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Lesão corporal

Acusados de agredir doméstica no Rio pedem liberdade

O ministro Nilson Naves, da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, vai analisar os pedidos de liberdade de Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, Julio Junqueira Ferreira e de Rubens Pereira Arruda Bruno, todos acusados de participar da agressão à empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho, na Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste do Rio de Janeiro.

A agressão ocorreu no dia 23 de junho deste ano. De acordo com o processo, Felippe de Macedo Nery Neto, Julio Junqueira Ferreira, Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, Leonardo Pereira de Andrade e Rubens Pereira Arruda Júnior saíram de carro após uma festa e pararam em um ponto de ônibus, na Barra da Tijuca, para agredir a doméstica. Todos os acusados foram presos e denunciados pelo Ministério Público por roubo com concurso de pessoas e lesão corporal.

Nesta terça-feira (28/8), o ministro aceitou o pedido de Felippe de Macedo Nery Neto para que ele responde o processo em liberdade.

HC 89.141, 89.314, 89.773 e 90.108

Revista Consultor Jurídico, 29 de agosto de 2007, 14h56

Comentários de leitores

2 comentários

Angustiante ver uma decisão como esta... a apli...

Lívia Ventorin (Estudante de Direito)

Angustiante ver uma decisão como esta... a aplicação da lei do talião realmente seria a mais adequada para um ato animalesco de covardia como este!

E esses filhos da p... disseram que agrediram a...

Zerlottini (Outros)

E esses filhos da p... disseram que agrediram a doméstica porque acharam que era uma prostituta. Quer dizer, se for a mãe deles, pode arrebentar, é? Vai ver que acharam que ela estava fazendo concorrência com as mães deles. E ainda teve um dos pais (vi na TV) que falou que o filho dele era gente boa, universitário... O que tinha que fazer era aplicar a lei do talião: "olho por olho, dente por dente". Pegar esses caras e comê-los na porrada, para eles aprenderem o quanto dói. Isso me faz lembrar daqueles FDP lá de Brasília, que botaram fogo naquele índio e disseram "que foi uma brincadeira". Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

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