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Resquícios do Pan

OAB discute com embaixador cubano caso de atletas deportados

O presidente da OAB, Cezar Britto, reúne-se na terça-feira (14/8) com o embaixador de Cuba no Brasil, Pedro Nuñez Mosquera. O advogado quer informações sobre os pugilistas cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara.

Os atletas vieram ao Brasil para participar do Pan-americano, mas desertaram a delegação durante os jogos. No começo do mês, eles foram localizados pela Polícia Federal e, logo depois, deportados para a Cuba. De acordo com a versão oficial, os boxeadores voltaram por vontade própria. Eles não receberam os advogados enviados pela OAB do Rio de Janeiro.

Britto discutirá também os preparativos para o julgamento de cinco cubanos presos nos Estados Unidos sob acusação de terrorismo e espionagem. O presidente da OAB participará do julgamento como observador convidado por Cuba no próximo dia 20, em Atlanta (EUA).

O pedido de explicações sobre a situação dos dois atletas foi decidido pelo Conselho Federal da OAB, na última terça-feira (7/8). O Conselho decidiu que a entidade deve cobrar reciprocidade no tratamento digno e de integridade física aos esportistas, uma vez que está exigindo um julgamento justo e imparcial para os cubanos presos nos Estados Unidos.

“Assim como cobramos um tratamento digno no encaminhamento do caso dos cubanos presos nos Estados Unidos, vamos cobrar do embaixador um tratamento em igualdade com esse princípio aos atletas que foram deportados para Cuba”, afirmou Britto.

A OAB decidiu solicitar à União dos Juristas de Cuba (a entidade da advocacia naquele país), que acompanhe a situação dos pugilistas. Britto estuda a possibilidade de enviar um representante da OAB para Cuba para verificar pessoalmente a situação dos atletas.

Revista Consultor Jurídico, 13 de agosto de 2007, 19h00

Comentários de leitores

4 comentários

Ninguém repara nos termos deportados, repatriad...

Bira (Industrial)

Ninguém repara nos termos deportados, repatriados, expulsos, cassados em pleno século 21?.

Minha opinião é de que olhem para o nosso "quin...

futuka (Consultor)

Minha opinião é de que olhem para o nosso "quintal" primeiro, se especializem e daí aprendam como ajudar aos vizinhos. Ademais ha um longo e árduo caminho a percorrer, o qual requer na tão importante missiva da boa fraternidade. -Tipo "mexam direitinho com o meu irmãozinho". O "quintal" a que me refiro são os milhões de brasileiros que vivem fora do país.

Não aceitam o óbvio: por vezes, a família fala ...

Armando do Prado (Professor)

Não aceitam o óbvio: por vezes, a família fala mais alto. Foi o caso. Simples assim.

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