, bem, estão de acordo com a mentalidade reinante na CAASP e até, por extensão, no mundo de hoje, em que coisas como educação são tratadas do ponto de vista de um dono de quitanda, como se somas números e fazer com que batam fosse a salvação da humanidade nessa era pós-liberal e selvagem.( Nada contra quitandeiros, que pelo visto são mais sérios que muitos bacharéis em direito por aí...) Sobre as 14 crianças "faltantes" para o CECEI parar de sugar o suado dinheiro da classe: a patotinha de que o senhor fala seria simplesmente a massa dos advogados que circulam no centro velho de São Paulo, onde, caso o senhor não saiba, estão localizados sede da OAB-SP, Forum João Mendes Jr. ,Palácio da Justiça e outro órgãos... Outra coisa, que ou o dr. não sabe, ou omite em seu comentário por má-fé: há tempo foi proposto que o CECEI expandisse seu leque e aceitasse filhos de magistrados,para aumentar a receita e claro o impacto social de seu excelente projeto pedagógico. Pode adivinhar qual a resposta? Por fim, acusar-nos de usar o dinheiro da classe para bancar a educação de nossos filhos é patético. O senhor leu meus comentários anteriores? Leia e saberá quanto pagamos de mensalidade. Sua raiva é claro sinal de quem considera a anuidade da OAB abusiva. Bem, o atual presidente da secção de São Paulo ( e que,repito, tem participação na decisão, PURAMENTE POLÍTICA, de fechar a creche) foi reeleito por vocês mesmos. Portanto, a indignação e as falácias que o sr. e os demais indivíduos espalhem, com tanta raiva e rancor, aqui, soam, além de manifestação de, insisto,

PARABÉNS CAASP. QUEM É CONTRA O FECHAMENTO DA ...

Cláudio M. Gonçalves (Advogado Autônomo)

PARABÉNS CAASP. QUEM É CONTRA O FECHAMENTO DA UNIDADE DEFICITÁRIA CECEI, SEM QUE DELA SE BENEFICIE, QUE PROCURE UM CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. QUEM É CONTRA POR DELA SE BENEFICIAR (ALGO PRÓXIMO DE 30 GATOS PINGADOS)NADA A COMENTAR - ATUANDO EM CAUSA PRÓPRIA E QUERENDO GASTAR MEU DINHEIRO E DE OUTROS 250 MIL COLEGAS. AINDA TEM UM TAL DE PROFESSOR CASADO COM UMA ADVOGADA QUE AFIRMOU QUE BASTAVAM 14 CRIANÇAS PARA O CECEI SE PAGAR. DE ONDE VIRIAM ESTAS CRIANÇAS? DE RIBEIRÃO PRETO? DE QUELUZ? DE BAURU? É CLARO QUE NÃO. OS ALUNOS SERIAM OS FILHOS DE UMA PATOTINHA QUE RESIDE OU TRABALHA PELAS REDONDEZAS E QUE QUER CONTUINUAR USANDO MEU DINHEIRO EM BENEFÍCIO PRÓPRIO. ALGUÉM TEM ARGUMENTO MELHOR? SE TIVER QUE PAGUE A MINHA PARTE PORQUE EU NÃO CONCORDO, NÃO ACEITO E NÃO ADMITO QUE USEM MEU DINHEIRO PARA BENEFICIAR MEIA DÚZIA DE GATOS PINGADOS. SEM MEIS PALAVRAS E SEM ME ESCONDER.

Ilustríssimo Dr. Riccetto, 1º) A certificação ...

senhora do destino (Advogado Assalariado)

