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Morte na advocacia

Advogada é assassinada em Vargem Grande, Rio de Janeiro

A advogada Miriam Oliveira Teixeira, de 46 anos, candidata a vereadora pelo PFL em 2004 no Rio de Janeiro, foi assassinada com três tiros à queima-roupa na sexta-feira (24/5). O crime aconteceu no estacionamento do Núcleo Ecológico de Trabalho Alternativo Rural (Nectar), na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande, zona oeste do Rio.

Ela estava na companhia do namorado, Gianpiero Cacciola, de 57 anos, que foi ferido na virilha e conseguiu fugir, denunciando aos policiais da 16º Delegacia de Policia (Barra) o nome do assassino: O administrador do Nectar, Eulisses Pinheiro da Cruz Filho, de 42 anos. A reportagem é do jornal O Globo.

Segundo investigações preliminares feitas pela equipe do delegado titular da 16º DP, Carlos Augusto Nogueira, o motivo do crime foi dinheiro da venda de imóveis. Eulisses teria se desentendido com Miriam, advogada dele e também do Nectar, por desconfiar dela ao receber R$ 60 mil pela venda de um imóvel.

De acordo com a reportagem, na semana passada, os dois teriam discutido no escritório dela. Na sexta-feira (24/5), encontraram-se no estacionamento do Nectar. Miriam foi retirada do seu carro, sendo atingida nas costas por um tiro de pistola.

Cinco cápsulas foram recolhidas pela perícia no local do crime. Três tiros teriam atingido Miriam: nas costas e nos braços. Testemunhas que ouviram os disparos contaram ter visto Cacciola correr com dificuldade pela Estrada dos Bandeirantes pedindo socorro.

Amigos de Miriam contaram que ela era mãe de uma adolescente, filha de um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio, já falecido. Também informaram que ela era dona de uma pousada no Maranhão, onde seria amiga da família Sarney.

Revista Consultor Jurídico, 25 de agosto de 2007, 12h25

Comentários de leitores

4 comentários

Olha, não poderia deixar de fazer um comentário...

Genário Lins (Outros)

Olha, não poderia deixar de fazer um comentário sobre esta Senhora. O que ela aprontou no povoado Atins MA onde tinha uma pousada!! Ela foi demasiadamente desleal com o Senhor Agnaldo Lopes Simôes, cidadão boníssimo e responsável pela construção e sucesso da pousada FILHOS DO VENTO, nome por mim sugerido na época. Toda população daquele povoado localizado nos lençóis maranhenses tinham grande repulsa a falecida Senhora. Isto é apenas um caso e para finalizar: Acho que a familia Sarney não compactuava com seus modos. Bem que você, meu querido amigo Lopes(Deus o tenha)"O QUE AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA". Cuida de tudo Véi....

Caros advogados, uma coisa é certa: é preferív...

Paulo Fonseca (Advogado Autônomo)

Caros advogados, uma coisa é certa: é preferível ter uma arma de fogo e não precisar usá-la, do que precisar de uma e não a ter.

Quando eu era Presidente da OAB/Campinas, p...

Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Quando eu era Presidente da OAB/Campinas, posicionei-me firmemene no sentido de que, sob o pálio da OAB, o Advogado tenha, assim como os Juízes, Promotores, Delegados, etc. etc., porte de arma. Naquel época a bola da vez era o desarmamento: D'Urso posicionou-se contra. A bola da vez esbirrou no canto da caçapa, e o desarmamento foi flagorosamente derrotado. Enquanto isso, os Advogados continuam sendo assassinados, na maioria das vezes em seus escritórios, onde não podem ter arma sob pena de busca ed apreensão com todo aquele já conhecido estardalhaço. D'Urso, por favor, reveja o seu posicionamento. Quer fazer uma campanha que será útil à classe dos Advogados, e que contará com todos, bem diferente do escárnio do político "Cansei", vamos juntos clmar pelo porte de arma "funcional" para os Advogados. Nessa, conte comigo ! Tenho a certeza que até a OABRJ estará coesa nessa campanha. Enfim, fica a sugestão.

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