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Pena intercalada

Casal da Renascer é condenado à prisão nos Estados Unidos

O casal de bispos da Igreja Renascer em Cristo, Estevam e Sônia Hernandes, deve cumprir cinco meses de prisão em regime fechado e mais cinco meses de prisão domiciliar nos Estados Unidos. A sentença foi proferida, nesta sexta-feira (17), pelo juiz Federico Moreno do Tribunal Federal do Sul da Flórida, de acordo com o portal G1.

O juiz determinou que a pena deve ser cumprida de forma intercalada. Estevam vai para o presídio, enquanto Sônia fica em prisão domiciliar. Cinco meses depois as posições se invertem. A intenção é manter um deles em casa para cuidar dos filhos. Depois do cumprimento da pena, o casal será deportado para o Brasil.

Eles foram presos no dia 9 de janeiro no aeroporto de Miami depois de tentar passar na alfândega com US$ 56,5 mil, quando declararam apenas US$ 10 mil. Ficaram presos durante dez dias, pagaram fiança e conseguiram liberdade assistida, monitorada pela polícia através de tornozeleiras eletrônicas.

Em audiência no dia 8 de junho, Estevam e Sônia se declararam culpados dos crimes de evasão de divisas e conspiração para violar a lei. Em troca da confissão, eles foram dispensados de ir a julgamento em corte norte-americana, na qual, pela legislação dos Estados Unidos, poderiam ser condenados a até dez anos de prisão.

Durante a audiência desta sexta-feira (17/8), o casal da Renascer foi novamente ouvido no tribunal. Estevam pediu misericórdia ao juiz. Aos prantos, a bispa Sônia disse que estava profundamente arrependida e se disse culpada.

O juiz Federico Moreno suspendeu a sessão no início da tarde para analisar documentos apresentados pela defesa. Os advogados pediram, na quinta-feira (16/8), à Justiça norte-americana que Sônia e Estevam cumprissem pena em liberdade condicional. Nos documentos apresentados, a defesa do casal diz que, se for enviado a um presídio, Estevam corre risco de morte por ter problemas cardíacos.

Durante a liberdade assistida, eles viveram em um condomínio fechado em Boca Raton. Após zerar contas com a Justiça norte-americana, o casal terá outra batalha jurídica pela frente. Em São Paulo, respondem a processo por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e estelionato. Neste ano, o casal chegou a participar por meio de telões, com transmissão via satélite, de cultos no Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 17 de agosto de 2007, 17h36

Comentários de leitores

31 comentários

Estamos em pé! Espada pelo Senhor, pelo Apósto...

Humberto Laviola (Economista)

Estamos em pé! Espada pelo Senhor, pelo Apóstolo e pela Bispa! Vamos ganhar 10 vezes mais vidas para Jesus, vamos continuar a obra que se iniciou pela vida deles! Jesus está voltando e seremos reconhecidos quando não estivermos mais aqui!!!

Em primeiro lugar, não sou seu aluno e acho gro...

A.G. Moreira (Consultor)

Em primeiro lugar, não sou seu aluno e acho grosseira, deselegante e deseducada, a sua correção, pública, a um texto de "blog" ( que, jamais, reviso , por absoluta falta de necessidade), pois não estou me submetendo a "prova" ou "nota" , já que a finalidade desta tribuna, é, absolutamente, outra !!! A menos que, "culto professor", não permita !!! Em segundo lugar, se você não percebeu diferença de tratamento jurídico, entre os brasileiros (religiosos) e os americanos (pilotos), por favor, largue a advocacia e mude para os EE.UU. !!!

Antes de mais nada, alguns têm que rever a gram...

eduardo (Advogado Autônomo)

Antes de mais nada, alguns têm que rever a gramática e adotar um português casto, afinal estamos em um site jurídico. "Dezenas" é com "z", não "s". A expressão "a nível de..." simplesmente inexiste. Usá-la é um atentado à nossa língua. No mais, a pena foi branda, mas melhor do que o desfecho lamentável que teríamos aqui, com alguma "esperteza" ou "tecnicalidade" jurídica que livraria essa dupla de safados que abusa da boa-fé e da ingenuidade de coitados/ignorantes. Não sou "pró-EUA", aliás, tenho sérias reservas, mas, com todos os defeitos, lá ninguém viola leis e "fica por isso mesmo".

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