Ilustríssimo Dr. Riccetto, 1º) A certificação ISO 9001 obtida pela CAASP não se aplica somente ao projeto CECEI, mas a toda a gestão da entidade. Trata-se de um certificado almejado por todos os que pretendem exceler em matéria de gestão administrativa. No caso da CAASP, a obtenção do certificado - ressalto novamente, que refere à gestão da entidade, por isso que leva em consideração todos os serviços que provê aos advogados - serve como indicativo de confiança para a classe, a fim de que esta tenha certeza de que a Diretoria age segundo os padrões internacionalmente aceitos para as gestões excelentes. Se qualquer dos serviços prestados pela CAASP aos advogados, tais como os de farmácia, livraria, assistência médica, ou mesmo o CECEI não excelessem em qualidade, ela jamais teria obtido o certificado ISO 9001 em 2000. Destarte, supondo que a qualidade dos serviços da CECEI não fosse aprovada pelos examinadores, não teriam outorgado o certificado. Atrelar essa outorga do modo como o senhor fez, significa argumentar falaciosamente (falácia da divisão), como se o certificado tivesse sido passado exclusiva e independentemente ao CECEI. Não é assim. O certificado não é passado de forma autônoma para cada serviço ou departamento da CAASP. Mas em relação a todas as atividades que desempenha. A partir do momento que uma determinada atividade perde sua razão de ser ou desvia-se dos parâmetros necessários para continuar dentro dos padrões de excelência, isso pode levar à perda do certificado ISO 9001. A duas soluções para esse problema: a) identificar a causa e adotar as medidas capazes de resolvê-la; b) cessar a atividade, de modo que ela deixe de influenciar na consecução da certificação de excelência administrativa ISO 9001. A primeira passa, necessariamente, pelo investimento de recursos no setor. Ora, é exatamente aí que entra a perda de receita derivada da alteração da lei de custas judiciais, já que a CAASP deixou de receber quantias importantes para a manutenção de certas atividades. Quando isso ocorre, os administradores devem optar por qual atividade cortar. São medidas impopulares. Sempre serão. Mas que devem ser tomadas. Aqueles que se beneficiam dessas atividades perderam tais benefícios, e, vamos convir, ninguém está disposto a perder benefícios. Até aqui, não há nada que autorize qualquer argumento de cunho político. Estamos exclusivamente no terreno das decisões de gerência. Também não há falar em competência, entendida como qualificação gerencial, dessa ou daquela gestão. O problema é concreto e deve ser enfrentado como racionalidade e objetividade, deixando de lado qualquer motivação política. Aliás, a esse respeito, os comentários, tanto do senhor quanto dos que defendem a manutenção do programa, sempre resvalam para o aspecto político, deixando clara a pretensão de tornar o debate em torno da questão em uma discussão de política de classe, pois justificam seus posicionamentos em comparações da gestão atual com as passadas, e nisso há manifesto apelo político e falacioso, pois incide no sofisma do desvio do tema. Deixa de enfrentá-lo com a objetividade que lhe é inerente para adentrar a seara política, com imputações de responsabilidade marcadas pelo cunho político cometido aos atuais gestores da CAASP. Em todos os meus comentários opus-me a essa tentativa de desvio, como continuo a opor-me. Assente que a preservação da excelência dos serviços prestados pela CAASP impõe uma revisão e reestruturação da forma como são prestados devido à redução dos subsídios que recebe para custeá-los, e que tais revisão e reestruturação devem pautar-se por critérios racionais e não emocionais, fica afastada para logo do processo decisório qualquer consideração de índole subjetiva em relação aos benefícios oriundos dos serviços que entrarão na pauta de avaliação para saber se devem ou não subsistir. O critério há de ser exclusivamente objetivo, independentemente da natureza do serviço e das pessoas são seus tomadores. Se, por exemplo, fosse a farmácia que estivesse numa situação de causa prejuízo à entidade, com escasso aproveitamento pelos advogados, a decisão de extingui-la pautar-se-ia por um critério objetivo que não pode levar em consideração o fato de que os poucos que dela aproveitam perderão os benefícios ali eventualmente conseguidos. A não ser assim, imola-se a objetividade da decisão que é de índole exclusivamente gerencial, e nada tem de política; 2º) Não parece que se possa afirmar a excelência do CECEI com exclusão das demais escolas existentes, como se fora a única em tais condições como o senhor tenta fazer.Fosse verdadeiro o entimema agitado em seu comentário, não haveria sequer necessidade de divulgação do CECEI, pois a propaganda pessoal, de boca, encarregar-se-ia de torná-lo conhecido por entre toda a classe qual rastilho de pólvora, já que existe há muito tempo. Aliás, sob esse aspecto, a CAASP sempre divulgou seus serviços do mesmo modo. Eu por exemplo, nunca recebi nenhuma divulgação da farmácia ou da livraria. Recebi dos planos de saúde, que por acaso não me interessaram. Nem por isso deixaram de ser prestados, nem eu me opus a que continuem a ser prestados à classe só porque não me interessei por eles. Também não acredito que o CECEI seja a única escola no Estado de São Paulo com certificado ISO 9001-2000. Poderia ainda ponderar que o CECEI somente na Capital constitui manifesta discriminação em relação aos advogados do interior, que compõem, se não a metade, quase isso, de todos os advogados bandeirantes. Mas se o senhor me disser que o CECEI é a única escola infantil para crianças até 6 anos com certificado ISO 9001-2000 a um preço mais acessível para a classe média, aí poderia até concordar. Mas isso seria divido ao fato de ser subvencionado pela CAASP, isto é, por todos os advogados. Uma vez que as verbas apertaram-se, é preciso escolher quais serviços devem continuar a ser subvencionados. E no processo de escolha, que não é informado em motivações políticas mas em critérios objetivos de técnica administrativa, se a escolha recaiu no CECEI, então é porque há outras prioridades para a classe. A irresignação dos que vão perder o benefício é compreensível, nem por isso pode servir de motivo para reverter a decisão. Se não possuem recursos para matricular seus filhos em escolas com a mesma excelência porque os custos lhes são proibitivos, então, paciência, pelo menos, durante algum tempo puderam aproveitar o privilégio das subvenções da CAASP. Quem sabe no porvir as coisas mudam e há nova injeção de recursos a permitir a retomada do projeto. Para tanto é necessário maior engajamento dos advogados nas questões da classe enquanto questões coletivas, embora o que se verifica atualmente é que os advogados nutrem opiniões pessoais, egoístas, individualistas e sempre tentam dar a elas uma conotação política para tirar alguma