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Operação Rapel

Polícia Federal prende 13 acusados de contrabando

A Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR) desencadeou nesta quarta-feira (29/8) a Operação Rapel. Foram cumpridos 13 mandados de prisão e nove mandados de busca e apreensão O objetivo da operação era desarticular uma organização criminosa que atuaria com contrabando na cidade. Os supostos contrabandistas faziam a travessia das mercadorias do Paraguai através de barcos pelo Rio Paraná e organizavam estoques na região do Jardim Jupira.

Cinco agentes da Guarda Municipal foram presos, acusados de transportar as mercadorias e escoltar as cargas. Segundo a PF, a quadrilha ingressava as mercadorias através da tática do rapel, comum até bem pouco tempo na Ponte Internacional da Amizade, o que originou o nome da operação.

Posteriormente, verificou-se a utilização dos barcos e o transporte em pequenos carros até cidades vizinhas. O transporte em pequenos volumes e em grande escala dificultou a atividade de repressão, mas ainda assim foram realizadas onze ações policiais, entre flagrantes e apreensões, no decorrer da investigação. Em duas delas, no mês de julho, houve a prisão de guardas municipais.


Revista Consultor Jurídico, 29 de agosto de 2007, 15h19

Comentários de leitores

2 comentários

Com toda sinceridade...Eu acho que eles não dev...

Henrique Imperador (Consultor)

Com toda sinceridade...Eu acho que eles não deveriam ser presos. Por mais gritante que soe minhas palavras, frente a brutal ignorância, a maioria dos presos nesta operações de caça aos contrabandistas, são os pequenos sobreviventes de uma sociedade cruel e mal interpretada, confusa e desumana. Os grandes contrabandistas, aqueles que financiam as operações ilegais e ficam milionários, jamais são presos ou permanecem lá. Existe esquema pra tudo nas fronteiras do Brasil com participação de todos e para finalizar, em Belo Horizonte, existe um shopping popular, apelidado carinhosamente de OI (Oiapoque), que vende de tudo: tênis falsificado, perfume que somente Deus sabe qual tipo de componente foi usado, ferramentas para automóveis feitas com a escória do ferro, cigarros, pneus, cds, dvds e eletrônicos aos montes. Tudo falso, sem imposto e aberto a sociedade mineira que faz a festa todos os dias. Até aí, tudo bem! Em toda cidade brasileira existe uma espécie de local "liberado" para o crime. Isso é uma forma do Governo poder ter seus votos nas eleições, mas daí permitir a instalação de um caixa rápido da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL já é o fim da picada. No Shopping Oiapoque de Belo Horizonte, existe uma extensão do único banco oficial brasileiro, a Caixa, e está lá, funcionando e sendo abastecido todos os dias; não bastasse isso, a Caixa concedeu ao local, permissão de instalar também uma Agência Lotérica, ou seja, um correspondente legal. Eu sugiro a caixa inventar o CARTÃO CRIME, para que usuários de cocaína não mais andem com dinheiro e possam comprar drogas nos morros cariocas, utilizando as maquininhas para pagamento. Agindo assim, eles estariam com o acote completo...

Avante PF! Sem esquecer dos predadores acostado...

Armando do Prado (Professor)

Avante PF! Sem esquecer dos predadores acostados nas "elites".

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