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Novo no STF

Menezes Direito toma posse no Supremo no dia 5 de setembro

O ministro Carlos Alberto Menezes Direito tomará posse no Supremo Tribunal Federal na próxima quarta-feira (5/9). A solenidade acontecerá às 15 horas na sede do STF.

O ato de nomeação do ministro foi publicado nesta quinta-feira (30/8) no Diário Oficial da União. Carlos Alberto Direito vai ocupar a vaga deixada pelo ministro Sepúlveda Pertence. Ele foi aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (29/8).

Há 16 anos o STJ não tinha um ministro indicado para o STF. Os últimos integrantes do Superior Tribunal empossados na Corte constitucional foram os ministros Carlos Mário da Silva Velloso e Ilmar Nascimento Galvão, ambos já aposentados.

Natural de Belém (PA), o ministro Carlos Alberto Direito construiu sua carreira pública no estado do Rio de Janeiro, onde concluiu o doutorado em Direito pela PUC. O ministro foi empossado no STJ em junho de 1996. Ele integrou a Corte Especial, a Segunda Seção e a 3ª Turma do Superior Tribunal.


Revista Consultor Jurídico, 30 de agosto de 2007, 11h44

Comentários de leitores

1 comentário

Fora, povo! Pesquisa recente concluiu que a...

Armando do Prado (Professor)

Fora, povo! Pesquisa recente concluiu que a elite brasileira é mais moderna, ética, tolerante e inteligente do que o resto da população. Nossa elite, tão atacada através dos tempos, pode se sentir desagravada com o resultado do estudo, embora este tenha sido até modesto nas suas conclusões. Faltou dizer que, além das suas outras virtudes, a elite brasileira é mais bem-vestida do que as classes inferiores, tem melhor gosto e melhor educação, é melhor companhia em acontecimentos sociais e é incomparavelmente mais saudável. E que dentes! A pesquisa reforça uma tese que tenho há anos, segundo a qual o Brasil, para dar certo, precisa trocar de povo. Esse que está aí é de péssima qualidade. Não sei qual seria a solução. Talvez alguma forma de terceirização, substituindo-se o que existe por algo mais escandinavo. As campanhas assistencialistas que tentam melhorar a qualidade do povo atual só a pioram, pois, se por um lado não ajudam muito, pelo outro o encorajam a continuar existindo. E pior, se multiplicando. Do que adianta botar comida no prato do povo e não ensinar a correta colocação dos talheres, ou a escolha de tópicos interessantes para comentar durante a refeição? Tente levar o povo a um restaurante da moda e prepare-se para um vexame. O povo brasileiro só envergonha a sua elite. Se não tivéssemos um povo tão inferior, nossos índices sociais e de desenvolvimento seriam outros. Estaríamos no Primeiro Mundo em vez de empatados com Botsuana. São, sabidamente, as estatísticas de subemprego, subabitação e outros maus hábitos do povo que nos fazem passar vergonha. Que contraste com a elite. Jamais se verá alguém da elite brigando e fazendo um papelão numa fila do SUS como o povo, por exemplo. Mas o que fazer? Elegância e discrição não se ensina. Classe você tem ou não tem. Mas o contraste é chocante, mesmo assim. Esse povo, decididamente, não serve. Se ao menos as bolsas-família fossem Vuitton... Crônica de Luis Fernando Veríssimo publicada em vários jornais brasileiros, hoje.

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