vantagem pessoal. Pensar na coletividade de modo abnegado e racional, isso ainda estou para ver alguém fazer; 3º) A Diretoria seria, isto sim, incompetente, se cortasse outros serviços prestados à classe que consomem menos recursos e atingem uma quantidade muito maior de advogados do que a CECEI. Por isso, não resiste o seu argumento de que a Diretoria foi incompetente. O fato de o Vice-Presidente divergir da decisão é próprio de uma gestão democrática, em que não há imposição ditatorial das decisões, que são tomadas por um órgão colegiado. Se foi vencido, deve-se acatar a decisão da maioria como sendo a que prevaleceu pelos critérios racionais em que se baseou; 4º) A conveniência e oportunidade da decisão é determinada por aqueles que tem o dever de gestão da CAASP. Se isso só ocorreu agora, e não antes, deve ser porque somente agora a providência mostrou imprescindível. Só há como saber como foi o processo decisório e quando começou a desandar o CECEI indagando-se à gerência, verificando-se os números. Mas sou capaz de avançar um palpite: a partir da perda de receita as coisas experimentaram uma abrupta alteração. Contudo, a gerência da CAASP, composta de pessoas extremamente competentes, pois do contrário não teriam sido capazes de obter para ela o certificado ISO 9001-2000, deve ter envidado todos os esforços no sentido de salvar o projeto, mas como as medidas adotadas não repercutiram os resultados necessários à preservação da CECEI, viram-se na contingência de encerrá-lo. Torno a dizer: a medida não deve ser objeto de regozijo nem de orgulho para gerência da CAASP. Ao contrário, deve ser com profundo pesar que a atual gestão se vê compelida a ter de extinguir a CECEI. Mas, como já ensinava Sun Tzu, numa guerra sempre há baixas, e os generais não podem condoer-se com os soldados que perderá, porque se assim for, não enviará ninguém para o “front” de batalha e acabará perdendo a guerra; 5º) Novamente, quando o senhor admite que ninguém pode ser obrigado “a bancar o filho dos outros”, como saída contrapõe um argumento de natureza política, evidenciando que o caráter político está sendo dado pelo senhor e pelos que se opõem à extinção da CECEI ao responsabilizarem a atual gestão da CAASP. Esquece-se que embora a atual Diretoria da CAASP apenas dá continuidade ao que recebeu das gestões anteriores e que o segundo escalão da CAASP, que são os verdadeiros responsáveis pela excelência dos serviços que presta, desempenha suas funções há mais de 12 anos. Portanto, são eles os grandes responsáveis por todas as enormes conquistas feitas pela CAASP. Agora que uma medida impopular tem de ser adotada o senhor pretende sacrificá-los como se foram incompetentes. Há uma contradição no seu argumento. Se foram eles que conseguiram o ISO 9001-2000, então, na verdade, são muito competentes. Ou será que há 12 anos a CAASP já tinha obtido esse certificado? 6º) Para finalizar, qual o orçamento necessário para manter o CECEI com a excelência que foi concebido? Será que o que é gasto nos campeonatos de sinuca, “surf” e outros esportes, todos juntos, teria o condão de salvar o CECEI? Arrisco uma resposta, embora, por dever de honestidade intelectual, admita que possa incorrer em algum equívoco: o que se gasta na organização dessas atividades não dá nem para a partida do que se pretende com um projeto como o CECEI. Por isso, o argumento agitado não passa de mais um sofisma que se classifica na falsa analogia. É como se dissesse o seguinte: não dê esmola porque isso pode ser aproveitado para salvar o CECEI. A anuidade da OAB/SP já é criticada por toda a classe como a mais elevada. Todos viriam com muito bons olhos uma redução substancial da anuidade. Mas reduzi-la implica carrear/repassar menos recursos para a CAASP, o que importaria em que esta se veja compelida a reduzir o espectro dos serviços que presta aos advogados. Mas isso, essa redução, ninguém quer, não é mesmo? Então, como resolver essa equação? Aí estão, racionalmente articulados, os fundamentos do meu apoio à decisão tomada pela Diretoria da CAASP para extinguir o CECEI, sem nenhum apelo político, nenhum ataque à capacidade gerencial de quem quer que seja, a demonstrar a insubsistência dos argumentos em contrário. Será que o senhor e os que defende são capazes de argumentar do mesmo modo, com tal espírito e orientados pela honestidade intelectual, sem incidir nos desvios que se podem verificar nos seus argumentos? Novamente, a tomar a forma como argumentaram antes, arrisco uma resposta: DUVIDO, pois o vezo de argumentar socorrendo-se de falácias e desvios para levar a questão para o campo político já ficou patente nos argumentos anteriores, e deixar aquela linha argumentativa agora implicará, certamente, um enfraquecimento das posições adotadas, já que serão pobres as contraposições possíveis de serem adotadas. Quanto ao uso do pseudônimo, não há incompatibilidade entre o seu uso e a Constituição Federal. Aliás, a Lei 9.610/1998 em seu art. 12 assegura ao autor de obra intelectual, como é o caso de comentários como este e os outros que proferi, a utilização do pseudônimo. O anonimato vedado na CF é a expressão do pensamento desacompanhado da autoria, mas não há vedação a que seja acompanhado por um pseudônimo. O uso de um apelido qualquer diverso do próprio nome afasta o anonimato. A autoria é reivindicada e assumida por alguém que se identifica pelo pseudônimo em vez do próprio nome. Como dito algures, o pseudônimo serve como escudo protetor para a pessoa, e as razões dela são pessoais, de modo que não interessam a ninguém conhecê-las. Como nos meus comentários não pratico a leviandade de imprecações ou injúrias pessoais contra quem quer que seja, o uso do pseudônimo apenas incomoda meus algozes que, não sabendo exatamente com quem estão a debater não podem forjar argumentos injuriosos específicos toda vez que os contrario, perdendo-se em palavras vazias que mais denunciam sua irascibilidade e intolerância e já cientes de que nada disso irá verdadeiramente atingir-me, pois a injúria lançada só causa os efeitos ofensivos pretendidos pelo ofensor quando publicamente conhecida e atrelada à pessoa que se deseja atingir com elas. Faltando o segundo elemento, embora possibilite o revide em retorsão, a injúria que me lançaram perde muito de sua força injuriosa e não causa o efeito desejado que é macular, lesar publicamente uma pessoa. Há ainda outro aspecto curioso quanto ao uso de pseudônimos: pode estar-se a debater com alguém conhecido e até apreciado, querido. A ignorância disso, se por um lado é desconfortante, por outro constitui uma liberação para deixar de lado o pudor de não se contrapor a alguém por quem se nutre apreço, de modo que o debate pode desenvolver-se sem peias e falsos recatos ou melindres. Não é interessante essa perspectiva das coisas? Tudo tem verso e reverso. Pense nisso também.

Cara Senhora do Destino, és agora também dignat...

Dr. Luiz Riccetto Neto (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Cara Senhora do Destino, és agora também dignatária do meu respeito pela forma cordata do seu comentário de 05/01/2008, às 02:20 horas. E diante do enfoque, agora eqüidistante da questão, aceitarei a sua palavra de não ser “ele” ou alguém ao seu mando por trás desse pseudônimo, embora entenda que o direito de manifestar livremente a opinião em nosso regime democrático passa obrigatoriamente pela limitação estabelecida no artigo 5º, inciso IV da Constituição Federal (... sendo vedado o anonimato). Quanto ao tema fulcral, sem pretender inflamar iracúndias ou mudar opiniões a respeito, faz-se necessário enfatizar que o CECEI - Centro de Cultura e Educação Infantil não é “mais uma opção” de escola infantil onde os pais-advogados possam colocar os seus filhos de 0 a 6 anos, mas a ÚNICA escola infantil com certificação ISO 9001-2000 e de referência nacional e internacional, não existindo outra igual ou similar, e por isso que se trata de patrimônio cultural da advocacia paulista. É verdade, ninguém tem que bancar o filho dos outros, o que não estaria acontecendo se tivéssemos diretorias competentes nas gestões anteriores da CAASP, pois teriam melhor divulgado essa escola infantil, preenchendo todas as vagas e prescindindo de qualquer subsídio. Quem disse que o projeto CECEI “desandou” em 2007 e não antes ? Quem disse que nas gestões anteriores estavam preenchidas todas as vagas e que o CECEI não precisou ser subsidiado ? Por que a Senhora do Destino não se opôs ao CECEI em sua inauguração ou durante a manutenção nas gestões anteriores, quando fechá-lo era apenas “uma mentira de fofoqueiros que não mereciam atenção” ? Ora, não se trata de satisfazer-se, ou não, com onde os nossos dirigentes gastam os recursos das anuidades que pagamos e, tendo finalidade assistencial (Lei nº 8.906/94, art. 62), como bem lembrou o Dr. Ademir Castellari em seu comentário de 27/12/2007, às 21:48 horas, no artigo “CAASP explica por que vai fechar escola infantil”, a atual gestão dessa Entidade beneficente entende que as verbas são melhor empregadas para “bancar” campeonatos de SINUCA, de SURF e congêneres (talvez até com o apoio da Senhora do Destino). Por derradeiro, espera que esse debate não se desvie para o lado pessoal e vise estadear quem é mais racional, sendo certo que, assim como eu, os doutores Camargo, Pereira, Rosângela, Chiavegatti, Dudu, Antonio e Priscila Verduro Bezarias já enfocaram a questão com argumentos consentâneos, lógicos e sólidos, que desautorizariam essa insensata decisão da diretoria da CAASP (aqui ressalvando o seu Vice-Presidente, Dr. Kozo Denda, que não apóia a decisão de extinguir o CECEI) e, mesmo assim, a Senhora do Destino NÃO OS REBATEU, um a um, em momento algum.

A despeito de tratar-me por “ele”, quando sou “...

senhora do destino (Advogado Assalariado)

A despeito de tratar-me por “ele”, quando sou “ela”, o Dr. Riccetto é dignitário do meu respeito. Numa democracia não se deve tolher o direito das pessoas de terem suas opiniões, ainda que sob o pálio de um pseudônimo. O que é inadmissível é tentar adivinhar quem está por trás de um pseudônimo. O pseudônimo incomoda mais porque aqueles que se sentem impotentes em argumentar não conseguem desferir um ataque fulminante e denegridor contra aquele que não partilha das mesmas opiniões que eles. É como se estivessem digladiando às cegas, ou como cabras-cegas. Simplesmente patético. Esquecem-se do tema, e sempre que o abordam de modo obtuso e equivocado, para não dizer irracional, pois, afinal, é legítimo envidar esforços na defesa do que acham ser um direito adquirido, intercalam, aqui e ali, um esboço de argumento “ad hominem” ofensivo como se isso pudesse atingir-me. Então, embora não mo tenham solicitado, dou-lhes um conselho: esqueçam de mim, pensem apenas no temário. Francamente, confundir-me com o Presidente da CAASP! Ah, se eu tivesse toda essa envergadura política! Seria uma mulher de sorte. Àquele que perdeu a máscara é escusável sua iracúndia, à medida que está emocionalmente envolvido, tendo admitido que será um dos que perderá o benefício com a extinção do CECEI, e como todo pai, mui corretamente saiu em defesa da prole. Mas o filho é seu, não meu. Não tenho de bancar benefícios para os filhos dos outros. Quem não tem competência, não se estabelece, já dizia minha avó. Aplicada esta máxima ao caso vertente, quem não pode prover aos filhos a educação que sonhou, ou não os tivesse, ou se esforce um pouco mais para matriculá-los em um bom colégio, ou pressione o governo, pois e dele o dever de tal provimento segundo as disposições do art. 205 da CF, que prescreve que a educação é dever do Estado e da família. A sociedade, quando muito, tem um papel acessório, coadjuvante, de colaboração, não de obrigação. A CAASP deve orientar suas ações para que os serviços que presta alcancem a maior parcela possível da classe dos advogados bandeirantes, e não apenas um punhado deles e seus filhos. Se algum advogado não tem condições de matricular seu filho num bom colégio particular, não pode pretender transferir esse ônus que é só seu para seus colegas, sem o consentimento destes. A CAASP, porque representada por advogados eleitos, que representam a maioria da classe, deve atender aos interesses dessa maioria, que delegou poderes administrativos aos seus dirigentes. Se depois de algum tempo em funcionamento verificou-se que o projeto desandou, não há razões objetivas para mantê-lo, a despeito das opiniões em contrário. Mas nisso apoio a decisão. O fato de posicionar-me em favor da CAASP não significa que pretendo obter qualquer vantagem política, até porque não sou candidata a coisa nenhuma e nunca serei. Portanto, parem de delirar e atenham-se aos argumentos, em vez de ficar afirmando que um ou outro proferiu-os com substância e eu não, indiquem as falhas, como eu fiz, mas nenhum dos meus detratores teve a decência e a honestidade intelectual de apontar onde estou equivocada e qual seria o argumento mais consentâneo. A razão existe para isso. Os homens não gostam de estadear que são mais racionais do que as mulheres? Está aí, quero ver quem será o primeiro a apontar as falhas nos meus argumentos e o acerto nos seus, sob uma perspectiva puramente lógica, de lógica formal. Está lançado o desafio. Quem vai aceitar?

As divagações da Sra. do Destino são medíocres ...

richiavegatti (Advogado Sócio de Escritório - Financeiro)

As divagações da Sra. do Destino são medíocres e risíveis. Recuso-me a replicar, enquanto o próprio não responder aos questionamentos que fiz. A dificuldade que essa pessoa (covarde a ponto de não se identificar) tem de entender a real finalidade do CECEI demonstra que estamos no caminho certo, lutando para que nossos filhos e os filhos de qualquer outro advogado interessado tenham educação decente e bem diferente da que talvez tenha sido dada a esse indivíduo, supondo que ele tenha tido alguma; mais parece um recalcado por não ter tido, ele próprio, a oportunidade de receber educação desse nível. Sra. do Destino, vá cuidar do seu destino e tenha certeza de que, dos nossos filhos, cuidaremos. Em qualquer instância que isso seja necessário.

Sinto-me forçado a ocupar esse espaço de coment...

Dr. Luiz Riccetto Neto (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Sinto-me forçado a ocupar esse espaço de comentários às matérias jornalísticas para, sem me afastar do tema, abordar as ofensivas, infundadas e arrogantes afirmações desse “Senhora do Destino” que, diante da ferrenha defesa da equivocada decisão de 4 dos 5 diretores da CAASP, da forma imperativa com que decretara: “O CECEI será extinto, mas a CAASP oferece muito outros benefícios a todos os advogados” (comentário de 24/12/2007, às 15:32 horas, mantido o erro de concordância) e, especialmente quando duvida e desafia para falar de coragem, alguém que já atuou “... em nome da classe dos advogados com denodo, intrepidez e abnegação de interesses pessoais visando exclusivamente o interesse universal dos advogados, ainda que isso possa trazer-lhes algum prejuízo pessoal” (comentário de 29/12/2007, às 14:56 horas), dá a nítida impressão de que se trata do Presidente da CAASP, Dr. Sidney Uliris Bortolato Alves (desde já me escusando pela presunção, se não for o próprio ou alguém ao seu mando).

E, assim, resolvi aceitar o “desafio”, eis que ...

Dr. Luiz Riccetto Neto (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

E, assim, resolvi aceitar o “desafio”, eis que com prejuízo pessoal atuei assiduamente na assessoria e coordenação da Comissão de Prerrogativas da OAB/SP (1988/1993), na Presidência de Subsecção da OAB/SP (1993/1995) e como advogado da CAASP (1995/1997). Inicialmente deve ser ressaltado que quando se faz referência a essa decisão da diretoria da CAASP, ressalva-se a pessoa do ilustre Vice-Presidente, Dr. Kozo Denda, que os pais-advogados do CECEI sabem não ter compactuado com essa sandice. Segundo argumentos do “Senhora do Destino”, posteriormente referendado pelo Presidente da CAASP no artigo que explica por que vai fechar escola infantil (publicado em 27/12/2007), essa diretoria entende salutar extinguir as atividades do CECEI em 2007 porque beneficia poucos filhos de advogados e a pequena parte do custo subsidiado pela CAASP (os pais arcam com a maior parte do custo operacional) não pode ser mantido em razão da alteração da lei estadual de custas judiciais ocorrida em 2003 e da atuação de pequenas Seccionais da OAB que culminaram na perda substancial de recursos para a Entidade. A questão pode ser vista de vários ângulos (político, administrativo, educacional, humano e etc.), tendo o “Senhora do Destino” preferido enfocar a obtenção de dividendos políticos e culpar toda a classe de advogados por ser desunida (bem feito, disse ele !). Politicamente, o que ele se esqueceu de dizer é que a classe se uniu para eleger esses dirigentes que deveriam ter atuado para bem acompanhar a tramitação do referido projeto de lei estadual e concitar a maior Seccional do país a mobilizar-se contra as Seccionais menores, evitando a referida perda substancial de recursos (Não foi para representar a classe que foram eleitos ? Não é muita hipocrisia culpar a classe de advogados por atos pela própria desídia na direção da CAASP ?). Ainda politicamente, esqueceu-se de mencionar que o CECEI é o único estabelecimento de ensino infantil com certificação ISO 9001-2000 e de referência nacional e internacional. Esqueceu-se de mencionar que, politicamente, essa diretoria decidiu extinguir o único serviço implantado por seu próprio grupo político, que dirige a CAASP desde a gestão 1998/2000, sequer cogitando extinguir os serviços de vendas nas precárias FARMÁCIAS e LIVRARIAS DO ADVOGADO criadas pela gestão anterior, que as implantou quando comprou o prédio que é hoje sede da CAASP (1995/1997). Aliás, que sensibilidade política pode se esperar de uma diretoria que comunica por carta a extinção de relevante patrimônio cultural da advocacia (a semelhança do que também é a ESA), que afeta inúmeras crianças !? As eventuais oposições a essa gestão devem estar rindo sozinhas, na confortável posição de assistirem seus adversários políticos darem “tiros no próprio pé” ! Olhando a questão pelo aspecto administrativo, deve ser ressaltado que a opção de extinguir um serviço de excelência, deve ser a última alternativa a ser adotada por um bom administrador, somente depois de exauridas as possibilidades de se contornar a essência do problema, “in casu” a suposta falta de possibilidade de subsidiar as vagas não preenchidas, inclusive, depois de buscar soluções com as partes envolvidas ou interessadas (como os pais e a própria OAB/SP, que sequer foram antes consultados).

Ainda sob o aspecto administrativo, os doutores...

Dr. Luiz Riccetto Neto (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Ainda sob o aspecto administrativo, os doutores Camargo, Pereira, Rosângela, Chiavegatti, Dudu, Antônio, Priscila Verduro Bezarias enfocaram questões importantes e fizeram inúmeras indagações, as quais o “Senhora do Destino” criou subterfúgios para não responder, certamente porque as respostas implicariam em reconhecer o equívoco dessa decisão de 4 dos 5 diretores da CAASP. Administrativamente, o “Senhora do Destino” esqueceu-se de dizer que esses dirigentes deliberadamente deixaram de divulgar a existência de vagas no CECEI para, agora usar a necessidade de subsidiar vagas ociosas como pretexto para justificar a pretendida extinção. Ora, “nemo auditur propriam turpitudinem allegans” (a ninguém é dado alegar a própria torpeza em seu proveito). Administrativamente, se esses dirigentes não conseguem enxergar que o CECEI é a semente embrionária de um projeto educacional para os filhos dos advogados, como base para a posterior criação da escola de ensino básico, fundamental e médio, integrando-se ao final com a ESA, à semelhança do que é o Colégio Rio Branco para os filhos de rotarianos, do que existe para os filhos de oficiais das Forças Armadas e outros. E, tratando-se de questão administrativa, deveria ter observado os princípios elencados no artigo 37 da Constituição Federal, ressaltando que de decisão da diretoria da CAASP cabe recurso para o Conselho Seccional da OAB/SP, que tem efeito suspensivo por força do artigo 77 da Lei Federal nº 8.906/94 pois, como “2 + 2 = 4”, temos que “decisão + recurso = efeito suspensivo”. Por derradeiro, quero dizer ao “Senhora do Destino” que esconder-se atrás de um pseudônimo feminino não lhe trás a imaginada couraça de imunidade penal pois, além dessa forma de expressar seus pensamentos ser vedada pelo artigo 5º, inciso IV da Constituição Federal, sua verdadeira identidade pode ser alcançada através do devido processo legal, para reparar os danos causados à honra alheia, nas esferas civil e penal e, portanto, aconselho-o a retratar-se com as pessoas que ofendeu, nobres advogados, pais e mães que lutam legitimamente para defender não só criancinhas de 0 a 6 anos que são atingidas por essa insensatez, mas também para impedir o dano ao patrimônio da advocacia paulista.

A visão estrábica e pobreza argumentativa dos c...

senhora do destino (Advogado Assalariado)

A visão estrábica e pobreza argumentativa dos comentaristas Richiavegatti e Antonio (sic), impõem o fim do debate. O sábio já o dizia há 2.500 que não se deve discutir com quem não dispõe de conhecimento suficiente para ater-se ao tema em debate. Quem é esse Antonio (cujo nome, da forma como foi por ele cadastrado deve pronunciar-se Antonío, uma aberração ou um delírio egocêntrico dos seus pais; sim, porque Antônio pronuncia-se com “o” fechado em português do Brasil e “o” aberto no de Portugal, e em ambos os casos deve gravar-se com sinal diacrítico, circunflexo, no primeiro caso, agudo, no segundo, mas esse semi-analfabetismo tem sido vezo nos brasileiros, mormente em advogados, que assim arranham a histórica imagem dos que, versados em direito, eram considerados doutores), para dizer que não tenho coragem. Se a coragem pressupusesse a revelação da identidade, então todo o arcabouço, aliás fantástico e de uma eficácia moral sem precedentes, que está na base dos super-heróis, essas figuras que a história há de tornar em verdadeiros mitos de nossa era, ruiria e o maniqueísmo que neles se materializa com a vitória do bem contra o mal simplesmente viraria pó. Todo pseudônimo constitui uma couraça, um escudo uma armadura protetora contra ataques desviados, desonestos, como estes que ora são dirigidos a mim por pessoas apequenadas sem a nenhuma estatura intelectual para suportar um debate de alto nível. O ataque “ad hominem” ofensivo constitui, assim, sua última munição, já que a razão os abandonou à míngua de bons e racionais argumentos. Coragem? Quem são vocês para me falar de coragem? O que já fizeram em nome da classe dos advogados com denodo, intrepidez e abnegação de interesses pessoais visando exclusivamente o interesse universal dos advogados, ainda que isso possa trazer-lhes algum prejuízo pessoal? Duvido e desfio a apresentarem um só fato nesse sentido. Não passam de uns coitados (aliás, pesquisem o étimo dessa palavra para verificarem a exatidão com que se aplica ao caso vertente), talvez, e aqui correndo o risco de cometer heresia quejanda, uns dos que foram ou serão atingidos com a medida da CAASP. Minha avó já dizia: quem não tem competência não se estabelece. Ninguém interveio na decisão dos pais em terem seus filhos. Portanto, pretender que a CAASP subsidie uma escola só porque o projeto é bonito, mas em detrimento de toda uma classe, ou melhor de exceler em outros serviços que possam ser usufruídos por maior parcela da classe dos advogados não passa de manifestação egoísta, individualista, típica de um povo tupiniquim. Nesse particular os comentaristas referidos, pelos ataques que me dirigiram, demonstram que realmente pertencem a uma classe inferior, desabituada do exercício da razão orientada pela lógica, mas aferrados ao extremo a uma individualidade obtusa, míope, incapaz de enxergar o todo. Por isso, devolvo as imprecações em retorsão neste ato e dou por terminada discussão, já que não há com quem discutir num patamar elevado de argumentação. Cada um escolhe o caminho que quer seguir. Eu, escolhi o da racionalidade, que caminha de cabeça erguida sobre qualquer terreno e é capaz de descer à profundidade mais arrevesada para tornar clara a inteligência, enquanto que os meus detratores parecem preferir o caminho imundo do esgoto por onde circulam os ratos incapazes de proceder qualquer exame analítico das questões que se lhes põem à investigação, vestindo antolhos que os impede de pôr em movimento essa faculdade singular dos humanos: a própria razão como operação da inteligência. De resto, continuarei com o meu escudo pseudônimo para proteger-me da mediocridade com a que testemunho nos comentários em que tentaram fustigar-me. É exatamente esse escudo protetor que me preserva e permite o revide.

Consigne-se a promessa de campanha do Dr. D`Urs...

Priscila Verduro Bezarias (Advogado Associado a Escritório - Civil)

Consigne-se a promessa de campanha do Dr. D`Urso. Ele foi expresso quanto ao não fechamento de um "serviço tão bom." Tirando os olhos do próprio umbigo, percebe-se que toda a classe da advocacia perde com o fechamento do CECEI- instituição-referência em educação, que é a esperança de uma sociedade melhor.

O noveleiro “Senhora do Destino” (como bem dest...

Antonio (Outros)

O noveleiro “Senhora do Destino” (como bem destacou o Dr. Chiavatti) apenas negou pertencer aos quadros de gerência da CAASP e, diante da ênfase na defesa de tão vesgo critério na equivocada decisão de menos de meia dúzia de advogados (4 de 5 diretores), demonstrando ser pessoa de idade avançada com profundo conhecimento dos exatos números de arrecadação e dispêndio da CAASP, realmente fortalece o substancioso palpite da Dra. Rosângela Galdino Freires, de que se trata do responsável pelo dano ao patrimônio cultural da advocacia paulista, mas que não teve coragem para comparecer a nenhuma das reuniões com os pais do CECEI (ou alguém por trás dele). Aliás, parece ser esse é um dos muitos predicados que faltam ao “Senhora do Destino”, pois foi a falta de coragem a confessada razão para utilizar-se de pseudônimo feminino (“... amplia o potencial de dizer ...”), que é a base para tal subterfúgio, seja por medo da ditadura militar como por medo de assumir a responsabilidade sobre o que se escreve. O “Senhora do Destino”, pela idade avançada que insinua possuir, deve também lembrar de outros personagens da história que se utilizaram de pseudônimo, como o “Bandido da Luz Vermelha”, o “Escadinha”, o “Zezinho do Ouro” e, mais recentemente, o “Beira Mar”. O fato incontroverso é que quando se usa de um pseudônimo para ofender um colega, na véspera do natal, também se falta com a ética e quando esse colega é uma mulher-advogada, têm-se inequívoca a ausência de cavalheirismo e, de qualquer modo, vê-se nesse detrator da honra alheia uma profunda falta de educação. Ora, quem se utiliza de pseudônimo para ofender terceiros, certamente o faz com o “... fim de que possa o agente praticá-la com maior segurança, certo de que atingirá o alvo. É maneira covarde de ofender a honra alheia ...” (HELENO C. FRAGOSO, Código Penal e sua Interpretação Jurisprudencial, Editora Revista dos Tribunais Ltda., São Paulo, ano 1980, vol. II, Parte Especial, Nota ao art. 144, pág. 670). Deve ser ressaltado que os argumentos da Dra. Rosângela são bem sólidos, calcados em fatos públicos e “fórmulas” bem conhecidas por qualquer bom administrador e, na verdade, foi o “Senhora do Destino” quem fugiu do tema em discussão. Todavia, com pessoas pensando como o “Senhora do Destino”, fazendo trapalhadas na direção da CAASP, dando “tiro no próprio pé”, não precisa haver “.... espertalhões de ocasião, oportunista, que visa a tirar proveito político de uma situação ...” (frase da Senhora do Destino, mantidos os erros de concordância). Por derradeiro, embora não tenha tanto contatos com psiquiatras como o “Senhora do Destino”, aconselho-o a mudar de terapeuta, pois parece que ainda não resolveu o seu problema de identidade.

Cara senhora sem destino. Se há espertalhões o...

Dudu (Advogado Autônomo - Administrativa)

Cara senhora sem destino. Se há espertalhões ou oportunistas nesta história, certamente eles não estão entre os advogados e pais de alunos do CECEI. O CECEI tem vagas ociosas que se preenchidas garantiriam a sua existência sem necessidade de qualquer subsídio da CAASP. Antes de se decidir pelo fechamento da escola a direção poderia se empenhar em divulgar o serviço prestado, pois mesmo após 08 anos de funcionamento, há advogados que sequer sabem da existência de uma creche da CAASP no centro da cidade. Por que não fazer convênios com os servidores do judiciário, por exemplo, para ocupar as tais vagas ociosas? A CAASP sequer cogitou em discutir a revisão das mensalidades com os pais dos alunos... Como se vê alternativas há, resta saber se há vontade de se discutir seriamente a questão. Quanto ao desafio apresentado creio que ele deva ser dirigido aos dirigentes da OAB e da CAASP e não a nós.

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